Projetos de Pesquisa

 

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Rafael Trevisan

Ciências Biológicas

Botânica
  • estudo taxonômico de cyperus subg. pycreus (p. beauv.) a. gray (cyperaceae) para o brasil
  • Cyperus L. é o segundo maior gênero da família Cyperaceae, compreendendo cerca de 950 espécies. É caracterizado por folhas com filotaxia espiralada formando uma roseta; inflorescência terminal ou pseudolateral; glumas dísticas, raramente espiraladas; flores geralmente hermafroditas, estames 1-3, estilete bífido ou trífido, frutos biconvexos, planos convexos ou trígonos. Cyperus subg. Pycreus ( anteriormente reconhecido como gênero Pycreus P. Beauv.) compreende cerca de 120 espécies que caracterizam-se por apresentarem espiguetas com glumas dísticas, aquênios lateralmente achatados e estilete bífido. O objetivo deste projeto é realizar o estudo taxonômico de Cyperus subg. Pycreus para o Brasil. A metodologia básica para o levantamento de espécies é a análise tradicional em taxonomia, que consiste na coleta e comparação morfológica de exemplares, acrescida de dados obtidos através de uma ampla revisão de exemplares herborizados e de bibliografia adequada, utilizando principalmente a macromorfologia, além da utilização da técnica de Microscopia Eletrônica de Varredura da superfície dos aquênios como suporte na detecção de caracteres morfológicos relevantes.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2021
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Rafaela Salgado Ferreira

Ciências Biológicas

Biotecnologia
  • aplicação de cálculos de variação de energia livre baseados em dinâmicas moleculares na descoberta de fármacos
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 31/08/2020-31/08/2022
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Rafaela Schaefer

Ciências da Saúde

Enfermagem
  • contexto organizacional do trabalho em saúde: tradução, adaptação e validação de uma escala de avaliação de clima ético
  • A atenção integral à saúde do trabalhador constitui um desafio atual nos âmbitos político, social e educacional no Brasil. Os serviços de saúde têm visto crescer as taxas de absenteísmo e afastamentos do trabalho, numa realidade marcada por desafios econômicos e organizacionais, com elevada ocorrência de problemas éticos. A percepção sobre como esses problemas éticos têm sido tratados no ambiente de trabalho refere-se ao clima ético organizacional. O objetivo da pesquisa é traduzir, adaptar e buscar evidências de validade de uma escala de avaliação do clima ético organizacional. A pesquisa será realizada com profissionais de saúde das equipes assistenciais dos serviços de atenção básica e hospitalar dos municípios que pertencem à região de saúde do Vale dos Sinos. Trata-se de uma pesquisa metodológica, cujo processo envolverá a tradução, a adaptação e a validação de uma escala. A tradução deverá ser realizada por dois tradutores independentes e qualificados observando equivalência semântica, idiomática, cultural e conceitual. Um comitê de especialistas deverá analisar as traduções e avaliar a compreensibilidade e a clareza dos itens, optando pela tradução que melhor descreve o item. Depois, deverá ser realizada a tradução reversa e, por fim, a comparação e o ajuste de discrepâncias. As propriedades psicométricas da escala serão testadas de acordo com a teoria clássica dos testes que envolverá análise fatorial confirmatória, para a definição da estrutura inerente entre as variáveis, e análise fatorial confirmatória, para confirmar um padrão de relações com base em resultados analíticos anteriores. As análises estatísticas serão realizadas com o software IBM SPSS Statistics versão 22.0. O projeto será submetido à avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa e a autorização para utilização da escala será solicitada à autora.
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos - RS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rafaela Vieira

