Projetos de Pesquisa

 

Foto de perfil

Vinicius Gripp Barros Ramos

Ciências Exatas e da Terra

Matemática
  • topologia simplética: dos fundamentos às aplicações
  • O presente projeto se propõe a pesquisar diferentes problemas de geometria e topologia simplética usando um conjunto de técnicas provenientes do estudo de subvariedades lagrangianas, de curvas pseudo-holomorfas e de teoria de calibre. O objetivo geral do projeto é usar tais técnicas para analisar diferentes problemas relacionados com fibrações lagrangianas e mergulhos simpléticos.
  • Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
Foto de perfil

Vinicius Hector Abud Louro

Ciências Exatas e da Terra

Geociências
  • investigação geológico-geofísica da província aurífera de alta floresta
  • O território brasileiro vem continuamente coberto por levantamentos geológicos-geofísicos desde a década de 1970. No entanto, estima-se que menos de um terço do potencial mineral do país tenha sido explorado até os dias de hoje. A geofísica, que cada vez mais se torna uma ferramenta-chave na exploração mineral, é aqui apresentada como uma ferramenta de investigação para uma das áreas de maior potencial exploratório no país: a Província Aurífera de Alta Floresta, no norte do estado de Mato Grosso. Esta província, que vem sendo alvo de recorrentes descobertas de novos depósitos de Au e Cu mineralizados a partir de intrusões pórfiras, se mostra como a área a ser decifrada numa nova corrida exploratória. Esforços complementares de análises geofísicas e geológicas são propostas neste projeto, com foco principal nas aquisições de dados geofísicos terrestres. A integração de dados aéreos magnéticos e gamaespectrométricos, com dados terrestres de magnetometria, gravimetria e polarização induzida, juntamente a observações geológicas e estruturais permitirão a proposição de modelos geológico-geofísicos de alvos conhecidos e proposição de novos alvos em potencial, além da contribuição ao conhecimento da evolução desta região ainda amplamente discutida pela comunidade científica.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
Foto de perfil

Vinícius Maran

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • middleware de gerenciamento de dados para aplicações pervasivas em campus universitários inteligentes
  • A área de computação ubíqua define que a computação deve estar presente em ambientes paraauxiliar o usuário na realização de suas tarefas diárias de forma eficiente. Para que isto aconteça, sistemas considerados ubíquos devem ser conhecedores do contexto e devem adaptar seu funcionamento em relação aos contextos capturados do ambiente e às situações em que os usuários estão inseridos. Um dos tópicos recentes na área de computação ubíqua trata da definição e construçãode ambientes inteligentes, que utilizam tecnologias, metodologias ou modelos provenientes da áreade computação ubíqua. Em ambientes inteligentes, sistemas são capazes de adquirir e aplicar conhecimento para melhorar a experiência de habitantes destes sistemas (Morandi et al., 2016). Umaaplicação da área de ambientes inteligentes trata da criação de espaços inteligentes em universidades, criando campus universitários inteligentes (smart university campus). Campus universitáriostradicionais possuem recursos educacionais e serviços que são utilizados frequentemente pela comunidade acadêmica, e outros que podem ser utilizados pela população em geral. Através da utilização de tecnologias, metodologias ou modelos provenientes da área de computação ubíqua, estes campus universitários podem se tornar mais inteligentes, recomendando ou adaptando serviços de acordo com as necessidades dos usuários, gerenciando recursos, entre outros (Kwok, 2015). Apesar da existência de propostas relacionadas ao tema de campus universitários inteligentes, com a apresentação de frameworks, aplicações e tecnologias, e com os esforços para conceituar campus universitários inteligentes, ainda não há um consenso na literatura em relação à definição do termo. Isto resulta em diferentes abordagens para o mesmo tema. Enquanto trabalhos como os apresentados em (Liu,2016; Abuarqoub et al., 2017; Nie, 2013) propõe definições de Campus Inteligentes voltadas à integração de tecnologias como internet das coisas e computação em nuvem em campus universitários. Por outro lado, trabalhos como os apresentados em (Bandara et al., 2016; Yu et al., 2011; Kwok, 2015)propõe definições de Campus Inteligentes voltadas à integração de tecnologias ubíquas e pervasivas para definição de um novo paradigma de pensamento pertencente a um ambiente de campus inteligente, que engloba vários aspectos de inteligência, como o e-learning, redes sociais e comunicações para a colaboração no trabalho, sustentabilidade ambiental e de TICs com sistemas inteligentes de gerenciamento de recursos. Uma característica comum à todas estas propostas é necessidade de existir uma adaptação rápida do ambiente em relação às demandas, que podem ter diversas origens e contextos diferentes. Esta necessidade de adaptação está diretamente relacionada à forma comque informações de contexto são coletadas e gerenciadas (Perera et al., 2014). Informações de contexto podem ser representadas de diversas formas em sistemas computacionais e pesquisas recentes(Perera et al., 2015; Gil et al., 2016; Whitmore et al., 2015) demonstram que a representação destas informações baseada em ontologias apresenta vantagens importantes se comparada à outras soluções, destacando-se principalmente o alto nível de expressividade e a padronização de linguagens para a representação de ontologias. Informações sobre o domínio (utilizadas em sistemas de informação nas universidades) são frequentemente representadas em bancos de dados relacionais. Esta diferença em relação a modelos de representação, com o uso de ontologias para representação de contexto e representação relacional para informações de domínio, implica em uma série de problemas no que se refere à adaptação e distribuição de conteúdo em aplicações para ambientes inteligentes. Dentre os principais problemas pode-se destacar a dificuldade de alinhamento entre as informações de domínio e de contexto, a dificuldade na distribuição destas informações para aplicações sensíveis ao contexto e as diferenças entre modelagens de contexto e de domínio (o conhecimento sobreos objetos do domínio). Este projeto de pesquisa apresenta a proposta de conceituação e definição de um middleware de gerenciamento de contexto, que implementado através de prototipação atua como uma camada externa a sistemas de informação e aplicações pervasivas, gerenciando a aquisição, armazenamento e inferência de contexto, bem como as consultas entre informações de contexto e informações de domínio. Com a aplicação deste middleware, suportado por uma série de regras formais de ligação entre modelagens de contexto e domínio, a recuperação contextualizada de informações se tornaria possível em sistemas de informação e aplicações pervasivas desenvolvi-das no contexto de Campus Universitários Inteligentes, utilizando a expressividade necessária para a modelagem de contexto através de ontologias e permitindo o uso de informações modeladas em esquemas relacionais previamente definidos e utilizados por sistemas de informação. Desta forma, pretende-se avaliar a aplicação deste middleware e os serviços disponibilizados por ele através da implementação e utilização de aplicações-teste aplicadas no campus universitário da Universidade Federal de Santa Maria, campus Cachoeira do Sul.
  • Universidade Federal de Santa Maria - RS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
Foto de perfil

