Projetos de Pesquisa

 

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Wilson Mozena Leandro

Ciências Agrárias

Agronomia
  • grafeagro - bioinsumos a base de grafeno na agricultura 4.0
  • A Agricultura 4.0 refere-se a um conjunto de tecnologias de ponta integradas e conectadas. Tem sido muito associado à tecnologia digitais por meio de softwares, sistemas e diversos dispositivos conectados e integrados permitem a automação dos processos. Isso está intimamente relacionado ao conceito de IoT (Internet of Things). Com isso, equipamentos e profissionais trabalham de modo conectado e otimizado a produção agrícola, em todas as suas etapas. Porém, apesar desta abordagem, a agricultura 4.0 é muito mais ampla e complexa envolve também a biotecnologia, bioinsumos, agricultura orgânica. A taxa de crescimento da agricultura orgânica no mundo é de 30%. Este sistema envolve a melhoria do uso de insumos e a sua interconexão com a natureza em especial a sua biodiversidade. Nesta situação perdas consideráveis de nutrientes são comuns onerando os custos de produção e produzindo impactos negativos ambientais diversos. Os nutrientes fornecidos às culturas através de fertilizantes que são, na sua maioria, sais solúveis em água. Em solos arenosos ácidos ou ambientes de alta pluviosidade, estes sais podem ser perdidos por lixiviação e escoamento. Isso exige altas doses de fertilizantes, o que tem graves implicações ambientais, além de um alto custo. Portanto, o desenvolvimento de fertilizantes de liberação lenta e baixo custo é essencial para controlar a liberação de nutrientes. Os fertilizantes são insumos dolarizados e alterações cambiais tem impacto significativo na cadeia sendo a melhoria de sua eficiência é condição fundamental para sua sustentabilidade. Neste aspecto o grafeno, um derivado da grafita, pode auxiliar de forma marcante. A grafita oriunda de metamorfismo do carbono orgânico ou de rocha carbonatada, pode em condições naturais estar em três variedades: flocos cristalinos, microcristalina ou amorfa e em veios cristalinos ou lump. Todos esses tipos de grafita são identificados por meio de características físicas e químicas, cujas propriedades básicas são: maleabilidade, absorvência, inércia química, elevadas condutividades térmica e elétrica, bem como excelentes propriedades refratárias, dentre outras. As reservas mundiais de grafita somam cerca de 390 milhões de toneladas, das quais 56% estão localizadas na China e 27% no Brasil.. Destacam-se como maiores produtores China, Índia, Brasil, México e República Tcheca, que respondem por 85% da produção mundial.. A demanda de grafita no Brasil é a seguinte: indústria siderúrgica e fundição 80,0%; baterias 6,5%; refratário 6,0%; tintas e vernizes 2,0% e outros 5,5%. A transformação da grafita em grafeno abriu um leque de aplicações no mundo. As propriedades de condutores elétricos e o advento do automóvel híbrido utilizando célula a combustível e/ou bateria de grafeno pode alcançar a autonomia de 1000 km e constitui a maior demanda futura da grafita, estimada em 300.000 t/ano. A utilização da grafita para essa demanda é a de alta pureza e estrutura cristalina. No Brasil a maioria das reservas não tem essas característica e seu uso normalmente é em atividades de menor valor agregado. O produto que a equipe do projeto busca é essa de menor pureza e menor estrutura cristalina como meio a microrganismos eficazes e para controlar a disponibilidade de nutrientes. Deste modo para melhorar a eficiência agronômica nas plantas e melhorar a competitividade econômica do agronegócio brasileiro O uso de um sistema de transporte com base em grafeno, para o fornecimento de microrganismos eficazes e nutrientes às culturas traz benefícios como o aumento da eficiência do fertilizante e redução do impacto ambiental. Para seu crescimento e desenvolvimento as culturas necessitam de nutrientes. A dinâmica destes nutrientes é intermediada por microrganismos. Constituintes da microflora, as rizobactérias que promovem o crescimento de plantas (RPCV), podem proporcionar benefícios diretos no desenvolvimento das plantas, como a promoção do crescimento, pois alguns grupos bacterianos produzem fitormônios como ácido indolacético (AIA), citocininas e giberelinas, ou solubilizam fósforo e produzem sideróforos.
  • Universidade Federal de Goiás - GO - Brasil
  • 20/10/2020-30/04/2021
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Wilson Rosa de Oliveira Junior

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • sistemas quânticos abertos: capacidade computacional e aplicações em aprendizado de máquinas e redes neurais sem pesos
  • Ampliamos o estudo do poder computacional, a dinâmica e os algoritmos de aprendizagem de Redes Neurais baseadas em RAM quântica (qRAM) realizado anteriormente em diversos projetos (Editais Universal, PRONEX, etc passados) a classe mais ampla dos Sistemas Quânticos Abertos, em geral, e o modelo de circuitos quânticos, em particular. As qRAM são definidas via circuitos quânticos, generalizando o estudo das Redes Neurais Sem Peso (que são compostas de circuito booleanos clássicos). Especificamente pretende-se: (1) Investigar a Dinâmica e Caos nos Sistemas Quânticos Abertos, (2) Investigar o poder computacional dos Sistemas Quânticos Abertos, (3) Particularizar os resultados aos circuitos quânticos e as qRAM. (4) Verificar o desempenho, a vista do resultados teóricos, das qRAM e/ou dos circuitos quânticos em problemas de Aprendizado de Máquina, particularmente relacionados a problemas relacionados com a Bioinformática. (5) Desenvolver software de simulação dos sistemas quânticos estudados em GP-GPU.
  • Universidade Federal Rural de Pernambuco - PE - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2021