Ciências Sociais Aplicadas

Planejamento Urbano e Regional
  • práticas educativas para gestão de riscos de desastres
  • As mudanças climáticas estão ganhando destaque nos últimos anos. As secas extremas, chuvas intensas e temperaturas recordes são indícios que o clima global está sofrendo ajustes, resultando, dentre outros problemas, na ampliação e frequência dos desastres naturais, ou seja, aqueles deflagrados por eventos naturais extremos, em várias regiões. A capacidade de adaptação e reconstrução frente às essas mudanças, denominada resiliência, é de fundamental importância, sendo definida pelo IPCC (2007) como a habilidade de um sistema de ajustar-se, moderar danos potenciais, aproveitar oportunidades ou recuperar suas perdas. No Brasil, a gestão de riscos de desastres naturais tem por base as discussões promovidas pela UNISDR/ONU, pautando-se na Lei Federal 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). O referido instrumento legal estabelece, dentre outras diretrizes, a abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação frente aos riscos de desastres naturais. Estabelece também a incorporação do tema transversal Gestão de Riscos de Desastres (GRD) e práticas educativas de educação ambiental nos currículos do ensino fundamental e médio. Visando desenvolver ações de prevenção, tem-se acompanhado a Diretoria de Defesa Civil de Blumenau que desenvolve o programa “Defesa Civil na Escola”, composto pelos projetos “Defesa Civil na Escola” e “Agente Mirim”. Esses projetos visam sensibilizar estudantes da educação formal de 5º. e 6º. ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do município para GRD. Constituem-se em medidas não-estruturais, de educação ambiental, que tendem a ser economicamente viáveis e socialmente efetivas, potencializando a prevenção de riscos de desastres naturais e a ampliação da capacidade de resiliência das comunidades – um dos passos do programa Cidades Resilientes da ONU. O objetivo geral dessa pesquisa é investigar fundamentos teóricos e experiências de práticas educativas em GRD e suas relações com a Educação Ambiental a fim de promover e avaliar iniciativas para contextos de educação formal e não-formal. A pesquisa é do tipo descritiva e explicativa, de caráter qualitativo. Pauta-se no método de abordagem sistêmico. Serão utilizadas as técnicas de documentação direta, com pesquisa em campo e indireta com pesquisa documental e bibliográfica às distintas bases de dados. Os procedimentos metodológicos atenderão os objetivos da pesquisa, dividindo-se em três etapas: (1) coleta de dados; (2) sistematização dos dados; (3) análise e discussão dos resultados com redação de artigos científicos. Os resultados a serem alcançados serão: (1) análise comparativa das experiências de de práticas educativas em Educação Ambiental (EA) em contextos educacionais formais voltadas para GRD, realizadas na bacia hidrográfica do Rio Itajaí; (2) identificação das práticas educativas em EA em contextos educacionais não-formais voltadas para a GRD nos municípios da BHRI e análise de sua relação com os Planos de Defesa Civil Municipais; (3) investigação das experiências de educação ambiental para GRD em contextos educacionais formais e não-formais dos municípios da BHRI tendo por referência os Planos Municipais de Educação para o Ensino Fundamental bem como a integratividade com as diretrizes e Bases estruturantes da PNPDEC (Lei nº 12.608/2012) e da Educação Nacional (Lei nº Lei nº 13.415, de 17 fevereiro de 2017); (4) identificação de experiências nacionais e internacionais de práticas educativas em EA para Gestão de Risco de Desastres; (5) elaboração de referentes, a partir de uma articulação de fundamentos teóricos acerca de Gestão de Riscos de Desastres e de objetivos para Educação Ambiental, que possam nortear e fundamentar processos de promoção e avaliação de práticas educativas em GRD. (6) desenvolvimento e avaliação da efetividade de produto educacional baseado em tecnologias digitais que apoie a gestão de riscos de desastres. Considera-se que as práticas educativas em contextos de educação formais e não-formais que envolvam a educação ambiental vinculada à GRD se inserem no Objetivo do Milênio (OMD/ONU) “Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente” e se constitui em uma ação permanente de ensino e aprendizagem voltada à construção de cidades resilientes.
  • Fundação Universidade Regional de Blumenau - SC - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rafaella Fortini Grenfell e Queiroz

