Projetos de Pesquisa

 

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Bruno Dutra Arbo

Ciências Biológicas

Farmacologia
  • busca de novos fármacos neuroprotetores baseados na modulação da proteína translocadora
  • O aumento da expectativa de vida da população mundial tem se associado com uma maior prevalência de doenças neurodegenerativas, sendo exemplos a Doença de Alzheimer (DA) e a Doença de Parkinson (DP). Até o momento, a maior parte das intervenções farmacológicas contra essas doenças é destinada apenas ao tratamento de alguns de seus sintomas, não existindo tratamentos eficazes em retardar sua progressão. A proteína translocadora (TSPO) se localiza em pontos de contato entre as membranas mitocondriais interna e externa e está relacionada com o transporte de colesterol para o interior da mitocôndria e com a regulação da esteroidogênese e da apoptose. Estudos mostram que ligantes da TSPO apresentam efeitos neuroprotetores em diferentes modelos experimentais de lesão cerebral e doenças neurodegenerativas, todavia, seus mecanismos de ação ainda não são bem compreendidos. Dessa forma, o objetivo deste projeto é avaliar o efeito neuroprotetor de ligantes da TSPO em diferentes modelos experimentais de doenças neurodegenerativas, incluindo modelos in vitro e in vivo de DA e DP, identificando seus mecanismos de ação e buscando estabelecer se a TSPO poderia ser um alvo terapêutico viável para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento dessas doenças.
  • Universidade Federal do Rio Grande - RS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2023
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Bruno Eduardo Lobo Baeta

Engenharias

Engenharia Sanitária
  • produção e recuperação de ácidos graxos voláteis (agvs) a partir do bagaço de oliva usando digestão anaeróbia seguida por adsorção seletiva
  • Atualmente grande parte da energia e dos produtos químicos utilizados para produção de itens indispensáveis em todo mundo origina-se de recursos fósseis não renováveis. Sabendo-se que a quantidade de tal recurso na Terra é uma incógnita, e que seu uso pode contribuir para alguns danos ao meio ambiente, o uso de recursos renováveis e sustentáveis para produção de energia e produtos químicos torna-se imperativo. Uma fonte de matéria-prima que vem sendo bastante explorada na produção de energia, biocombustíveis (etanol e biogás), e produtos químicos de valor agregado como os ácidos graxos voláteis (AGV) é o bagaço de oliva gerado durante o processamento do azeite. Vários estudos apontam para utilização deste substrato na produção de etanol celulósico, biogás e outros bio-produtos. No entanto, em função da sua baixa quantidade de celulose e elevadas quantidade de fenol, as produções de etanol e biogás são comprometidas. Sendo assim, estudos que visam o desenvolvimento de alternativas para geração de outros bio-produtos a parti deste resíduo passa ser interessante. Um dos produtos possíveis de serem produzidos a partir da digestão anaeróbia acidogênica do bagaço de oliva são os AGVs. Apesar da característica do substrato e as condições de operação da fermentação ácida serem parâmetros importantes no processo, a recuperação destes AGVs a partir do fermentado ácido é um dos maiores problemas a ser enfrentado. Sendo assim, o presente projeto tem como objetivo avaliar a viabilidade de produção e recuperação de AGVs a partir do bagaço de oliva pré-tratado por auto-hidrólise usando o processo de digestão anaeróbia seguida de adsorção seletiva.
  • Universidade Federal de Ouro Preto - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno El-Bennich

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • quantum chromodynamics for practitioners: understanding current experiments at jlab and preparing the future at the eic and panda collider
  • Nesta proposta de pesquisa, após um breve resumo das principais realizações acadêmicas e indicadores científicos nos últimos dez anos, detalho projetos em três grandes áreas: "A equação de gap e de estados ligados além da ordem dominante"; "A física do quark de charme nos experimentos do LHCb e FAIR"; e a "Tomografia no futuro colisor de elétrons e íons".
  • Universidade Cruzeiro do Sul - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2023
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Bruno Francelino de Melo

