Projetos de Pesquisa

 

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Ana Luiza Neves de Holanda Barbosa

Ciências Sociais Aplicadas

Economia
  • preços, consumo e demanda de produtos alimentares por nível de processamento no brasil: evolução e projeções
  • Apesar de perder peso relativo nas últimas décadas, o gasto com alimentação ainda é um item importante na participação das despesas das famílias brasileiras. Se por um lado, avanços significativos na indústria de produção agroalimentar e as mudanças no estilo de vida das pessoas, há uma gama maior de opções de alimentação (e mais barata!), por outro, o maior consumo de alimentos industrializados e preparados (“comida pronta”) pode induzir a uma maior ingestão de determinados nutrientes e substâncias químicas que, se consumidos em excesso, podem gerar danos à saúde. O objetivo deste projeto de pesquisa é o de analisar a evolução dos preços, do consumo e da demanda dos alimentos por nível de processamento e composição nutricional ao longo do tempo no Brasil. Em particular, pretende-se analisar a relação do consumo dos alimentos por nível de processamento e por composição nutrientes com medidas antropométricas e indicadores da saúde da população brasileira. Os resultados encontrados com relação ao consumo podem fornecer contribuições valiosas no que diz respeito à políticas públicas que visem melhorar a saúde e dieta da população brasileira.
  • Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - DF - RJ - Brasil
  • 02/01/2020-31/01/2022
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Ana Luiza Pamplona Mosimann

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • avaliação do papel da osteopontina na infecção pelo vírus da dengue
  • Diferentes viroses transmitidas por artrópodes (arboviroses) tem ganho recentemente um posto proeminente na mídia dada a gravidade das doenças, sequelas e mortalidade associadas. Nesse panorama a dengue pode ter sido esquecida, no entanto, ainda é a arbovirose que apresenta o maior impacto a nível global em termos de saúde pública. De acordo com a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) o Brasil contribui com a maioria dos casos notificados no continente Americano. Dados do Ministério da Saúde do Brasil mostram que no ano de 2019 até a semana epidemiológica 34 foram registrados 1.439.471 casos prováveis de dengue. A dengue é uma doença infecciosa não-contagiosa que apresenta um amplo espectro de manifestações clínicas. Embora, a taxa de mortalidade não seja tão alta o impacto socioeconômico em função da morbidade associada à infecção não é negligenciável. Isso tem promovido iniciativas para o desenvolvimento de vacinas e antivirais específicos. Nesse contexto, o estudo de proteínas celulares cuja expressão seja passível de modulação e que desempenhem papéis importantes durante a infecção viral podem indicar potenciais alvos para terapias antivirais. Tendo em vista que estudos prévios de padrões de expressão gênica mostram a modulação da osteopontina durante a infecção pelo vírus da dengue, o fato de essa proteína estar envolvida na polarização da resposta immune cellular e a importância da resposta immune cellular durante a infecção pelo vírus da dengue, a osteopontina pareceu ser um alvo promissor para uma investigação mais aprofundada. Considerando que a osteopontina já está sendo estudada como um alvo terapêutico em outras patologias e a disponibilidade de ferramentas para o seu estudo, a viabilidade e potencial do trabalho tornam-se claros. Nossos dados preliminares confirmam que a expressão da osteopontina é modulada durante a infecção pelo vírus da dengue in vitro e in vivo. É indispensável, no entanto, dar prosseguimento ao estudo dessa interação vírus-hospedeiro de forma a aumentar nossa compreensão com relação ao papel dessa proteína durante a infecção. Só assim será possível vislumbrar algum ponto com potencial de intervenção através de terapia antiviral.
  • Fundação Oswaldo Cruz - PR - Brasil
  • 05/12/2019-31/12/2021
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Ana Luiza Spadano Albuquerque