Ciências Biológicas

Parasitologia
  • metodologias inovadoras point of care para aplicação em áreas endêmicas: visando o controle da esquistossomose no brasil.
  • A Organização Mundial de Saúde (OMS) identificou a esquistossomose como a segunda parasitíase humana em importância, após a malária. Apesar de a prevalência atual ser difícil de ser medida, 74 países são endêmicos com aproximadamente 207 milhões de pessoas afetadas, 120 milhões de indivíduos sintomaticamente infectados e cerca de 20 milhões com a forma severa. O Brasil é o país mais afetado nas Américas. Estratégias de controle se resumem em saneamento básico, diagnóstico individual e tratamento. O diagnóstico é fundamental para medidas de controle e acompanhamento de intervenções terapêuticas. Não há ainda hoje métodos de alta sensibilidade capazes de identificar a infecção na fase aguda e em pacientes de carga baixa, que são a maioria no Brasil e em muitos países, inclusive da África. A identificação de antígenos (Ag) é essencial para o desenvolvimento de metodologias inovadoras que superem os métodos atuais. Durante a infecção, o sistema imune do hospedeiro é exposto a Ag do parasito e do ovo com produção acentuada de anticorpos e presença de material circulante. Dados publicados pelo nosso grupo demonstraram que a resposta imune contra Ag específicos de diferentes estágios do parasito se relaciona com a forma clínica da doença. A partir de um painel de Ag marcadores ao diagnóstico feito por nosso grupo, foram selecionados dois com forte potencial para aplicação em nova plataforma diagnóstica. Os Ag foram então produzidos de forma recombinante e seus respectivos anticorpos policlonais e monoclonais foram produzidos e purificados. Posteriormente, aplicamos os Ag e os anticorpos em novas plataformas diagnósticas como microesferas, membranas Dot e tiras imunocromatográficas para padronização de metodologias de alta capacidade diagnóstica. Agora, com resultados promissores obtidos, a padronização final e a validação dos métodos serão feitas, de forma a originar kits com potencial de comercialização. O diagnóstico ainda é um desafio, visto que a maioria dos pacientes é de difícil detecção pelos poucos métodos disponíveis.
  • Fundação Oswaldo Cruz - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rafaella Queiroga Souto

Ciências da Saúde

Enfermagem
  • instrumentalização da enfermagem forense diante do cuidado ao idoso hospitalizado em situação de violência
  • A Enfermagem Forense é uma especialidade recentemente reconhecida no Brasil, deste modo, precisa ser instrumentalizada. Uma de suas competências é atuar na prevenção, detecção precoce e cuidado ao idoso em situação de violência. Objetiva-se instrumentalizar o enfermeiro que atua na rede hospitalar na perspectiva da enfermagem forense. Tratar-se-á de uma revisão sistemática do tipo escopo, seguida de uma pesquisa com métodos mistos do tipo convergente, pois os dados qualitativos e quantitativos serão coletados concomitantemente, e de um estudo de construção e validação de instrumentos. O estudo ocorrerá nos hospitais universitários dos municípios de Campina Grande e de João Pessoa, e, só terá início após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos. Espera-se que o presente estudo permita a construção e validação de instrumentos para rastreio de idosos em situação de violência, assim como de instrumentos do processo de enfermagem. Pretende-se expandir os objetivos do presente estudo em outros cenários de prática do enfermeiro, assim como em pessoas de outros ciclos de vida em situação de violência. Estar-se-á consolidando esta especialidade, o Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Enfermagem Forense e suas linhas de pesquisa, diante da formação de doutores, mestres e alunos de iniciação científica vinculados.
  • Universidade Federal da Paraíba - PB - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Raffael Massuda

