Projetos de Pesquisa

 

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Adebaro Alves dos Reis

Ciências Sociais Aplicadas

Economia
  • organização socioprodutiva de comunidades rurais: tecnologia social de geração de renda, inclusão no mundo do trabalho e autonomia econômica nos territórios rurais da amazônia paraense
  • O projeto tem o objetivo de promover a organização socioprodutiva de comunidades rurais,com foco na autogestão e na cooperação, que promovam geração de renda, inclusão no mundo do trabalho e autonomia econômica das famílias inscritas no Cadastro Único do Governo Federal, possibilitando a melhoria das condições de vida, como estratégia de desenvolvimento sustentável e superação da extrema pobreza na Amazônia Paraense. Os objetivos específicos são: a) Realizar um diagnóstico para identificação do perfil das famílias e das comunidades aplicada aos processos de organização social, gestão, produção, distribuição e comercialização dos produtos. b) Desenvolver o processo organização socioprodutiva de comunidades rurais por meio de atividades de capacitação, assessoria e acompanhamento técnico, no âmbito da organização social, gestão, produção e comercialização. c) Criar soluções tecnológicas que promovam estratégias de produção de alimentos mais saudáveis para o consumo próprio, comercialização, contribuindo para a organização produtiva de trabalhadores. d) Apresentar o cooperativismo e a economia solidária como possibilidade de organização social coletiva autogestionária com vistas à geração de trabalho e renda, à população ou grupo em potencial para constituição de empreendimentos solidários. e) Promover a formação continua e permanente em desenvolvimento sustentável, tecnologia social, coooperativismo, economia solidária, autogestão, agroecologia, agroindustrialização e comercialização para autonomia. f) Produzir e disseminar conhecimentos científicos sobre tecnologias sociais e áreas afins. g) Criar espaços de ensino-aprendizagem favorável ao desenvolvimento da prática acadêmica e profissional nas comunidades rurais por meio da integração da extensão, ensino e a pesquisa no IFPA Campus Castanhal. O processo metodológico de organização social e produtiva de comunidades rurais compreende um conjunto de atividades sistemáticas decapacitação e assessoria que percorrem desde o surgimento do empreendimento até sua consolidação e que busca, através da troca de conhecimentos (saberes acadêmico e popular), fazer com que o empreendimento, no fim do processo, conquiste autonomia organizativa e viabilidade econômica das famílias.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - PA - Brasil
  • 01/12/2018-30/05/2021
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Adebaro Alves dos Reis

Ciências Humanas

História
  • v feira de ciência, tecnologia e inovação social da amazônia paraense (v fecitis): valorizando saberes e sabores amazônicos
  • A V FEIRA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SOCIAL DA AMAZÔNIA PARAENSE (V FECITIS): Valorizando Saberes e SaboresAmazônicos temo objetivo de Promover a V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social da Amazônia Paraense (V FECITIS): valorizando saberes e sabores amazônicos, visando a popularização da ciência, como instrumento de contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do estado do Pará. A V FECITIS terá abrangência estadual, mobilizando participantes dos territórios do Estado do Pará, envolvendo escolas de rede pública de ensino médio e técnico, assim como, os campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. O público alvo serão os pesquisadores e professores da educação profissional e tecnológica dos Campi do IFPA, professores da educação básica do ensino fundamental, médio e técnico de escolas públicas, alunos da educação básica (ensino fundamental, médio e técnico das escolas públicas), do ensino profissionalizante/técnico, do ensino superior, da rede pública ou particular de ensino, bem como todos aqueles que tenham interesse em ciência e tecnologia. A comunidade em geral e segmentos socialmente vulneráveis, tais como: agricultores familiares, quilombolas, ribeirinhos, indígenas, aquicultores, pescadores, meninas e mulheres rurais, deficientes físicos, dentre outras. A V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social da Amazônia Paraense (V FECITIS): Valorizando Saberes e Sabores Amazônicos será realizada junto com o XIV Seminário Internacional em Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária (XIV SICOOPES), a partir de metodologias participativas e interdisciplinar. Além disso, a V FECITIS irá utilizar metodologias criativas, valorizando a experimentação, a inovação e a utilização do método científico, incentivando trabalhos interdisciplinares e a atitude investigativa, a fim de estimular o trabalho colaborativo e as atividades de iniciação científica na educação básica.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - PA - Brasil
  • 12/01/2021-31/01/2023
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Adebaro Alves dos Reis

Ciências Sociais Aplicadas

Economia
  • cooperativismo e desenvolvimento sustentável na amazônia paraense: caminhos para sustentabilidade dos territórios rurais
  • O projeto tem o objetivo geral de analisar a dinâmica do cooperativismo agropecuário e sua contribuição para Desenvolvimento Sustentável (DS), compreendendo as relações existentes entre cooperação e os impactos sociais, econômicos e ambientais nas comunidades nas quais as cooperativas estão inseridas, como instrumento de inclusão e sustentabilidade, contribuindo para a redução das desigualdades no meio rural da Amazônia paraense. O processo metodológico terá uma abordagem interdisciplinar, com enfoque aos procedimentos da pesquisa qualitativa e quantitativa com a utilização de métodos e técnicas que envolverão a realização de pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, pesquisa de campo, observação participante, realização de entrevista, aplicação de questionário semiestruturado, análise de conteúdo e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e sociais. O modelo cooperativista tem contibuido para o desenvolvimento sustentável, incentivando novas práticas, mais colaborativas e sustentáveis, baseado na sustentabilidade economia, social e ambiental centrada nas cooperativas, reduzindo desigualdades, valorizando sempre a inclusão econômica e social. Além disso, as cooperativas contribuem com a distribuição de renda na sua área de atuação, seja no território, cidade, comunidade, beneficiando a economia local.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - PA - Brasil
  • 08/09/2018-30/09/2021
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Adejardo Francisco da Silva Filho