Ciências Exatas e da Terra

Oceanografia
  • projeto aspecto – assimetria na distribuição de energia e massa entre as correntes de contorno oeste do atlântico sul durante os últimos 180ka (mis 6 ao mis1) e o papel do vazamento das agulhas sobre o clima continental
  • O acoplamento oceano-atmosfera é decisivo para a determinação, tanto dos estados médios, quanto da variabilidade do clima terrestre, em função da elevada capacidade térmica dos oceanos e de suas propriedades de distribuição de calor. O entendimento dos modos e padrões de variabilidade dos oceanos em larga escala temporal depende de estudos paleoceanográficos, os quais têm comprovado claramente a direta relação entre a dinâmica oceanográfica e o clima global. O Oceano Atlântico teve (tem) papel central na propagação das mudanças climáticas abruptas, uma vez que elas estiveram (estão) associadas à marcantes alterações na intensidade da Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico (do inglês, Atlantic Meridional Overtuning Circulation, AMOC). Apesar disso, o conhecimento a respeito das mudanças na paleocirculação na porção tropical e subtropical do oeste do Atlântico Sul é ainda restrito, esparso e fragmentado, a despeito de seu reconhecido papel na transferência de calor inter-hemisférico e, consequentemente, na modulação do clima global. Neste sentido, o oceano Atlântico Sul contribui com a AMOC transferindo calor para o Atlântico Norte através do Giro Subtropical do Atlântico Sul (GSAS). Na porção norte deste Giro, a Corrente Sul Equatorial (CSE) se bifurca dando origem às correntes de contorno oeste que ocupam a margem brasileira, são elas: a Corrente Norte do Brasil (CNB) e a Corrente do Brasil (CB), nos ramos norte e sul, respectivamente. A variabilidade da temperatura da superfície do mar (TSM) dessas correntes modula o posicionamento e a intensidade dos principais mecanismos atmosféricos que controlam o clima da América do Sul, tais como: a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Além disso, na porção sudoeste do GSAS, o Oceano Atlântico recebe calor transportado do Índico através do vazamento das Agulhas, o qual contribui para a variabilidade na distribuição de calor e sal entre as correntes de contorno oeste do Atlântico Sul e, consequentemente, modula a intensidade da AMOC. Estudos paleoceanográficos que abordem a variabilidade oceanográfica do setor oeste do Atlântico Sul, especialmente focados na CNB e CB são ainda raros. Apesar desta escassez de registros paleoceanográficos, alguns estudos têm apontado para uma condição antifásica ou assimétrica no transporte de calor e sal entre as correntes de contorno oeste do Atlântico Sul, e o fundamental controle do vazamento das Agulhas sobre esse mecanismo, acomodando as marcantes mudanças no transporte inter-hemisférico deste calor e sal no Atlântico. No entanto, o impacto das mudanças climáticas abruptas sobre a CNB e CB permanece elusivo, principalmente em função da pequena quantidade de registros marinhos com alta resolução temporal. Neste sentido, o Projeto ASpECTO se propõe a estudar a assimetria de transporte de calor e massa entre as CNB e CB ao longo dos últimos 180.000 anos (MIS 6 ao MIS1), buscando também entender o impacto do vazamento das Agulhas sobre o transporte de calor dessas correntes e suas consequências sobre o clima continental. Para tanto, esse projeto se baseia no estudo de três testemunhos marinhos localizados nas Bacias de Santos (GL1090), Pernambuco-Paraíba (GL1180) e Barreirinhas (GL1248), os quais estão sob a influência da Corrente do Brasil, da região da bifurcação da Corrente Sul-Equatorial e da Corrente Norte do Brasil, respectivamente. Além disso, esse projeto também abordará um testemunho coletado pela Expedição IODP-361 (Janeiro-Fevereiro 2016), localizado no Banco das Agulhas ao largo da Cidade do Cabo na África do Sul (U1479), que representa a região reconhecida como “Agulhas ring-corredor”, cujo o estudo será realizado em alta-resolução temporal, visando estabelecer os padrões de exportação de calor e sal entre os oceanos Índico e Atlântico.
  • Universidade Federal Fluminense - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Ana Maria Amorim Correia

Outra

Divulgação Científica
  • eles, robôs - a inteligência artificial entre nós
  • Face à realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus, nossa proposta é realizar, no meio online, atividades de divulgação científica com foco na inteligência artificial e também na nanotecnologia e fotônica. Assim, estimamos a realização de 1) Encontros virtuais com recortes sobre a Inteligência Artificial, 2) Encontros virtuais sobre temas como Nanotecnologia e Fotônica 3) Lançamento de episódio de podcast especialmente preparado com a temática da ciência da computação, 4) Eventos especiais sobre o uso de Inteligência Artifical na Astronomia e 5) Oficinas virtuais sobre Inteligência Artificial. Assim, buscamos ocupar o ambiente digital com a adaptação das nossas atividades para tais plataformas, incluindo 6) disponibilização dos materiais gravados disponíveis em português e Libras em nosso canal. Pretendemos criar atividades que provoquem a reflexão sobre as pesquisas e usos da inteligência artificial com linguagem acessível e sem abrir mão do diálogo com as atividades que já desenvolvemos em nosso ambiente físico (por exemplo, por sermos um museu de ciência com um planetário, consideramos a abordagem da divulgação da astronomia como um pilar de nosso projeto).
  • Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ - RJ - Brasil
  • 21/10/2020-30/04/2021
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Ana Maria Benko Iseppon

Tecnologias

Desenvolvimento Tecnológico e Industrial
  • bioinformática, ômicas e biotecnologia aplicadas ao feijão-caupi visando à resistência contra patógenos e pragas
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 29/11/2019-30/11/2022