Ciências da Saúde

Medicina
  • tomografia de coerência óptica de retina, inflamação e cognição na esquizofrenia
  • Introdução: A esquizofrenia é um transtorno mental grave, crônico, que está entre as 10 doenças que causam maior perda de funcionalidade e com maior impacto global no mundo. Nos últimos anos, diversas alterações do funcionamento cerebral tem sido demonstrada em pacientes com esquizofrenia associadas a sintomas da doença. Diminuição de volume cerebral, aumento da liberação de marcadores inflamatórios e maior atividade de células microgliais associadas a prejuízos cognitivos e funcionais são alguns dos achados mais recentes em pacientes com esquizofrenia. As técnicas de neuroimagem tem sido utilizadas para observar as alterações do sistema nervoso central e tem auxiliado no entendimento fisiopatológico. A Tomografia de Coerência Optica (TCO) é uma técnica de observação direta dos neurônios da retina. A técnica avalia a forma e espessura das camadas retinianas, sendo esse um método in vivo de avaliação da estrutura neuronal. Alterações morfológicas nas fibras nervosas da retina tem sido associadas com alterações do córtex cerebral em demência e outras doenças neurológicas, porém, poucos estudos foram realizados em pacientes com esquizofrenia e nenhum estudo associou alterações nas camadas de retina, cognição e marcadores inflamatórios. Objetivo: O objetivo deste estudo é identificar alterações na retina - espessura e forma de camada de fibras nervosas - de 30 pacientes com esquizofrenia e compará-los com 30 controles através do uso de tomografia de coerência óptica (TCO) e associá-las com marcadores inflamatórios (IL 6; IL10, TNF alfa, Proteina C Reativa e CCL11) e alterações neurocognitivas.
  • Universidade Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Raiane Cardoso Chamon