Ciências Biológicas

Zoologia
  • biodiversidade, taxonomia e dna barcoding da família curimatidae (teleostei: characiformes)
  • A ordem Characiformes constitui um dos maiores e mais diversificados grupos de peixes de água doce contendo atualmente cerca de 2.200 espécies, alocadas em cerca de 290 gêneros e 24 famílias. Curimatidae, a quarta maior família de Characiformes, possui, atualmente, 114 espécies válidas distribuídas em oito gêneros, e diversas espécies novas têm sido constantemente descritas. Análises recentes em diferentes coleções científicas têm mostrado evidência de ocorrência de novas espécies em, ao menos três gêneros de Curimatidae. O objetivo deste projeto envolve a geração de novos dados morfológicos que, em combinação com análises moleculares de delimitação de espécies, poderão revelar resultados interessantes sobre a biodiversidade de Curimatidae, incluindo a detecção de espécies crípticas e espécies não descritas. Também pretendemos obter espécies não amostradas na filogenia mais recente e estabelecer o posicionamento filogenético delas. Além disso, o projeto visa fortalecer uma rede de colaboração ligada à biodiversidade de Curimatidae, e também dará oportunidades para a formação de jovens pesquisadores nas áreas de sistemática, genética e evolução de peixes neotropicais.
  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno Gomes da Costa

Outra

Multidisciplinar
  • projeto ciência no parque: ii feira de ciências do ifsertãope campus petrolina
  • As Feiras de Ciência e Mostras Científicas do Ensino Fundamental e Médio têm se tornado espaços para a pesquisa, avaliação, experimentação e inovação na área educacional brasileira. Estas atividades científicas no Brasil são marcadas por contrastes e contradições com momentos de grande ascensão e declínio. Alguns estados da federação mantêm e incentivam programas de financiamento para realização de feiras de ciência e mostras, o que justifica investimento público. A ciência e tecnologia estão presentes no dia a dia das pessoas, sendo um elemento determinante na tomada de decisões. Diante disso, pesquisar formas de comunicação entre os diversos públicos, testar possibilidades, apresentar metodologias, questionar o papel social da ciência e tecnologia são desafios que jovens e professores precisam vivenciar nestas atividades da educação não formal. As ações desse projeto visam oportunizar ao público o acesso à produção científica e tecnológica, possibilitando uma troca de vivências e experiências na construção de novos conhecimentos, proporcionando um aprendizado de melhor qualidade aos jovens estudantes. O projeto visa promover a II Feira de Ciências do IFSertãoPE campus Petrolina que reunirá equipes de escolas públicas municipais e estaduais a fim de incentivar a troca de experiências no evento, e que se dará por meio da exposições de materiais didáticos, ampliando dessa forma o crescimento e a qualidade do ensino.
  • Instituto Federal do Sertão Pernambucano - PE - Brasil
  • 08/12/2021-31/12/2023
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Bruno Henrique Sardinha de Souza

