Projetos de Pesquisa

 

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Rosalina Aparecida Partezani Rodrigues

Ciências da Saúde

Enfermagem
  • biomarcadores relacionados a fragilidade do idoso
  • Introdução: A população mundial envelhece rapidamente no século XXI e os problemas de saúde, sociais, econômicos e psicológicos, representam desafios que deverão ser enfrentados diante do surgimento de novas síndromes, entre elas, a fragilidade. Objetivo: Determinar os biomarcadores associados à síndrome da fragilidade. Método: Estudo observacional de associação, transversal. Será realizado no Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP/Secretaria Municipal de Saúde do município de Ribeirão Preto, São Paulo. A população será de idosos com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, que vivem em domicilio, capaz de se comunicar e atendidos na referida Unidade e a amostra será de 258 idosos. A coleta de dados se dará no ambiente adequado no CSE (entrevista e coleta de sangue). A entrevista será composta dos dados sociodemográficos e dos dados clínicos, e na coleta de sangue serão analisados os Indicadores biológicos de carga alostática e os Biomarcadores genéticos. A análise será descritiva, com análise da contribuição simultânea de preditores sobre os escores de fragilidade por meio da regressão linear ou pelas categorias por meio da regressão logística multivariada tendo como desfecho as diferenças entre os escores final e basal de fragilidade. Alternativamente, poderão ser tentadas modelagens com equações de estimativas generalizadas tendo como desfechos os escores pontuais de fragilidade no período de seguimento. O projeto foi encaminhado ao Comitê de Ética da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, USP e aprovado.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rosalinda Carmela Montone

Ciências Exatas e da Terra

Oceanografia
  • poluentes orgânicos persistentes em aves marinhas da ilha da trindade e do arquipélago de são pedro e são paulo: influência de fatores ecológicos nos padrões de contaminação e na dispersão de poluentes em regiões oceânicas
  • Ambientes insulares possuem alta importância biológica por apresentarem características peculiares, altas taxas de endemismo e, apesar de representarem apenas 5% da área total terrestre, abrigam aproximadamente 20% da biodiversidade global. Dentre as principais ameaças que atuam sobre esses frágeis ecossistemas, destacam-se as de origem antrópica, como a ocupação humana, introdução de espécies invasoras e poluição por compostos químicos. As aves marinhas são um grupo frequentemente utilizado para o estudo de contaminação oceânica devido às suas posições superiores na cadeia trófica marinha e alta sensibilidade a mudanças ambientais, respondendo rapidamente às alterações no ecossistema. As ilhas oceânicas brasileiras abrigam uma avifauna diversa e abundante, sendo que cinco espécies (Pterodroma arminjoniana, Onychoprion fuscatus, Anous stolidus, Gygis alba e Sula dactylatra) se reproduzem na Ilha da Trindade, e três (Anous stolidus, Anous minutus, Sula leucogaster) no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. O objetivo da proposta é avaliar os poluentes orgânicos persistentes (POPs) em aves marinhas da Ilha de Trindade e do Arquipélago de São Pedro e São Paulo e analisar a influência da distribuição espacial e da estrutura trófica das aves na assimilação e distribuição de contaminantes em regiões insulares do Oceano Atlântico. Esta proposta dará continuidade ao projeto aprovado no edital CNPq 39/2012 incorporando novos indicadores ecológicos (isótopos estáveis em compostos específicos e radiotransmissores VHF) para o monitoramento das populações de aves marinhas, bem como para elucidar os padrões de contaminação e as rotas de dispersão de poluentes orgânicos persistentes (POPs) em regiões insulares do Oceano Atlântico.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 03/12/2015-30/11/2021
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Rosaline Rocha Lunardi

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • enfrentamento da covid19 em saúde indígena xavante: avaliação de ações em saúde e de itinerários intersetoriais.
  • Em geral, as populações indígenas são particularmente vulneráveis ao impacto de Covid-19, dadas as condições sociais e econômicas desfavoráveis. Associem-se a estas condições, as barreiras de comunicação entre a população indígena e os profissionais de saúde - assim como as diversas práticas de higiene, de alimentação e de estilo de vida - e haverá um quadro ainda mais grave. Há de se considerar ainda, que o perfil imunológico de populações indígenas pode respostas ao vírus e à doença inesperadas e bastante diferentes das demais populações, inclusive no mesmo território Os governos tem implementado medidas de enfrentamento ao Covid-19 que podem ser agrupadas sob três grandes estratégias: a recomendação ou determinação do isolamento e do distanciamento social; a ampliação da capacidade de atendimento dos serviços de saúde; e formas de apoio econômico a cidadãos, famílias e empresas. Porém, num cenário de populações indígenas não citadinas, há de se considerar como estas estratégias serão implementadas de acordo com as especificidades étnicas e territoriais. Como as estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde deverão ser remodeladas de acordo com a realidade Xavante, faz-se necessário o acompanhamento e a avaliação longitudinal das ações do sistema de saúde e dos demais setores envolvidos com os determinantes da saúde Xavante. Assim, esta proposta pretende avaliar as ações de enfrentamento da Covid-19 no território Xavante, considerando os atributos essenciais e derivados da atenção primária à saúde, bem como nos demais níveis de atenção acessados pela população.
  • Universidade Federal de Mato Grosso - MT - Brasil
  • 24/07/2020-23/08/2022
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Rosana Blawid