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • análise fenotípica e genotípica da resistência antimicrobiana e virulência de amostras de staphylococcus aureus isoladas no hospital universitário antônio pedro (huap), niterói.
  • As Infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) constituem um grave problema de saúde pública, tanto em países desenvolvidos, quanto naqueles em desenvolvimento. O levantamento dos custos de hospitalização tem sido de grande relevância, tendo em vista que eles representam os custos reais do hospital em itens e serviços utilizados para cada paciente internado. Staphylococcus aureus, Staphylococcus coagulase-negativos, Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter baumanii, Clostridium difficile, Enterococcus spp., Candida spp., Escherichia coli e outras enterobactérias estão entre os principais microrganismos envolvidos em IRAS, cujas taxas variam de acordo com o país e o tipo de infecção. A espécie S. aureus encontra-se presente como microrganismo comensal na pele, nariz e membranas mucosas de humanos e animais saudáveis, sendo a narina anterior o sítio de colonização mais frequente. Contudo, o trato urogenital feminino, pele, garganta e trato gastrintestinal também têm sido identificados como nichos secundários da espécie S. aureus. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (do inglês Centers for Disease Control and Prevention - CDC), dos Estados Unidos, uma a cada três pessoas é portadora assintomática de S. aureus nas narinas, sendo que duas pessoas em cada 100 são colonizadas por amostras de S. aureus resistentes à meticilina (do inglês methicillin-resistant S. aureus - MRSA). A espécie S. aureus apresenta grande relevância clínica, podendo causar desde infecções cutâneas e de tecidos moles, como celulite, impetigo e, até infecções decorrentes da invasão direta dos tecidos, como pneumonia, meningite, endocardite e bacteremia. Infecções de ossos e articulações, como osteomielite aguda e vertebral, também são comumente causadas pelo patógeno, assim como infecções cutâneas graves, como a fascite necrosante. Vários estudos indicam que S. aureus tem sido, nos últimos anos, um dos principais microrganismos isolados de infecções no Brasil e no mundo. No Brasil, S. aureus foi o principal patógeno causador de infecções de corrente sanguínea (ICS) em 16 hospitais das cinco regiões geográficas, onde 43,3% das infecções foram causadas por amostras multirresistentes. Jones e colaboradores (2013) avaliaram cerca de 5000 espécimes provenientes de diferentes tipos de infecção isolados de países da América Latina em 2011, e observaram que a taxa de prevalência de amostras de S. aureus foi de 18,4%, dentre as quais 48% eram MRSA. A maior incidência de amostras MRSA foi no Chile (68%) e no Peru (79%), enquanto no Brasil esta taxa foi de 29%. Nos últimos anos, tem sido relatado um aumento no número IRAS por amostras MRSA de origem comunitária em pacientes. Sader e colaboradores (2016), ao utilizarem um programa de vigilância de infecções causadas por S. aureus, durante o período de 2012 a 2014, observaram que das 8.437 amostras MRSA coletadas de 143 centros médicos dos EUA, 7.116 foram caracterizadas como de origem comunitária, enquanto 1.321 amostras foram reportadas como de origem hospitalar. Um estudo realizado em um hospital universitário do Rio de Janeiro mostrou que amostras MRSA tanto de origem comunitária quanto hospitalar apresentavam características semelhantes, tais como a presença do mesmo cassete de resistência à meticilina e o fenótipo de não-multirresistência, além do fato de pacientes com amostras comunitárias não apresentarem fatores de risco para infecção por MRSA, como seria o esperado. Amostras de Staphylococcus aureus são conhecidas por possuírem elevada taxa de resistência aos antimicrobianos, o que dificulta ainda mais o tratamento de infecções causadas por esses patógenos. O maior atributo de S. aureus que facilita o seu amplo repertório de doenças e sua sobrevivência durante o estágio de colonização no hospedeiro é a sua habilidade de secretar diferentes fatores de virulência, permitindo a sua adesão a diferentes sítios anatômicos, invasão de diversos tecidos e sua evasão do sistema imune do hospedeiro. Cada uma dessas moléculas subverte o sistema imune do hospedeiro de diferentes maneiras, deixando o microrganismo altamente resistente tanto à defesa imune inata quanto à adaptativa. Estes mecanismos de virulência podem atuar de modo sinérgico e coordenado, levando a destruição da barreira epitelial, inibição da opsonização por anticorpos e complemento e interferência com a quimiotaxia de neutrófilos. Diante do exposto, em fevereiro de 2017, a Organização Mundial da Saúde (WHO, do inglês World Health Organization) divulgou uma lista de prioridade global de bactérias resistentes para guiar a pesquisa, descoberta e desenvolvimento de novos antimicrobianos (WHO, 2017), e amostras MRSA e/ou com resistência intermediária ou plena à vancomicina foram listadas como pertencentes à lista de alta prioridade deste plano de ação. Além da resistência antimicrobiana, um dos principais mecanismos que levam amostras de S. aureus a se tornarem disseminadas em uma escala global é a sua capacidade de produzir diversos mecanismos de virulência. Sendo assim, a presente linha de pesquisa tem como objetivo avaliar a prevalência dessas amostras dentro do HUAP, assim como caracterizar a resistência antimicrobiana das amostras isoladas, por métodos fenotípicos e genotípicos, permitindo uma caracterização abrangente das mesmas. Além disso, contribuir com dados que serão apresentados à CCIH do HUAP, bem como contribuir de maneira complementar com o setor de Microbiologia Clínica do serviço de Patologia do HUAP, no que diz respeito a testes complementares para detecção da resistência antimicrobiana em amostras de Staphylococcus aureus. Pesquisar também, através de métodos de biologia molecular, a presença de marcadores de virulência que auxiliem na determinação de perfis de epidemiologia molecular das amostras de Staphylococcus aureus circulantes no HUAP.
  • Universidade Federal Fluminense - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Railda Neyva Moreira Araújo