Ciências Agrárias

Agronomia
  • resistência de cultivares de café arábica (coffea arabica) ao bicho-mineiro leucoptera coffeella (lepidoptera: lyonetiidae)
  • Um dos fatores limitantes ao desenvolvimento da cafeicultura no Brasil é o ataque de insetos pragas. O bicho-mineiro Leucoptera coffeella (Lepidoptera: Lyonetiidae) é considerada a principal praga da cultura do café em função da ocorrência generalizada e perdas econômicas causadas ao produtor. Uma das alternativas mais promissoras para o controle do bicho-mineiro está no uso de cultivares resistentes. Recentemente, a Fundação Procafé desenvolveu e lançou a cultivar Siriema AS1, que apresenta características de resistência tanto ao bicho-mineiro quanto à ferrugem. Este projeto tem os objetivos de: avaliar em condições de campo na região do Sul de Minas Gerais a resistência de cultivares de café arábica ao bicho-mineiro e correlacionar sua infestação com fatores climáticos; e caracterizar a resistência (antixenose e antibiose) da cv. Siriema e de suas progênies em comparação com cultivares comerciais em campo e laboratório. Para o experimento com as cultivares comerciais, serão utilizadas as plantas de 28 cultivares e 2 clones do painel de cultivares do INCT-Café, em Lavras, e para o experimento com a cv. Siriema e suas progênies, serão utilizadas plantas localizadas na Fazenda Experimental do Procafé, em Varginha. Em ambos experimentos, as amostragens do bicho-mineiro serão realizadas mensalmente, onde em cada uma das seis plantas centrais da parcela serão avaliadas ao acaso três folhas do terceiro/quarto par de folhas de diferentes ramos do terço superior das plantas, procedendo-se da mesma forma para o terço médio. Os parâmetros avaliados serão a porcentagem de folhas minadas intactas, o número de minas por folha, e a intensidade de injúria, de acordo com uma escala de notas. No experimento com as cultivares, as variáveis de infestação serão correlacionadas com dados climáticos. Ambos os experimentos de campo serão conduzidos por três safras agrícolas. Em laboratório será realizada a caracterização da resistência (antixenose e antibiose) da cv. Siriema e de suas progênies ao bicho-mineiro comparando-as com cultivares comerciais suscetíveis (Mundo Novo, Catuaí Amarelo e Arara), por meio de ensaios de preferência para oviposição e desenvolvimento biológico em condições ambientais controladas. A expectativa é de que os resultados gerados neste projeto contribuam para a difusão do conhecimento para uso de novas tecnologias pelos cafeicultores, resultando em maior adoção das novas cultivares. Além disso, a caracterização da resistência na cv. Siriema e em suas progênies contribuirão para programas de melhoramento genético do café arábica.
  • Universidade Federal de Lavras - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno Jacson Martynhak

Ciências Biológicas

Farmacologia
  • papel da corticosterona no efeito pró-resiliência da inoculação de estresse em camundongos
  • O estresse tem um papel de destaque na etiologia de doenças psiquiátricas, principalmente no transtorno depressivo maior. De acordo com o modelo da vulnerabilidade, um transtorno ocorre quando os estressores vivenciados pelo indivíduo ultrapassam sua capacidade de adaptação, a qual depende de fatores genéticos, epigenéticos e ambientais. A vulnerabilidade não é um componente estático, mas pode ser modificada ao longo da vida. A própria exposição a estressores de baixa intensidade, conhecida como inoculação de estresse, pode ser um fator que contribui para a formação de resiliência. Em animais, observa-se que a inoculação está associada com menores medidas de comportamento tipo-depressivo e tipo-ansioso e menor reatividade do eixo HPA numa situação de estresse. A secreção de cortisol tem papel essencial para manutenção da vida, mas níveis anormalmente elevados estão associados com respostas mal adaptativas. Dessa forma, é possível que a inoculação de estresse tenha um papel de modulação do eixo HPA de forma que a resposta a estressores seja mais adaptativa. O objetivo deste trabalho é avaliar o envolvimento da corticosterona no efeito pró-resiliência gerado por inoculação de estresse em camundongos. Serão utilizados camundongos Swiss com 21 dias, que serão expostos a um camundongo adulto dominante por 15 minutos a cada dois dias. Ao final do protocolo de inoculação, os animais serão testados no labirinto em cruz elevado para avaliação do comportamento tipo-ansioso e no teste da natação forçada para avaliação da estratégia de manejo a estressor agudo. Após o nado forçado, os animais serão eutanasiados para avaliação da resposta do eixo HPA. Esperamos que os animais inoculados passem mais tempo nos braços abertos do labirinto, tenham menor tempo de imobilidade no nado forçado e menor secreção de corticosterona. Para avaliar se a corticosterona é necessária para os efeitos da inoculação de estresse, duas estratégias serão utilizadas: (i) os animais serão tratados com mifepristona, um antagonista glicocorticoide, antes de cada sessão de inoculação e (ii) a liberação endógena de corticosterona será sua suprimida pelo pré-tratamento com hidrocortisona antes de sessão de inoculação. Para avaliar se a inoculação de estresse pode proteger os animais em um modelo crônico de depressão, nós utilizaremos um modelo baseado em restrição alimentar. Em nosso laboratório, verificamos que a oferta de alimento apenas durante a fase clara do ciclo claro/escuro levou ao comportamento tipo-depressivo em camundongos e este não foi revertido por tratamento com antidepressivos. Por último, os animais receberão uma dose de corticosterona exógena 3 vezes na semana durante 21 dias e serão avaliados quanto aos mesmos parâmetros. Esperamos que o bloqueio da ação da corticosterona reverta os efeitos pró-resiliência da inoculação, mas que sua administração exógena não seja suficiente para mimetizar estes efeitos.
  • Universidade Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno José Gonçalves da Silva

