Projetos de Pesquisa

 

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Antonio Carlos Pacagnella Junior

Engenharias

Engenharia de Produção
  • fatores críticos de sucesso para projetos de desenvolvimento de software com metodologias ágeis
  • A gestão ágil de projetos é uma abordagem que, por meio dos seus valores e princípios, visa dar dinamismo aos processos, aumentar a participação dos clientes e empoderar as equipes. Contudo, o desempenho dos projetos que a empregam pode ser influenciado diretamente por diversos elementos, internos e externos, conhecidos na literatura científica como Fatores Críticos de Sucesso (FCS), como a experiência da equipe, o tipo de cultura organizacional ou o suporte da alta administração. Especificamente no que tange a projetos de desenvolvimento de software, embora existam estudos prévios na literatura, parece não haver consenso sobre quais seriam estes elementos e nem seu nível de influência sobre o desempenho do projeto (principalmente quando se considera o contexto brasileiro). É preciso ressaltar que softwares são produtos de alto valor agregado, desenvolvidos por organizações inovadoras de base tecnológica e que geram empregos qualificados, contribuindo com diferentes setores da economia. Desta forma, o tema não desperta somente o interesse científico, mas também gerencial. Observando estes argumentos, este estudo tem a hipótese central de que Fatores Críticos de Sucesso influenciam positivamente os valores ágeis (elementos que norteiam a gestão ágil) e consequentemente o desempenho de projetos que usam a abordagem citada. Esta hipótese é plausível no sentido de que alguns dos FCS fomentam estes valores, como a interação entre pessoas e a responsividade à mudanças e estas por sua vez podem influenciar no desempenho do projeto em diversas dimensões, como a satisfação do cliente ou os custos do projeto. Para investigar esta hipótese, é proposta uma pesquisa de natureza aplicada, hipotético-dedutiva, com abordagem quantitativa, onde será utilizado o método survey, cuja coleta de dados se dará por questionários estruturados com gestores destes projetos. Os dados coletados serão analisados com a técnica de Modelagem de Equações Estruturais (PLS-SEM).
  • Universidade Estadual de Campinas - SP - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025
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Antonio Carlos Pavao

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • 27a. ciência jovem
  • A CIÊNCIA JOVEM completou 26 anos em 2020 e já se tornou uma das maiores feiras do país. Seleciona atualmente 300 projetos vindos de todos os estados brasileiros e de alguns países da América Latina. Com expressiva participação de escolas públicas, tem revelado talentos, contribuído para despertar nos jovens o entusiasmo pela ciência e divulgado a rica produção científica que acontece na escola. É uma Feira que reconhece o potencial de alunos de todas as idades. Por isso, abre espaço para projetos desde a educação infantil até o ensino médio e técnico, incluindo ainda uma categoria para professores. A CIÊNCIA JOVEM procura estimular a realização de projetos integrados ao currículo da escola, orientados pelo professor e desenvolvidos durante todo o período letivo. Assim, não é apenas um evento, mas sobretudo é um movimento para promover um ensino de ciências investigativo e experimental, valorizando a criatividade dos alunos, estimulando o trabalho em grupo, enfim, procurando fazer da feira “uma revolução pedagógica”, como preconizava José Reis. Reconhecendo todo o valor pedagógico da feira de ciência, um dos objetivos centrais da CIÊNCIA JOVEM é estimular e apoiar a realização de feiras em escolas, cidades... em todos os lugares do país. A participação na CIÊNCIA JOVEM é um momento marcante na vida de alunos e professores, como é característica de toda feira de ciência. Quem participou de uma sabe disso. Porém, uma outra característica é que, após participar de uma feira do porte e organização da CIÊNCIA JOVEM, esses alunos e professores voltam empolgados para suas escolas, tornam-se exemplos, estimulam colegas, são como semente e adubo para feiras de ciência. Essa é razão para se dedicar a maioria dos recursos da presente Proposta em diárias para alunos e professores de outros estados participarem da 27a CIÊNCIA JOVEM em Recife. Vale destacar aqui que os recursos para infraestrutura, montagens de stands e operação da Feira são contrapartidas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação/ESPAÇO CIÊNCIA, além da contribuição de Secretarias de Educação e outros parceiros. Articulada a diversas feiras nacionais e internacionais, como FEBRACE-SP, MOSTRATEC-RS, SBPC Jovem, MILSET Brasil, MILSET Amlat, MILSET Mundial, FENECIT, MOCINN, FECITEC Girasoles, Encuentro Internacional de Ciencia, Tecnologia y Innovación, dentre outras, a CIÊNCIA JOVEM é reconhecida nacionalmente e em outros países, sendo que seus frutos podem ser percebidos com a crescente qualidade dos trabalhos apresentados, vários deles utilizando o mesmo rigor científico da pesquisa madura que se desenvolve nos centros de pesquisa. É neste contexto que se insere a presente Proposta de realização da 27a CIÊNCIA JOVEM.
  • Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação de Pernambuco - PE - Brasil
  • 13/01/2021-31/01/2023
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Antonio Carlos Pavao