Ciências Agrárias

Agronomia
  • diagnóstico de infecções virais em dioscoreáceas das áreas produtoras de pernambuco e paraíba
  • O inhame (Dioscorea spp.) apresenta grande importância socioeconômica, principalmente nas regiões tropicais e subtropicais do mundo, incluindo além da América tropical, a Ásia, África Ocidental e o Caribe. No Brasil, a cultura do inhame é cultivada principalmente na região do Nordeste, destacando-se os estados de Pernambuco e Paraíba, onde constitui-se de um alimento importante para pequenos agricultores e uma fonte de subsistência expressiva. No entanto, a cultura do inhame é ainda considerada negligenciada quanto a estruturação da cadeia produtiva, e pesquisas que visam o melhoramento genético. Por ser uma cultura propagada vegetativamente existe um acúmulo de vírus que vem afetando o aumento da produtividade. Até o presente momento, nove gêneros de vírus foram relatados infectando o inhame. Dentre os vírus que infectam a cultura, os pertencentes aos gêneros Aureusvirus, Badnavirus, Carlavirus, Comovirus, Cucumovirus, Fabavirus, Macluravirus, Potexvirus, e Potyvirus foram os principais relatados. No Brasil os potyvírus Yam mosaic virus e Yam mild mosaic virus, o badnavirus Dioscorea alata bacilliform virus e o secovirus Dioscorea mosaic-associated virus foram relatados infectando inhame. Este projeto visa a diagnose e o desenvolvimento de estratégias de controle através da caracterização molecular dos vírus que infectam o inhame, bem como da caracterização de possíveis proteínas endógenas virais. Para tanto, três instituições nacionais (UFRPE, UnB e o IPA) e uma instituição internacional (DSMZ) pesquisarão em conjunto o estudo da diversidade viral em plantas de campo, de estações experimentais e de acessos de banco de germoplasma visando o melhoramento genético do inhame.
  • Universidade Federal Rural de Pernambuco - PE - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rosana da Rosa Portella Tondolo

Ciências Sociais Aplicadas

Administração
  • transparência e capital social na intenção do gestor de organizações sociais em mobilizar recursos
  • Este estudo tem como objetivo identificar a influência da transparência e do capital social na intenção do gestor de organizações sociais em mobilizar recursos. Para isso, se realizará um experimento no contexto das organizações sociais brasileiras, no qual serão utilizadas vinhetas para simular uma situação de concessão de recursos. Após a apresentação das vinhetas os gestores responderão a um questionário sobre a intenção em mobilizar os recursos. Os dados serão analisados de forma quantitativa. Como resultado espera-se que gestores com maior estoque de capital social estrutural e relacional tenham maior intenção de mobilizar recursos. Além disso, espera-se que o nível de transparência da empresa concessora do recurso financeiro influencie positivamente na intenção do gestor em mobilizar recursos.
  • Universidade Federal de Pelotas - RS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rosana de Freitas Boullosa

