Projetos de Pesquisa

 

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Aiala Vieira Amorim

Ciências Agrárias

Agronomia
  • análise integrada da qualidade do solo, fisiologia e pós-colheita de cultivares de abóbora em diferentes manejos agroecológicos
  • A exploração dos ecossistemas naturais, juntamente com o crescimento exponencial da população mundial, que favorece a demanda por novas áreas para agricultura e pecuária, tem desencadeado uma maior quantidade de áreas degradadas no mundo. Um dessas áreas é o bioma Caatinga, o qual vem sofrendo intenso desmatamento em virtude de manejos inadequados. Uma forma de buscar a sustentabilidade agrícola é a realização de cultivos associados à mata nativa, podendo as espécies de cucurbitáceas ser promissoras nesta prática. Neste contexto, o objetivo geral desse projeto será avaliar, de forma integrada, as respostas edáficas, fisiológicas e a qualidade pós-colheita de três variedades de abóbora (Cucurbita moschata) submetidas a diferentes manejos agroecológicos, com vistas à obtenção de subsídios para estabelecimento de um manejo promissor dessa hortaliça em condições de campo. No estudo serão utilizados dois sistemas de cultivo e três cultivares de abóbora, distribuídas em um delineamento de parcelas subdivididas. O experimento será realizado durante três anos sucessivos onde serão avaliados: as condições edáficas (físicas, químicas e biológicas), determinações fisiológicas nas plantas (crescimento e trocas gasosas) e qualidade pós-colheita (características físicas e físico-químicas dos frutos). O estudo será realizado em uma área localizada no município de Acarape, Ceará. Espera-se identificar o melhor manejo agroecológico para o desenvolvimento das cultivares de abóbora, contribuir para a formação de recursos humanos, realizar atividades de integração e publicar os resultados da pesquisa, mediante a elaboração de artigos, monografias, dissertações, palestras e seminários.
  • Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - CE - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2020
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Ailton Reis

Ciências Agrárias

Agronomia
  • diversidade de isolados de pythium obtidos de hortaliças no brasil, gama de hospedeiros e sensibilidade ao fungicida mefenoxam
  • A olericultura representa importante setor da agricultura brasileira, em especial pela relevante participação das hortaliças na alimentação de boa qualidade, geração de empregos e retorno financeiro em pequenas áreas. Apesar de ser um mercado altamente diversificado em termos de produtos, cerca de 12 espécies de olerícolas - entre elas a batata, o tomate, a cebola, a cenoura, a alface, as folhosas da família Brassicaceae e as cucurbitáceas representam mais de 80% do valor total gerado pelos hortigranjeiros. A cadeia produtiva de hortaliças possui vários entraves ao aumento da produção e/ou qualidade do produto em razão principalmente das mudanças climáticas já presenciada nos últimos anos, custo dos insumos e incidência de pragas e doenças. Diversos problemas fitossanitários ainda desafiam e limitam a produtividade e qualidade de diversas culturas, merecendo destaque patógenos habitantes do solo em razão da dificuldade de controle. Dentre esses, os oomicetos compõe um grupo de organismos heterotróficos compreendendo várias espécies fitopatogênicas, principalmente dentro dos gêneros Phytophthora e Pythium. Oomicetos do gênero Pythium estão entre os patógenos mais comumente distribuídos no solo, sendo geralmente polífagos e de rápido desenvolvimento. Estes patógenos causam diversas doenças em hortaliças, sendo as principais o tombamento de mudas e podridões de raiz. A dificuldade de controle destes oomicetos em hortaliças deve-se principalmente à ampla gama de hospedeiras (isto dificulta o emprego de rotação de culturas), à reduzida oferta de fungicidas registrados e o surgimento de populações resistentes aos poucos ingredientes ativos utilizados em seu controle. O principal fungicida utilizado no controle de oomicetos, o mefenoxan, apresenta sítio de ação específico, podendo selecionar indivíduos resistentes. Assim, é importante conhecer a diversidade de espécies de Pythium que atacam hortaliças no Brasil, pois isso implica diretamente na determinação da gama de hospedeiros e a sensibilidade a fungicidas das principais espécies identificadas, visando ter suporte para decidir quais as medidas de manejo a serem implementadas. É importante mencionar que existem poucos grupos de pesquisa trabalhando com oomicetos fitopatogênicos no Brasil. No caso do gênero Pythium, praticamente não existem grupos de pesquisa trabalhando com as espécies fitopatogênicas. Um diferencial deste projeto é que a coleção representativa de isolados já está praticamente montada e o pesquisador coordenador da pesquisa localiza-se no Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças, que tem parceiros nas diversas regiões produtoras e ainda recebe amostras de hortaliças, para diagnose de doenças, de todo o Brasil. Estes fatores, aliados a algumas viagens pontuais, são estratégicos para a montagem de uma coleção representativa de isolados de Pythium. O objetivo deste projeto é realizar a caracterização morfológica e molecular de isolados de Pythium provenientes de diversas regiões produtoras de hortaliças do Brasil. A partir dessa caracterização, ter-se-á informação essencial para a proposição de medidas sustentáveis de controle ao se poder determinar a patogenicidade em diferentes espécies olerícolas (manejo cultural) e avaliar a sensibilidade ao fungicida mefenoxam (controle químico).
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - DF - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Aires Jose Rover