Vinícius Santos Andrade

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • inclusão e acessibilidade aplicada em feira de ciências
  • A educação inclusiva tem sido conceituada como processo de educar conjuntamente e de maneira incondicional, nas classes do ensino comum, alunos ditos típicos com alunos com necessidades especiais. Pelo reconhecimento do valor humano e dos direitos desses indivíduos, adotou-se como objetivo o oferecimento de educação para todos, e proclamou-se, entre outros princípios, a necessidade de inclusão da educação especial dentro dessa perspectiva. É diante desse novo paradigma educativo, em que a escola deve-se redefinir como uma instituição social que tem por dever atender a todos os alunos, sem exceção, que surgem os aspectos que se julgam principais na construção de uma proposta inclusiva e que serão aqui analisados. É neste contexto que a presente proposta tem como meta organizar uma feira de ciências, a ser realizada na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2021. O tema desta feira será “Inclusão e Acessibilidade”. Esta feira de ciências será realizada no Centro Universitário Das Faculdades Associadas De Ensino – UNIFAE. Serão realizados experimentos e mostras que abranjam os cursos de graduação desta Universidade, de tal forma que cada área mostre, de forma criativa, soluções simples que possam impactar diretamente nas vidas das pessoas com necessidades especiais, e que ainda possa contribuir significativamente em ganhos individuais e no auxílio do seu desenvolvimento. A inclusão estará não somente inserida nos temas dos experimentos e mostras a serem apresentados, mas também, na participação da elaboração e execução dos mesmos, visto que a elaboração e execução desta feira contará com a participação de alunos inclusivos do ensino médio de colégios da rede pública do município de São João da Boa Vista - SP. Para isto, serão formados grupos de trabalho, os quais serão compostos por graduandos da UNIFAE, e alunos de ensino médio de colégios do município, tantos alunos típicos quanto alunos inclusivos. Durante todo o processo de elaboração dos experimentos, os grupos de trabalho acima citados, terão o suporte dos docentes da UNIFAE, e de uma equipe especializada em adolescentes e jovens com necessidades especiais, composta por terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, psicóloga e pedagoga. Esta equipe irá acompanhar e dar o todo suporte necessário para que essa interação entre os alunos típicos e inclusivos seja a mais produtiva possível. A equipe auxiliará também todos os participantes envolvidos na feira, para que o aprendizado e desenvolvimento das relações interpessoais sejam positivas no que diz respeito ao convívio e no desenvolvimento do trabalho entre eles. Por fim, espera-se, ao final deste projeto, que todo o público envolvido (sejam elaboradores, executores ou expectadores), tenham adquirido conceitos e reflexões, tanto no âmbito científico quanto no âmbito social. No caso da equipe executora (alunos de graduação e alunos de ensino médio), que tenham amadurecido sua liderança, planejamento conhecimento, responsabilidade e relação interpessoal. Ainda no caso da equipe executora, que os alunos inclusivos tenham se deparado com suas próprias superações e capacidade de criar, participar e apresentar trabalhos. E por fim, que os expectadores da feira, ao terem acesso aos experimentos que tenham como tema inclusão social, possam aprender e refletir sobre dificuldades de pessoas com deficiências, assim como se conscientizarem de que os deficientes também apresentam capacidades e talentos. Por fim, espera-se que, através de uma dinâmica participativa, solidária e hospitaleira proporcionada para todos na Feira de Ciências, a deficiência seja vista como multiplicidade, que se constrói por meio da conexão e interação com todos os envolvidos neste projeto.
  • Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino - SP - Brasil
  • 12/01/2021-31/01/2023