Projetos de Pesquisa

 

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Alda Cristina Silva da Costa

Ciências Sociais Aplicadas

Comunicação
  • “mídia e violência: sentidos e significados na amazônia” – versão 3
  • Esta pesquisa integra a compreensão dos fenômenos sociais, em específico a violência, a partir da midiatização da sociedade, considerando a transformação das referências simbólicas, da consciência contemporânea, dos processos de construção da realidade, da identificação dos sujeitos, e da reconfiguração da vida social. Ou seja, alinha-se entre as relações sociais e a prática dos meios. A proposta, busca ao mesmo tempo cartografar os conflitos de violência identificados na Amazônia e analisar as interações comunicativas entre os indivíduos, a mídia, os lugares e as instituições, sobre essas experiências no ambiente urbano e/ou rural. A violência é entendida de forma polissêmica, múltipla e plural, e de definição das alteridades. Por isso, qualquer que seja a forma através da qual se manifeste a violência, quase sempre recorre ao simbólico para se expressar (e, por sua vez, pode ser por ele engendrada). Assim, parte-se da hipótese de que há uma cultura do medo, a partir da violência, que tem transformado as sociabilidades, considerando que os indivíduos alteram suas relações com o outro e com os lugares. O medo passa a ser uma condição ou qualidade social que emerge ou subsume em função da relação real ou imaginária com o mundo exterior. Tal premissa é alimentada, em grande parte, pelas representações sociais produzidas pelas narrativas midiáticas. Como metodologia de análise e investigação, selecionamos: a) método cartográfico na reflexão do papel das periferias num novo mapa global, entre diversidade e resistência, possibilitando um exercício próprio do pensar sobre a diversidade da realidade amazônica; b) análise narrativas sobre a violência, a partir das construções ou representações feitas pelos indivíduos e pela mídia que podem conformar e/ou reelaborar as narrativas sobre e para a sociedade, podendo interferir diretamente, na compreensão das pessoas sobre o cotidiano dos amazônidas; e c) entrevistas narrativas (EN) com moradores do território.
  • Universidade Federal do Pará - PA - Brasil
  • 22/03/2022-31/03/2025
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Alda Izabel de Souza

Ciências Agrárias

Medicina Veterinária
  • bioacumulação simulada com glifosato: apis mellifera como modelo de bioindicador para qualidade ambiental
  • Atividades antrópicas relacionadas ao setor agropecuário têm alterando a estrutura ecossistêmica. A necessidade de fortalecer a produção agropecuária em sistemas que priorizam o uso de tecnologias para manutenção de ecossistemas saudáveis tem como exigência, estabelecer protocolos para processos de certificação, com a finalidade garantir a qualidade ambiental. Alguns contaminantes podem danificar, direta ou indiretamente, o material genético ou provocar lesões teciduais em organismos vivos. O glifosato, químico com ação herbicida não-seletiva sistêmica é amplamente utilizado, em diferentes formulações. Nesse contexto, o uso de bioindicadores destaca-se como alternativa para avaliar o impacto ambiental de contaminantes, por meio da detecção precoce do efeito indesejável de substâncias tóxicas em seres vivos. O ensaio do cometa (EC) e o teste do micronúcleo (MN), exames histológicos e detecção de atividade enzimática podem ser aplicados para analisar os efeitos de substâncias tóxicas em diferentes espécies animais. Diante da possibilidade de utilizar esses métodos para o monitoramento e certificação de qualidade ambiental, esse projeto sugere Apis mellifera como modelo animal, justificando sua fundamental importância como polinizadora, garantindo a produção de alimentos e a manutenção da biodiversidade tanto em sistemas produtivos agrícolas, como em ambientes silvestre. Para avaliar o modelo proposto, os grupos de experimentais serão expostos, em diferentes tempos, a concentrações crescentes de glifosato (bioacumulação simulada). Posteriormente serão realizados os testes EC, MN, histologia de intestino e detecção da atividade enzimática de catalase, superóxido dismutase (SOD) e Glutationa S Tranferase (GST) para verificar a presença das lesões e sua relação dose efeito. Com isso, supõe-se que esse modelo pode ser facilmente aplicável a campo para o biomonitoramento de qualidade ambiental.
  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - MS - Brasil
  • 09/02/2022-28/02/2025