Ciências Sociais Aplicadas

Direito
  • ferramentas, funcionalidades e procedimentos para um processo eletrônico mais célere
  • Percebe-se atualmente a falta de pesquisa de campo que busque identificar, mensurar e avaliar as peculiaridades da implementação do processo eletrônico e é nesse sentido que este projeto inova, ao contribuir com a verificação empírica, aguçando o debate teórico sobre a lacuna, tanto quantitativa quanto qualitativa, que os relatórios elaborados pelo Conselho Nacional de Justiça (em especial os trazidos pelo Justiça em Números) deixam. É necessário produzir dados por meio de ferramentas objetivas quando se trata de um instrumento com potencial tão grande frente à crise de eficiência que permeia o Poder Judiciário. Em razão disso, este trabalho busca analisar quais as ferramentas, funcionalidades e procedimentos diferenciais nos modelos de processo eletrônico existentes em tribunais eficientes. Para tanto, como problema, considerando a realidade de transição de processos físicos para digitais, questiona-se a possibilidade identificar ferramentas, funcionalidades e procedimentos que contribuem para uma tramitação, utilização e gestão do processo eletrônico mais eficiente. Diante da hipótese principal de que isso é possível, pretende-se, nesse contexto, demonstrar que elas podem ser amplamente utilizadas por todos os tribunais. Desse modo, como objetivo geral, busca-se identificá-las entre os sistemas e tribunais e que tornam mais eficiente a tramitação, utilização, gestão processual, frente à legislação pertinente. Para isso, estabeleceu-se como objetivos específicos: 1) estudar o estado da arte do processo eletrônico, focando na sua eficiência (estabelecendo-se como meta estudar a literatura e legislação brasileira sobre o processo eletrônico, contextualizando-o na busca pela eficiência processual, elaborando pesquisa bibliográfica na linha da eficiência, do uso das tecnologias relativas à celeridade no sistema processual e de qual contexto em que o processo eletrônico está inserido, expondo a dicotomia entre a sua teoria e prática), mostrando, nesse contexto, quais os sistemas de processo eletrônico utilizados nos dezoito tribunais elencados na amostra; 2) identificar os procedimentos mais eficientes de automação de atos processuais (buscando a produção de dados estatísticos acerca do tempo de trâmite processual na amostra, qual seja, em um grupo de processos findos coletados dos tribunais analisados, com os respectivos andamentos e datas dos atos, assim como analisando o tempo economizado com a automação de atos utilizada em cada processo e elaborando um relatório estruturado e comparativo com os dados coletados sobre o tempo de trâmite de autos findo); 3) validar o relatório realizado, verificando a implementação dos resultados através do contato com especialistas (tendo como meta elencar limites e possibilidades práticas dos procedimentos, funcionalidades e ferramentas para a celeridade no processo eletrônico, realizando, para tanto, questionário, a partir do relatório de resultados encontrados no objetivo 2, para ser apresentado a esses expertos, que serão entrevistados, a fim de verificar a possibilidade de implementação de ferramentas mais céleres que o sistema deles não abarque e, após isso, elaborar um relatório, a partir dos resultados das entrevistas e questionários); 4) divulgar e discutir os dados acerca dos procedimentos mais eficientes de automação de atos processuais (fortalecendo as redes de pesquisa empírica sobre o processo eletrônico, enviando e apresentando trabalhos em eventos das áreas de interesse, com trabalhos científicos que discutam os resultados e elaborando, um documento final, consolidando os relatórios parciais realizados e organizando livro com a publicação dos principais resultados encontrados). A metodologia a ser empregada no presente trabalho será empírica, tendo-se a formulação de instrumentos adequados de estudo de campo a partir da leitura do material bibliográfico já desenvolvido acerca de eficiência processual e processo eletrônico. Busca-se a produção de dados acerca da celeridade no processo eletrônico, para que se possa corroborar ou questionar algumas impressões lançadas por pesquisas anteriores na temática, bem como avaliar em que medida se cumprem as expectativas geradas pela legislação processual e pelo desenvolvimento tecnológico. Com relação à amostra a ser analisada, utilizando-se como base o relatório do Justiça em Números (CNJ, 2015), que separa os dados conforme a estrutura do respectivo tribunal para comparar dados entre semelhantes, a seleção dos tribunais se deu pela escolha do primeiro e do último de cada ranking (grande, médio e pequeno portes) dos Tribunais Estaduais, da Justiça do Trabalho e os cinco Tribunais Regionais Federais existentes (estes pelo fato de o Justiça em números não estabelecer dados analíticos relevantes acerca do processo eletrônico na justiça federal). A Justiça Estadual foi escolhida devido à grande demanda por melhorias estruturais ao mesmo tempo em que é a maior estrutura do Judiciário brasileiro. A Justiça do Trabalho, por ser a que mais dispõe de recursos e já há maior tempo se utiliza do processo eletrônico, consta da amostra por se esperar encontrar nela dados de uma realidade já consolidada no que toca ao uso das novas tecnologias no sistema processual. Já a Justiça Federal foi abarcada por ser a que mais investe em Tecnologia da informação, de forma que se pretende averiguar de que maneira tais investimentos se refletem no processo eletrônico. Os tribunais da amostra podem vir a ser substituídos por outros próximos dentro de cada classificação correspondente, caso não se obtenha resposta durante os contatos com especialistas.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2020
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Aires Pergentino da Silva

