Projetos de Pesquisa

 

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Silvia Maria Meira Magalhães

Ciências da Saúde

Medicina
  • células supressoras derivadas da linhagem mielóide (mdsc’s) como reguladoras do processo inflamatório nos pacientes portadores de síndromes mielodisplásicas
  • As síndromes mielodisplásicas (SMDs) representam um grupo heterogêneo de doenças hematopoéticas que acometem indivíduos com idade superior a 60 anos, têm patogênese complexa que inclui desordem nas vias de sinalização, morte precoce das células progenitoras hematopoéticas (CPH) por apoptose (hematopoese ineficaz) e insuficiência medular. O diagnóstico é baseado nos achados de citopenias isoladas ou combinadas no sangue periférico, na identificação de alterações morfológicas em células hematopoéticas (displasias) e na presença de alterações citogenéticas. Muitos distúrbios envolvendo o sistema imunológico têm sido descritos na SMD por promover o desenvolvimento de inflamação e doença autoimune. Atualmente, uma população de células imunossupressoras de origem mielóide têm sido alvo de estudos em pacientes com câncer. As chamadas MDSC’s (células supressoras derivadas da linhagem mielóide) constituem um grupo de células mielóides progenitoras imaturas (iMC’s) com características heterogêneas na morfologia, em marcadores fenotípicos e na função celular, diferenciando-se em células mononucleares imaturas como as M-MDSC’s e a polimorfonucleares imaturas como PMN-MDSC’s. O papel das MDSC’s na proliferação do tumor, através da promoção da neovascularização e a invasão dessas células tumorais levando à metástase ainda não está totalmente descrito na literatura. A utilização da imunofenotipagem por citometria de fluxo permite a análise da expressão desses antígenos celulares, identificando quantitativa e qualitativamente expressões anormais relacionadas à linhagem e à maturação celular, evidenciando o aumento de células imaturas com imunofenótipos aberrantes. Diante do exposto, os objetivos desse estudo são avaliar a presença dessas células em pacientes portadores de SMD; comparar os resultados com um grupo de idosos sadios e diferenciar os subtipos de células MDSC’s de acordo com a classificação da SMD; avaliar os níveis séricos de interleucinas IL-1, IL-6, IL-10, IL-13; e mensurar o nível de fator de crescimento VEGF nesses pacientes.
  • Universidade Federal do Ceará - CE - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Silvia Martins dos Santos

Engenharias

Engenharia Elétrica
  • xxvi ciência viva
  • A Ciência Viva é uma feira do conhecimento, realizada anualmente desde 1995 na cidade de Uberlândia-MG, aberto a estudantes da educação básica (fundamental, médio, profissionalizante e da educação de jovens e adultos - EJA) das instituições de ensino do município e completará 26 anos em 2021. O objetivo da feira Ciência Viva é o de divulgação e popularização da Ciência, buscando promover a capacidade criativa e investigativa na construção do conhecimento, estimulando a realização de atividades de pesquisa nas escolas. Nesse sentido, acreditamos poder contribuir para formar estudantes comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade, além de despertar vocações e de revelar capacidades. As atividades são planejadas de forma a envolver a participação de equipes das escolas do município de Uberlândia e região, que serão selecionadas por uma banca avaliadora para apresentar seus trabalhos no evento principal, que deverá contar com a participação de 80 trabalhos. Serão realizadas ações formativas, como minicursos e oficinas, voltadas a professores e estudantes da educação básica interessados em participar da feira, buscando ajuda-los a compreender a proposta da feira e as suas possibilidades de participação, bem como aprender com suas práticas, favorecendo as trocas de saberes e estreitar a relação entre os organizadores da feira e os professores e alunos da educação básica. Além disso, a equipe de pesquisadores e monitores que compõe a comissão organizadora da feira buscará apoiar as ações desenvolvidas pelos professores e alunos nas escolas, buscando continuamente colaborar com esses no desenvolvimento dos trabalhos. Dentre os trabalhos apresentados haverá a seleção de pelo menos um para apresentação em evento de âmbito nacional.
  • Universidade Federal de Uberlândia - MG - Brasil
  • 30/12/2020-31/12/2022
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Silvia Midori Saito

Ciências Sociais Aplicadas

Planejamento Urbano e Regional
  • tecnologias educacionais inovadoras para abordagem interdisciplinar na redução de risco de desastres socioambientais
  • Vide projeto anexo
  • Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - SP - Brasil
  • 12/08/2019-30/11/2021
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Silvia Morales de Queiroz Caleman