Ciências Exatas e da Terra

Geociências
  • “evolução crustal do domínio pernambuco-alagoas entre o toniano e o ediacarano, província borborema, avaliada com utilização de litogeoquímica e geologia isotópica de u-th-pb e lu-hf em zircão de granitos e ortognaisses”
  • A Província Borborema, é a parte oeste de um importante cinturão móvel Brasiliano que se estende do Brasil até a parte NW da África, nas reconstruções pré-drift (Van Schmus et al., 2008). Ela resulta da convergência e colisão entre os crátons do Oeste da África, Congo - São Francisco e Amazônia, a cerca de 600 Ma. As maiores partes do cinturão Neoproterozóico estão localizadas na África; Dahomey, Pharusian-Hoggar, Cinturão da África Central e a Província da Nigéria. O completo entendimento da ancestralidade e do amalgamento da parte norte de Gondwana Ocidental não é possível sem o entendimento da evolução da Província Borborema e das regiões adjacentes localizadas em ambos os lados do Atlântico. A Província Borborema tem sido dividida em cinco domínios crustais (Van Schmus et al. 2008); Setentrional, Central, Pernambuco-Alagoas (PEAL), Riacho do Pontal e Sergipano. O Domínio PEAL ocorre ao longo da parte SE da Província Borborema, em contato com o Domínio Sergipano. Trabalhos recentes sobre o Domínio PEAL, com utilização de isótopos de Nd, têm demonstrado similaridades entre a parte norte do mesmo e o Domínio Central, e, por outro lado, forte contraste entre estes dois e o domínio setentrional. A parte sul do PEAL, por outro lado, se assemelha ao Domínio Sergipano (Silva Filho et al., 2014). O Domínio PEAL foi subdividido por Silva Filho et al. (2006, 2014) em três subdomínios, Garanhuns, Água Branca e Palmares. O presente projeto visa lançar luz sobre a evolução dos subdomínios Água Branca e Palmares, especificamente os Batólitos Aguas Belas-Canindé, Ipojuca-Atalaia, com utilização de geologia isotópica de U-Th-Pb, principalmente em zircão, e de estudos de isótopos de oxigênio e háfnio também em zircão, de granitos relacionados à orogênese Brasiliana (Idades Criogeniana e Ediacarana), e de metassedimentos Criogenianos. Os dados a serem obtidos também auxiliarão nas correlações com o Cinturão da África Central e suas conexões com o cinturão Trans-Sahara. Hipótese levantada recentemente por De Wit et al. (2008), e por Oliveira et al. (2010), considera que o conjunto destas três províncias constituem uma margem tipo-Andina, ativa durante o amalgamento de Gondwana Ocidental. A caracterização deste processo de amalgamento ainda carece de detalhamento, principalmente com relação ao estágio colisional, para o Domínio PEAL. Acreditamos que a caracterização geológica, geoquímica isotópica e geocronológica dos batólitos graníticos Ipojuca-Atalaia e Águas Belas-Canindé do domínio PEAL, com foco nos principais plútons graníticos que ocorrem no mesmo, juntamente com a Sequência Inhapi , poderá contribuir para o teste desta hipótese, pois os mesmos apresentam algumas características de arco magmático.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2021
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Adelmo Saturnino de Souza

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • jornada científica do oeste baiano: a inteligência artificial como a nova fronteira do desenvolvimento científico
  • A região do Oeste da Bahia ocupa posição de destaque na produção agrícola e energias renováveis. Isso foi possível graças a tecnologia de ponta e abundância de recursos naturais presentes na região. A transformação que ocorreu nos últimos anos, com os altos investimentos tecnológicos, não foi de forma homogênea, tendo em vista que hoje o oeste baiano ainda apresenta municípios com baixo IDHM e alunos com pouco interesse por áreas de tecnologia. Neste contexto, a Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) desempenha um papel fundamental, não apenas no desenvolvimento de novas tecnologias, mas também na popularização e divulgação do conhecimento científico e tecnológico. A proposta para a SNCT mobilizará os campi da UFOB localizados em 5 municípios da região, que levarão o tema “Inteligência artificial: a nova fronteira da ciência brasileira” para diferentes tipos de público, desmistificando a ideia que ciência é algo difícil e mitigando a relação conflituosa entre emprego e Inteligência Artificial (IA). As ações/atividades presentes nesta proposta aproximará a comunidade da Universidade e viabilizará o acesso de crianças e adolescentes à ciência e a tecnologia de forma simples e formativa, através da proposição de seminários, palestras, ciclos de debate, minicursos, oficinas, portas abertas e ciência móvel. Além disso, a proposta visa a realização de um evento conectando IA com as Tecnologias Convergentes e Habilitadoras, que é a principal ferramenta propulsora da IA.
  • Universidade Federal do Oeste da Bahia - BA - Brasil
  • 29/10/2020-30/04/2021