Ciências Sociais Aplicadas

Administração
  • escola livre em gestão social: formação tecnológica para processos de políticas públicas
  • Este projeto de pesquisa, intitulado Escola Livre em Gestão Social: formação tecnológica para processos de políticas públicas, busca construir e oferecer processos de formação livre e certificada em gestão social, nas modalidades presencial e a distância, por meio de percursos formativos, de natureza tecnológica, que visem, portanto, a transformação e ampliação das suas bases e de seus repertórios de conhecimento aplicado, para públicos específicos formados por praticantes em gestão social e suas áreas temáticas, envolvidos em processos de políticas públicas, inseridos particularmente no Centro-Oeste e Nordeste do país, composto sobretudo por gestores públicos locais, organizações sociais, organizações comunitária, conselhos locais e outras esferas de participação pública institucionalizada ou em vias de institucionalização. As principais áreas temáticas a serem trabalhadas, dentro da sua natureza tecnológica, além da própria gestão social, são: avaliação e monitoramento, elaboração de projetos, implementação de instrumentos de políticas públicas, instrumentos de participação democrática, problemas públicos, desenvolvimento territorial, gestão de conflitos, arte pública, economia do compartilhamento, dentre outros, envolvendo as noções de transversalidade em políticas públicas. Este projeto nasceu foi um dos principais frutos de um projeto de extensão inovadora da Rede de Pesquisadores em Gestão Social (RGS), intitulado Observatório da Formação em Gestão Social: avaliação, ensino-aprendizagem e inovação, também objeto de Bolsa de Produtividade DT (2012-2015) desta mesma proponente, que envolvia, incialmente, 4 Universidades brasileiras: Universidade Federal da Bahia (UFBA, Universidade Federal do Cariri (UFCA, então Universidade Federal do Ceará - Campus Cariri (UFC)) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). O projeto do Observatório expandiu-se logo em seguida, englobou novas universidades, sempre no contexto da RGS, com a entrada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade de São Paulo (USP-EACH), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Universidade Federal do Tocantins (UFT), bem como da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Cada Universidade possuía um grupo de trabalho, sempre sob a coordenação geral desta mesma proponente, até então lotada no Departamento de Administração da Escola de Administração da UFBA (EAUFBA), tendo contado om o apoio financeiro e de bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), da UFBA, todos no contexto da coordenação geral, além de apoios variados das demais Universidades Parceira. De modo resumido, este projeto da Escola Livre em Gestão Social: extensão inovadora para o desenvolvimento tecnológico em gestão de processos de políticas públicas, possui duração de 3 anos, e objetiva projetar e oferecer Percursos Formativos em Gestão Social, nas modalidades presencial e a distância, nas áreas temáticas já acima apresentadas, idem para o público. Do ponto de vista do método, na modalidade presencial, tratam-se de duas linhas de ação: uma primeira, mais ampla, intitulada Edições da Escola Livre em Gestão Social, com edições sequenciadas, pelo menos uma semestre, com a participação de todas as parceiras envolvidas no projeto, com duração mínima de 40 horas por edição. Seus Percursos Tecnológicos de Formação em Gestão Social, desenhados como atividades de extensão inovadora, assumem podem assumir os formatos de Ateliês Tecnológicos (preferencialmente, pois possuem a obrigatoriedade de desenvolvimento de um produto individual e/ou coletivo) ou Mini-cursos (sem produção de produtos), organizados por níveis de complexidade baixa, média e alta, como será descrito mais detalhadamente a seguir. E uma segunda, intitulada Encontros Formativos em Gestão Social, voltada para as próprias Universidades envolvidas, de modo a desenvolver competências instrumentais nos alunos de seus respectivos cursos graduação relacionados ao Campo de Públicas (Administração Pública, Gestão de Políticas Públicas, Políticas Públicas, Gestão Pública e Gestão Social), por entender que estes alunos também carecem de repertório instrumental (sobretudo em método), mas também por divulgar internamente as ações dos parceiros e ajudar na formação de suas/nossas equipes locais. Na modalidade a distância, será implementada uma plataforma virtual que oferece um conjunto definido de possibilidades formativas já desenhadas, em gestão social e suas áreas temáticas, para usuários que desejem empreender seus percursos formativos individuais e online a partir de seus próprios perfis e demandas. Os perfis possíveis, construídos a partir do cruzamento de poucas informações, tais como idade, formação pregressa, motivação, interesse específico, tempo semanal disponível (2 às 10 horas), tempo total disponível (de um a três módulos de 12 horas), além de algumas preferências sobre meios de aprendizagem, serão classificados segundo uma matriz de distribuição e sugestão de percursos formativos. Os materiais para a construção dos percursos serão textos, vídeo-aulas de introdução aos temas, sites, dicionários, revistas específicas, referências bibliográficas, estudos bibliométricos, mapeamentos das ofertas formativas existentes em níveis de graduação e pós-graduação, mapeamento de grupos de pesquisa, mapeamento de ementas de disciplinas em gestão social, dentre outros. Por fim, ressalta-se que este novo projeto já nasce com a parceria das mesmas universidades que o iniciaram, além da entrada da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), sempre no contexto da RGS, bem como da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), contando ainda com o apoio da UnB (financeiro e de bolsas) e de recursos próprios das parceiras envolvidas.
  • Universidade de Brasília - DF - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rosana Louro Ferreira Silva