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • desenvolvimento de dispositivos a base de hidrogel para microextração de espécies de interesse clínico e toxicológico
  • O constante progresso nos diferentes campos da ciência e tecnologia tem exigido a evolução permanente dos métodos analíticos, especialmente daqueles baseados em técnicas de separação cromatográfica, como a cromatografia líquida, cromatografia gasosa e eletroforese capilar. Motivada pela demanda de métodos mais específicos e eficientes nas análises em matrizes complexas, o desenvolvimento constante de novos equipamentos, acessórios e métodos automatizados que atendam as diversas necessidades no campo das análises clínicas e ambientais tem sido requerido. As determinações, em níveis de traços (ng mL-1), de fármacos e contaminantes em fluidos biológicos (plasma, saliva e urina) são de extrema importância, pois geram valiosos dados para fins de monitorização terapêutica e avaliação de toxicidade clínica, em especial para aqueles fármacos classificados como interferentes endócrinos. Neste contexto, para a determinação destes compostos, pode-se destacar o desenvolvimento de novas técnicas de preparo de amostras, uma das etapas mais morosas e complexas dos procedimentos analíticos. Recentemente, as técnicas miniaturizadas de preparo de amostras têm ganhado destaque frente aos métodos convencionais, pois minimizam o volume da amostra e o consumo de solventes orgânicos, permitem a reutilização das fases extratoras, a pré-concentração dos analitos, além de possibilitar o acoplamento em linha (automação) com sistemas cromatográficos, resultando em rápido processo operacional, com alta precisão analítica e baixos limites de quantificação. Ainda, a diminuição das etapas de preparo de amostra nestas técnicas é importante, não somente para reduzir o erro experimental, mas também para a redução do tempo e do custo das análises, especialmente nos casos onde a análise de traços é requerida. Neste contexto pode-se destacar as técnicas de microextração em fase sólida (“solid-phase microextraction”, SPME), a microextração em fase sólida em tubo (“in-tube” SPME) e a extração em barra sortiva de agitação (‘stir bar sorptive extraction” – SBSE), o qual integra a extração e concentração do analito em única etapa e permite a introdução do analito extraído no sistema cromatográfico utilizando os mesmos dispositivos empregados na extração, reduzindo a perda do analito e o tempo da análise. Apesar de algumas fases extratoras estarem disponíveis no comércio, o desenvolvimento de novas fases extratoras mais seletivas, estáveis e de baixo custo, tem sido necessário para o desenvolvimento da técnica, buscando um maior leque de aplicações e métodos com sensibilidade analítica adequada para as análises de compostos orgânicos em amostras complexas. Dentre os diversos novos materiais, nos últimos anos, aqueles baseados em hidrogel se mostraram promissores para aplicação como fase extratora, uma vez que se trata de um material estímulo responsivo, modulável e que apresentam em sua estrutura polimérica diversos sítios hidrofílicos, como grupos –OH, –COOH, -SO3H e –NH2. Esta última característica é de grande interesse, pois facilita a extração de compostos polares de matrizes aquosas, o que tem sido um obstáculo para as técnicas de extração em geral. A possibilidade de modular esses géis permite ainda a obtenção de fases mais seletivas, enquanto que a sua resposta sensível a estímulos externos pode ser empregada no controle da capacidade de retenção dos analitos por essa material. Além disso, estes materiais tem mostrado estabilidade química na presença de solventes orgânicos e estabilidade mecânica necessária para o uso em técnicas de microextração. Assim, diante das necessidades supracitadas, este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de novos dispositivos com fases extratoras baseadas em hidrogéis para aplicação em SPME (fibra e “in-tube”) e SBSE para determinação cromatográfica de interferentes endócrinos em fluidos biológicos para fins de monitorização terapêutica e avaliação de toxicidade. A viabilidade deste presente projeto é suportada pelos bons resultados apresentados, em matrizes aquosas, pelas fases de hidrogel desenvolvidas nos últimos anos em meu grupo de pesquisa, com auxílio financeiro do Projeto CNPq Universal 2014 (Processo: 442541/2014-7), que se encerrou em Novembro/2017 (seção 3.4 deste projeto).
  • Universidade Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno José Torres Fernandes