Ciências Agrárias

Agronomia
  • iii feira de ciência, arte e cidadania- iii fecaci
  • Esta proposta visa promover a III edição da Feira de Ciências, Arte e Cidadania (III FECACI), do município de Inhangapí no estado do Pará, a ser realizada na praça Matriz da cidade, no ano de 2020. Este evento será promovido pela escola Agostinho Morais de Oliveira, em parceria com as Escolas de Ensino Fundamental e Médio, Secretarias Municipais e outras instituições e organizações atuantes no municipio, e também conta com a parceria da Universidade Federal do Pará (UFPA). O evento contará com a exposição de mostras científicas, experimentos, projetos, premiação dos melhores trabalhos e apresentações artísticas e culturais.
  • E.E.E.M. Agostinho Morais de Oliveira - PA - Brasil
  • 31/01/2021-31/01/2022
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Raimundo Carlos Silvério Freire

Engenharias

Engenharia Elétrica
  • meninas nas exatas e engenharias: uma abordagem centrada na prática
  • A falta de motivação para estudantes de ensino médio seguirem cursos das áreas de ciências exatas e engenharias tem como uma das causas a falta de abordagens e de aplicações práticas voltadas para estas áreas, nas disciplinas cursadas no ensino médio. A evasão estudantil nos cursos de engenharia tem também esse fator como uma das causas principais. Por outro lado, estudantes de escolas de nível médio não se sentem motivados a seguirem cursos de engenharia por estimarem que o curso seja difícil de ser seguido. Esse cenário é particularmente importante nas estudantes (sexo feminino) que, além desses problemas, não se sentem atraídas por profissões “tradicionalmente” masculinas. Com este projeto visa-se atrair, incentivar o ingresso e a permanência de estudantes de ensino médio do sexo feminino para cursarem engenharia elétrica. Para atingir esse objetivo visa-se a formação pela prática de estudantes de ensino médio do sexo feminino (15 bolsistas e 15 não bolsistas). Além disso, visa-se também motivar estudantes do sexo feminino (3 bolsistas e 3 não bolsistas), de engenharia elétrica, para aprofundarem seus conhecimentos, evitando a evasão pela participação no desenvolvimento de projetos práticos a serem realizados em conjunto com as estudantes de ensino médio. As atividades serão realizadas na instituição executora (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas – LIMC, da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG) e nas escolas de ensino médio. O projeto vai contar também com a participação de um professor de cada uma das escolas de ensino médio (em um total de 5), que organizará as atividades das estudantes na sua escola, criando espaço para isso e acompanhará as atividades das estudantes no LIMC-UFCG. Para a execução desse projeto o coordenador e as alunas de graduação em engenharia elétrica darão treinamento às alunas de nível médio em programas de simulação, eletrotécnica, eletrônica analógica e digital básica, RFID e microcontroladores. Todas as atividades terão um forte apelo prático e serão desenvolvidos módulos para auxiliar nos treinamentos posteriores. Serão feitas atividades nas escolas de ensino médio, em especial com apresentação de seminários pelas alunas de ensino médio e da graduação em engenharia elétrica e de palestras de professores sobre a formação de nível superior nas ciências extas e nas engenharias. Serão desenvolvidos módulos educativos para treinamentos de eletrotécnica e eletrônica básica, que serão transferidos, ao final do projeto, para as escolas de ensino médio. Serão desenvolvidos também protótipos de instrumentos de medição eletrônicos, como medidores de temperatura, vazão, velocidade de fluidos, sistemas de controle de acesso com RFID e circuitos de comando usados em automação, que serão também transferidos, ao final do projeto, para as escolas de ensino médio. Será dado também um treinamento em uso de equipamentos de laboratório. O proponente já tem experiência em projetos similares e já existe acordos com escolas de nível médio, bem como existe apoio do grupo de estudantes mulheres IEEE WIE UFCG.
  • Universidade Federal de Campina Grande - PB - Brasil
  • 03/01/2021-31/07/2022