Ciências Biológicas

Parasitologia
  • 6ª mostra viver ciência
  • A 6ª Mostra Acreana de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – Viver Ciência é um evento de continuidade das Mostras Viver Ciência, que já pertence ao calendário escolar do Estado do Acre. É organizado pela Secretaria de Estado de Educação e Esportes do Acre, em parceria com outras instituições, que promove a Divulgação Científica, através de um arcabouço de diversas atividades direcionadas a diversidade de público, sendo uma oportunidade para troca de conhecimentos, estímulo à criatividade, valorização da experimentação, da ação investigativa, da atividade inovadora, de trabalhos interdisciplinares e da promoção da iniciação científica. O evento geralmente é realizado no segundo semestre do respectivo ano, na Universidade Federal do Acre - UFAC. A Mostra é uma ação que visa integrar as ações e políticas públicas de promoção da Ciência no Estado do Acre. Prever-se a 6ª Mostra como um reflexo das edições anteriores. A prioridade de atendimento são os alunos das escolas da Educação Básica, em todos os segmentos. A Mostra tem um caráter inclusivo e formativo, sendo composta de atividades, para os mais diversos públicos, como atividades para as crianças, os adultos, pessoas de comunidades rurais, povos indígenas, público Geek, etc. Esta edição trará o diálogo de saberes entre o científico e o cotidiano, sendo composta de uma programação diversificada, com atividades apresentadas de forma lúdica e criativa. Farão parte do evento ações como: oficinas, minicursos, palestras, contação de histórias, exposição de trabalhos científicos, apresentações culturais e sessões no planetário, além da exposição de diversas atividades das instituições parceiras que, certamente, irão despertar o interesse do público infanto-juvenil e adultos pela ciência e tecnologia. A julgar pelos números das últimas edições, esperamos, para 2020, a visita de mais de 36 mil visitantes, atendendo a mais de 140 escolas. E, em termos de produção científica, atendermos a 300 projetos para serem apresentados na Exposição Científica, além de oferecermos um rico menu de atividades que ocorrem, simultaneamente, nos 3 dias de evento a contar com o auxílio dos parceiros.
  • Secretaria de Estado de Educação e Esporte do Estado do Acre - AC - Brasil
  • 07/01/2020-31/01/2021
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Airton Cardoso Cançado

Ciências Humanas

Educação
  • a universalização do acesso a energia elétrica: uma avaliação do o uso do cadastro único pela gestão do programa tarifa social de energia elétrica no estado do tocantins
  • Este projeto tem como o principal objetivo avaliar o resultado do uso do Cadastro Único pela gestão do Programa Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) no estado do Tocantins. A Tarifa Social de Energia Elétrica é um programa de barateamento do preço da energia elétrica para consumidores residenciais de energia elétrica, especialmente, para famílias de baixa renda. O programa TSEE faz uso do Cadastro Único para reconhecimento do público-alvo. Tendo sua eficiência, estritamente, relacionada a identificação dos beneficiários, a partir dos critérios estabelecidos pela legislação vigente, na base de dados Cadastro Único. Inicialmente, pretende-se realizar uma sistematização da literatura sobre a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), evidenciando evolução histórica da política, resultados alcançados e principais desafios. Posteriormente, propõem-se identificar a quantidade de famílias assistidas pelo programa Tarifa Sociais no estado do Tocantins. Por fim, elaborar-se-á uma análise da percepção dos beneficiários participantes do programa em relação ao acesso e resultados da intervenção, buscando verificar em que medida o programa afeta à qualidade de vida dos beneficiários.
  • Universidade Federal do Tocantins - TO - Brasil
  • 03/01/2020-03/11/2020