Projetos de Pesquisa

 

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Andreia de Freitas Zompero

Ciências Humanas

Educação
  • ensino por investigação relativo à temática saúde: um estudo com licenciandos do curso de ciências biológicas.
  • As transformações na sociedade decorrentes dos avanços da ciência, tecnologia e das questões que envolvem saúde, como vivenciadas no momento atual, impactam de maneira significativa nas necessidades formativas educacionais. Portanto, os professores necessitam planejar e empregar estratégias de ensino que promovam reflexão e discussão para os estudantes desenvolverem o senso crítico, autonomia e protagonismo. Essas indicações são congruentes às da Base Nacional Comum Curricular para o ensino de Ciências. Nesse sentido, o documento aponta que o processo investigativo deve ser entendido como elemento central na formação dos estudantes, atrelado a situações didáticas planejadas ao longo de toda a educação básica. Diversos estudos, nacionais e internacionais, apontam dificuldades para a realização de práticas investigativas, assim, é fundamental que os programas de formação ofereçam suporte pedagógico e epistemológico aos professores. Neste estudo pretende-se responder qual o desempenho dos licenciandos de curso de Ciências Biológicas ao desenvolverem atividades investigativas durante o estágio supervisionado com alunos na educação básica. O objetivo é analisar o impacto da formação no desempenho dos licenciandos participantes dos dois países ao desenvolverem atividades de investigativas Trata-se de uma pesquisa que integra abordagem quali e quantitativa visando analisar a implementação do Ensino de Ciências por investigação pelos licenciandos. A amostra incluirá graduandos em Ciências Biológicas de duas universidades Brasileiras e uma Universidade Portuguesa. Os dados serão coletados por meio de observação feita pelos pesquisadores e entrevistas em grupo focal. O desempenho dos licenciandos durante as aulas serão registados e analisados na ferramenta analítica específica, parte da análise quantitativa. A transcrição da entrevista será analisada com base na análise textual discursiva (ATD) que compõe etapa qualitativa.
  • Universidade Estadual de Londrina - PR - Brasil
  • 01/04/2022-30/04/2025
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Andréia Marini

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • meninas! programação de computadores com artes, ciências, jogos e matemática
  • Aumentar a representação feminina em áreas científico-tecnológicas e possibilitar maior aproveitamento da capacidade intelectual feminina são grandes desafios da contemporaneidade para promover uma real promoção na igualdade de gênero. Esse desperdício de potencialidades, pode ser identificado em escala mundial e ações que confrontem esse problema podem promover o enriquecimento da produtividade científica e tecnológica (isso se tornaria possível por meio de uma diversidade de pensamentos, novas visões e diferentes perspectivas). Diversas políticas públicas no Brasil e no mundo têm sido lançadas buscando a mudança desse cenário, objetivando o incentivo e motivação de meninas para a Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. O presente projeto visa oferecer um espaço de discussão, aprendizado e integração entre alunas de escolas públicas de Educação Básica do Ensino Médio e de graduação que estejam matriculadas em cursos de Engenharia. A metodologia aplicada será desenvolvida por meio de rodas de conversa, oficinas, confecção de um mural, exposição fotográfica e encerramento. Essas atividades serão previamente organizadas em reuniões periódicas com os bolsistas e professores envolvidos. O projeto proposto será desenvolvido em três escolas públicas localizadas na cidade de São Bento do Sul/SC. Todas as escolas escolhidas se encontram em regiões carentes do município que requerem maior atenção no que tange a atividades tecnológicas, ainda mais, quando se referem às atividades de mulheres, que em sua maioria estão ligadas a atividades domésticas e levando em conta também a sociedade são bentense. Entende-se que proporcionar contato com atividades de cunho tecnológico, gerar uma visibilidade de importantes contribuições femininas nas ciências, incentivar, orientar e motivar as meninas para áreas das Ciências e Tecnologia possam motivar meninas e mulheres na escolha da profissão e estabelecendo assim o primeiro passo para o aumento da participação de mulheres nas ciências.
  • Instituto Federal Catarinense - SC - Brasil
  • 22/03/2021-30/09/2022
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Andreia Mendes dos Santos

Ciências Humanas

Educação
  • laboratório das infâncias, promovendo elos entre o protagonismo das crianças e educação continuada de jovens universitários
  • Desde o ano de 2020 a educação opera pela reinvenção de recursos pedagógicos, físicos e psíquicos para minimizar problemas e desigualdades agudizadas pela pandemia da COVID-19. O afastamento da rotina da escola, entre outros fatores, apresentaram às crianças restrições no desenvolvimento, aprendizagens, relações e experiências. No ensino superior, os processos formativos também foram afetados, exigindo o planejamento de novas estratégias de ensino e de aprendizagem. Este projeto toma como ponto de inflexão a importância da experiência das crianças na infância, bem como, a formação de futuros profissionais para atuarem nesta área do conhecimento. O principal problema situa-se na produção de experiências infantis e nos processos formativos no ensino superior, com vistas ao trabalho junto às crianças. A hipótese é de que na educação práticas pedagógicas de experiências e vínculos com conhecimento podem promover e potencializar um trabalho colaborativo na formação de universitários, impactando também nas experiências das crianças, tomando referenciais epistemológicos da Psicologia e da Educação. O pressuposto metodológico é a de pesquisa-ação qualitativa, realizada por meio de pesquisa documental, observação e entrevistas com crianças, familiares, docentes e universitários em práticas no Laboratório das Infâncias da PUCRS entre 2022 e 2025. Como campo de estágios a Psicologia e licenciaturas, no LabInf serão desenvolvidas atividades e ações sobre questões que envolvam sofrimento psíquico e dificuldades na vida escolar durante o isolamento social e/ou o retorno à presencialidade nas escolas. Após análise de conteúdo, pretende-se que os resultados deste projeto colaborem com a área, promovendo conhecimento acerca da educação mediada pelo trabalho colaborativo para produzir protagonismo infantil e formar novos profissionais apropriados de uma concepção que os responsabiliza como agentes ativos no desenvolvimento, aprendizagens, vínculos e experiências infantis.
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - RS - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025
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Andreia Morales Cascaes