Ciências Humanas

Educação
  • ensino de ciências em articulação com os objetivos do desenvolvimento sustentável: um estudo de caso na rede municipal de são paulo
  • Vide projeto anexo
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 12/08/2019-30/11/2021
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Rosana Maria Gemaque Rolim

Ciências Humanas

Educação
  • carreiras e remunerações de professores das redes municipais de ensino do estado do pará
  • O Projeto investigará as configurações e tendências de carreiras de professores das redes de ensino da educação básica e de composições da remuneração, a partir do que está estabelecido nos Planos de Cargo, Carreira e Remuneração. O estudo partirá de um mapeamento dos planos existentes em municípios do Estado do Pará, mediante o qual procederá um estudo transversal dos Planos, na perspectiva de identificar e analisar as tendências e ou configurações de carreira e de remuneração de professores decorrentes do quantitativo e de tipos de cargos, de formas de evolução na carreira e da composição da remuneração. Isso demandará o desenvolvimento de metodologias específicas que contemplem as tendências e ao mesmo tempo a diversidade, tendo em vista que os municípios são autônomos no desenvolvimento de suas políticas educacionais.
  • Universidade Federal do Pará - PA - Brasil
  • 01/06/2017-31/01/2021
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Rosana Pereira Vianello

Tecnologias

Tecnologia e Inovação para Agropecuária
  • piramidação de alelos de resistência à antracnose, mancha angular, murcha de fusarium e escurecimento lento em feijão carioca via ferramentas biotecnológicas
  • Vide projeto anexo
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - DF - Brasil
  • 29/11/2019-30/11/2022
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Rosana Salles da Costa

Ciências da Saúde

Nutrição
  • insegurança alimentar, rendimentos e despesas familiares no brasil: uma análise de dados na pesquisa de orçamentos familiares – pof 2018
  • O último relatório do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), publicado em setembro de 2018, apresentou a situação de insegurança alimentar (IA) e nutrição no mundo, enfatizando os avanços no monitoramento da fome, da desnutrição e de IA, como parte da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030. As evidências apontaram para aumento da fome em quase todos os continentes nos últimos anos, após um prolongado declínio. De acordo com a FAO, a comparação dos dados de 2014 e 2017 revelam aumento na proporção de IA grave, intimamente relacionada com a fome presente nas famílias, tanto no mundo ( 8,3% para 10,2%, respectivamente), como na América do Sul (5,5% para 8,7%, respectivamente). Uma das hipóteses para o aumento de IA grave seria o aumento no preço dos alimentos e nas despesas com alimentação, como também o desemprego em países da America do Sul, mais acentuado nos últimos 3 anos. Essa hipótese é corroborada com os dados do I Relatório Nacional Voluntário da Agenda de 2030, organizado pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030. Os pesquisadores ressaltaram no relatório o risco que o Brasil teria de aumento da IA, como consequência do congelamento nos gastos governamentais com políticas sociais de combate à fome, e aumento no desemprego no país em função do déficit fiscal acumulado e o descaso com problemas estruturais como a reforma tributária. No Brasil, desde 2003 a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) é a ferramenta utilizada para aferir IA, em estudos populacionais. Trata-se de instrumento validado em território nacional, com base na escala norte-americana de aferição de IA. Até 2013, a estimativa de IA no âmbito nacional era feita pelo IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A sequência das três últimas PNADs (2004, 2009 e 2013) permitiu identificar sua redução no país. Em 2004, 34,9% das famílias brasileiras conviviam com algum grau de IA, das quais 6,9% tinham IA grave. Em 2013, IA reduziu para 22,6% das famílias, entre as quais apenas 3,2% conviviam com IA grave. Recentemente, o IBGE adotou a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) para avaliar IA pela EBIA, com o intuito de relacionar as despesas e rendimentos familiares, além do consumo individual, com a medida de IA. Esse avanço, inédito no país, será primordial para avaliar dimensões pouco exploradas das causas relacionadas com o desfecho, principalmente após a crise econômica que o país vivencia nos últimos anos. Outro ponto importante da medida de IA na POF consiste em avançar em estudos psicométricos da EBIA, revisitando os pontos de corte para classificação dos níveis Isso será possível em função da interface da EBIA com outras dimensões avaliadas na POF e que não eram aferidas na PNAD (qualidade de vida, consumo alimentar individual e familiar, despesas familiares entre outros). Com base no exposto, o projeto se insere com a proposta de realizar dois subprojetos, simultaneamente, com os seguintes objetivos: (i) a análise da associação entre IA, rendimentos e despesas familiares e (ii) preencher lacunas nas análises psicométricas da EBIA, ambos estudos considerando os microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2018 .
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022