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • deslocamento de robôs assistivos com rotas planejadas por redes neurais generativas
  • A robótica é uma área de pesquisa em constante crescimento. Há décadas que robôs são empregados no ambiente industrial e, cada vez mais, observamos as suas possibilidades de uso no cotidiano e dentro de ambientes domésticos. Um dos usos alvo de vários estudos recentes na área de robótica diz respeito ao uso como uma tecnologia assistiva, onde os robôs são projetados para assistir os humanos em situações diversas. Entretanto, os robôs assistivos nem sempre são projetados levando em consideração que somente sua presença ou a forma como ele se aproxima de seres humanos pode levar a reações hostis. Em ambientes de saúde, por exemplo, onde o nível de estresse pode ser alto, o simples ato de deslocamento do robô tem que ser realizado de maneira cuidadosa para não gerar interferências negativas do ponto de vista emocional. Este projeto propõe então o desenvolvimento de um modelo com técnicas de inteligência artificial e reconhecimento de padrões para definição de rotas de robôs de maneira que os mesmos não adotem comportamentos invasivos no que diz respeito ao espaço pessoal de cada um durante seu deslocamento. O modelo deverá ser capaz de identificar pessoas num cenário, reconhecer suas emoções de maneira contínua e planejar rotas até um destino alvo tal qual um humano faria objetivando causar o menor impacto negativo possível. As redes neurais generativas recentemente propostas, chamadas de Generative Adversarial Networks, serão utilizadas para que a rota do robô possa ser definida mimetizando a planejada por humanos. Os experimentos serão realizados simulando ambientes de saúde e os robôs deverão então encontrar rotas similares aquelas definidas pelos profissionais da área, sendo que para esse propósito, uma base de dados que registre tais deslocamentos precisará ser construída. De forma a possibilitar métricas automatizadas e controladas do desempenho do robô na atividade em questão, será utilizado o simulador V-REP. Este projeto de pesquisa é uma continuidade de uma pesquisa iniciada num edital Universal de 2014 sob coordenação do pesquisador proponente e integra um conjunto de pesquisas de um edital Pronex de 2015 do qual o pesquisador proponente desta proposta faz parte.
  • Universidade de Pernambuco - PE - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Bruno Junior Neves

Ciências Biológicas

Parasitologia
  • inteligência artificial para a descoberta de novos candidatos a fármacos eficazes contra tripanossomatídeos
  • A doença de Chagas, tripanossomíase africana e leishmanioses fazem parte de um seleto conjunto de doenças tropicais negligenciadas graves e fortemente associadas com baixo índice de desenvolvimento socioeconômico. Todavia, o arsenal de quimioterápicos disponível para tratamento destas doenças é insatisfatório por apresentar efeitos adversos importantes, possuir propriedades farmacocinéticas inadequadas (e.g., administração por via parenteral) ou sofrer com aumento dos níveis de resistência. Face à necessidade de novos fármacos, na presente proposta planeja-se o desenvolvimento de uma nova geração de protótipos de fármacos tripanocidas e leishmanicidas através da integração de inteligência artificial, modelagem molecular e abordagens experimentais in vitro. Metodologicamente, modelos computacionais baseados em aprendizagem profunda e docagem molecular serão construídos e validados. Estes modelos serão implementados como filtros em triagens virtuais de milhões de compostos. A partir desta triagem, subconjuntos de compostos com potencial atividade tripanocida e leishmanicida e com perfis farmacocinéticos e toxicológicos mais adequadas serão selecionados para avaliação biológica experimental in vitro.
  • Centro Universitário de Anápolis - GO - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022