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • condições de saúde bucal e determinantes sociodemográficos, psicossociais, comportamentais, de acesso e utilização de serviços das pessoas transgênero em florianópolis-sc
  • A saúde bucal das pessoas transgênero apresenta diversos desafios para a saúde pública, tais como mudanças no complexo craniofacial decorrentes do uso de terapia hormonal, maior consumo de produtos de tabaco, traumas na face associados a eventos de violência, problemas com autoimagem dos dentes e dificuldades no acesso aos cuidados odontológicos. A ausência de informações epidemiológicas sobre saúde bucal dessas pessoas aliada à insuficiência de políticas, serviços e ações voltados para prevenção, controle e tratamento dos problemas de saúde bucal as colocam em situação ainda maior de discriminação e opressão social. Com o objetivo central de conhecer as condições de saúde bucal das pessoas transgênero e relacioná-las com fatores sociodemográficos, psicossociais, comportamentais, e de acesso e utilização de serviços de saúde, propõe-se o primeiro estudo epidemiológico a ser realizado no Brasil. O recorte dessa pesquisa ocorrerá em Florianópolis-SC e incluirá toda população transgênero adulta cadastrada na Atenção Primária à Saúde (APS) e que vem sendo acompanhada pelo serviço de atenção à saúde especializada da pessoa transgênero, totalizando 520 pessoas (setembro/2021). O inquérito será de base domiciliar e incluirá uma entrevista face a face por meio de questões sociodemográficas, psicossociais, comportamentais e de acesso e uso de serviços de saúde, além de um exame abrangente para avaliação das condições de saúde bucal. Os resultados contribuirão com o avanço do conhecimento científico da área e irão auxiliar a gestão local com o planejamento e a organização de serviços odontológicos na APS e na atenção de média e alta complexidade. As evidências geradas poderão servir de referencial teórico para futuras pesquisas, sendo de interesse para comunidade, profissionais de saúde e gestores, além de contribuir com a avaliação da Política Nacional Integral de Saúde para LBGT+ assim como melhorar o alcance da Política Nacional de Saúde Bucal.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 11/04/2022-30/04/2025
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Andreia Pelegrini

Ciências da Saúde

Educação Física
  • parâmetros de densidade e geometria óssea em atletas adolescentes: um estudo de seguimento
  • A saúde óssea é influenciada por fatores genéticos, hormonais e comportamentais (exposição ao sol, alimentação, atividade física e/ou participação em exercícios físicos/esportes). A participação em esportes, especialmente, durante o crescimento tem favorecido o acúmulo de minerais na estrutura óssea, contribuindo para a manutenção desse perfil na idade adulta. Entretanto, nem todos os tipos de exercícios físicos/esportes parecem favorecer o desenvolvimento ósseo, e o conhecimento acerca de qual modalidade pode agregar à saúde óssea é uma lacuna que suscita ser preenchida. Os exercícios físicos, principalmente os esportes de impacto (osteogênicos), podem aumentar a resistência óssea se incorporados na vida diária. Assim, pressupõe-se que os esportes podem se constituir como um meio importante para promover a saúde óssea quando praticados na adolescência. O acompanhamento das alterações nos parâmetros ósseos é necessário e poucos estudos foram conduzidos nessa perspectiva, de modo que ainda permanece desconhecido o efeito de quais práticas podem melhor contribuir com essas propriedades ósseas. Diante do exposto, questiona-se: Os atletas engajados em modalidades esportivas osteogênicas apresentam níveis melhores de densidade, conteúdo mineral ósseo e geometria óssea quando comparados aos de modalidades esportivas não-osteogênicas e aos do grupo controle? Será conduzido um estudo longitudinal (24 meses), com adolescentes atletas (11-18 anos), de ambos os sexos, estratificados em três grupos: controle, osteogênico (atletismo, handebol, voleibol, basquete e judô) e não osteogênico (ciclismo e natação). Serão coletadas informações relativas à densidade mineral óssea, conteúdo mineral ósseo, geometria óssea, massa magra, massa de gordura, força estática, força isocinética, osteocalcina, CTx, interleucina-6, TNF-alfa, testosterona, estradiol, GH e IGF-1, frequência alimentar, atividade física e informações sobre o engajamento no esporte.
  • Universidade do Estado de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025