Ciências Sociais Aplicadas

Administração
  • resiliência e sustentabilidade do modelo cooperativo: uma análise da emergência e ciclo de vida de cooperativas agropecuárias do estado de mato grosso do sul
  • Cooperativas são formas de ação coletiva em que as pessoas, de forma conjunta, buscam executar ações que seriam custosas ou inconcebíveis de se executar individualmente (STAATZ, 1984). De acordo com a OCB (2017), a cooperativa é uma organização mútua, gerida de forma democrática e participativa, com objetivos econômicos e sociais comuns cujos aspectos legais e doutrinários são distintos de outras sociedades. As cooperativas têm sua essência pautada nos princípios historicamente constituídos de Rochdale. Porém, ao longo dos anos, foi necessária adaptação por parte dessas organizações a fim de sobreviverem ao mercado cada vez mais competitivo. Essa adaptação fez com que muitas cooperativas buscassem um modelo alternativo, sem perder sua base tradicional, mas que pudesse torná-las mais competitivas. Esses novos modelos de cooperação são observados no Centro-Oeste do Brasil, especialmente no Mato Grosso, como atestado por Chaddad (2017), sendo denominadas de “cooperativas de nova geração”. A emergência de novos modelos de cooperativas em áreas de fronteira do agronegócio apresenta algumas particularidades. Ao contrário do sul do Brasil, região onde as cooperativas são de grande porte e formadas por pequenos produtores, no Centro-Oeste observa-se a criação de cooperativas de menor porte que são constituídas por grandes produtores. Essa dinâmica é também observada em Mato Grosso do Sul, cujo cenário de cooperativas agropecuárias apresentou mudanças nos últimos anos. Constata-se a entrada no Estado de cooperativas tradicionais da região Sul-Sudeste do país e a emergência de novos modelos de cooperativas nos moldes do que se observa no Mato Grosso. Como resultado, é natural esperar que cooperativas locais estejam sendo forçadas a rever suas estratégias, de modo a garantir sua participação no mercado. No entanto, algumas cooperativas não são bem-sucedidas e acabam por finalizar suas atividades, enfrentando a dissolução e liquidação da sociedade. Esses fenômenos fazem parte do ciclo de vida das cooperativas, o qual apresenta particularidades em comparação com o ciclo de vida das empresas mercantis, merecendo um olhar atento da academia (COOK, 1995; COOK; BURRESS, 2009). Frente a esta realidade, o tema “resiliência e sustentabilidade do modelo cooperativo” faz-se pertinente (ROELANTS et al., 2012; BIRCHALL; KETILSON, 2009). A capacidade de resiliência envolve questões relacionadas à inovação, porém quando se fala em inovação, a perspectiva de análise é comumente centrada nos aspectos tecnológicos. Esta pesquisa, por sua vez, investiga as inovações de ordem organizacional que as cooperativas empreendem em prol de sua resiliência e sustentabilidade. Em síntese, busca-se responder à questão sobre como a inovação organizacional contribui para a resiliência e sustentabilidade do modelo cooperativo. Para isso, objetiva-se identificar o papel da inovação organizacional para a resiliência e sustentabilidade do modelo cooperativo agropecuário. Especificamente, busca-se: i) identificar e caracterizar o ciclo de vida de cooperativas agropecuárias; ii) caracterizar os novos modelos de cooperativas agropecuárias no Estado de Mato Grosso do Sul sob a ótica da separação do direito de propriedade, de decisão e de controle e iii) realizar análise comparativa entre os novos modelos emergentes de cooperativas com cooperativas tradicionais. O ciclo de vida das cooperativas, a emergência de novos modelos cooperativos e as estruturas de governança adotadas (relacionadas à alocação dos direitos de propriedade, de decisão e de controle) são as principais dimensões teóricas e analíticas que norteiam este trabalho. Nesse contexto, a pesquisa inova ao fomentar o estudo das inovações organizacionais em sociedades cooperativas. Para tal, esta pesquisa enquadra-se como exploratória, sob uma abordagem qualitativa, desenvolvendo uma análise institucional comparativa. Quanto ao método de procedimento, a pesquisa será operacionalizada sob a forma de estudo multicaso, com foco na governança de seis cooperativas em Mato Grosso do Sul. Este projeto contará com a participação de docentes de instituições parceiras como FEARP (Observatório do Cooperativismo) e RSM/Erasmus University (Roterdã). Com isso, objetiva-se fortalecer parcerias interinstitucionais e internacionais, fomentando novos projetos de pesquisa científica, a formação de mestres e doutores e ampliar a participação do Estado na Rede Brasileira de Pesquisadores do Cooperativismo.
  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - MS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022