Outra

Divulgação Científica
  • 28ª ciência jovem
  • Feira de Ciência é uma estratégia poderosa para promover uma educação para a ciência baseada no desenvolvimento de pesquisa na escola. Segundo J. Reis, "feira de ciência é uma revolução pedagógica". Seguindo este conceito, a CIÊNCIA JOVEM estimula a realização de projetos de pesquisa integrados ao currículo da escola e desenvolvidos durante todo o período letivo. Assim, a Feira não é apenas um evento. É sim o momento de apresentar a produção científica e tecnológica de alunos e professores, mas sobretudo é o coroamento do trabalho desenvolvido ao longo do ano. Em 2021, a CIÊNCIA JOVEM completa 27 anos, a mesma idade do ESPAÇO CIÊNCIA, o museu interativo de ciência de Pernambuco, responsável por sua organização e idealização. A Feira, com a capacidade de entusiasmar e despertar o interesse pela pesquisa de estudantes e professores, somado ao seu potencial estratégico para a divulgação científica, é um dos pilares do Museu (www.espacociencia.pe.gov.br/?atividade=ciencia-jovem). A CIÊNCIA JOVEM tem reunido projetos de todos os estados brasileiros e de alguns países da América Latina e da Europa. Participam escolas públicas e privadas desde o ensino infantil até o médio/profissional. Está articulada a diversas feiras escolares, municipais, regionais, nacionais e internacionais. Os frutos da CIÊNCIA JOVEM podem ser percebidos com a crescente qualidade dos projetos apresentados, vários deles utilizando o mesmo rigor científico da pesquisa madura que se desenvolve nos centros de pesquisa. Os projetos credenciados na CIÊNCIA JOVEM para participar de outras Feiras têm conseguido premiações e obtido destaque em outras Feiras nacionais e internacionais. A CIÊNCIA JOVEM é aberta para escolas de todas as redes de ensino (municipal, estadual, federal e privada), sendo que cerca de 2/3 dos projetos selecionados são oriundos de escolas públicas. Em 2022 está prevista a apresentação de 300 projetos no formato presencial, com transmissão pela internet de todas as apresentações.
  • Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação de Pernambuco - PE - Brasil
  • 10/12/2021-31/12/2023
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Antonio Carlos Pavao

Outra

Divulgação Científica
  • semana nacional de ciência e tecnologia em pernambuco - 2021
  • A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), estabelecida desde 2004, tem o objetivo de fomentar atividades de popularização da ciência em todo território nacional; mostrar a importância e aplicação da Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento social; mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de C&T; valorizar a criatividade, a atitude científica e a inovação. Em Pernambuco, a SNCT é coordenada pelo ESPAÇO CIÊNCIA – Museu Interativo de Ciência vinculado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado. A cada ano, Pernambuco tem se destacado no cenário nacional em número de atividades. A SNCT PE está organizada em 18 Coordenações Regionais, envolvendo parcerias de instituições de ensino e pesquisa e de governos locais, incluindo Secretarias de Educação estadual e municipais, Universidades e Institutos Federais de Educação, escolas públicas e privadas das redes estadual e municipal, Centros de Pesquisa, ONGs, museus, instituições estatais, entre outros. Além de oferecer suporte e apoio nas ações de cada Polo, o ESPAÇO CIÊNCIA produz material educativo e de divulgacao, que é distribuído entre as instituições participantes. Estão programadas atividades de divulgação científica como: oficinas científicas online, exposições interativas, palestras online, debates em plataformas digitais, atividades experimentais nas redes sociais, feiras de ciência a distância, instituições de portas abertas, visitas a museus, dentre outras. As Caravanas da Ciência - Ciência Móvel, Caravana da Astronomia e Caravana dos Notáveis Cientistas de Pernambuco - poderão eventualmete circular nos vários municípios, a depender de protocolos e da própria evolução da pandemia. Como resultado final, espera-se que esse conjunto de ações aqui propostas, mesmo diante de algumas limitações devido à pandemia, possa manter Pernambuco na posição de destaque nacional em número e qualidade de atividades de divulgação.
  • Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação de Pernambuco - PE - Brasil
  • 05/10/2021-31/10/2023
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Antonio Carlos Rosário Vallinoto

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • marcadores epidemiológicos de frequência (prevalência) dos htlv-1/2, seus subtipos moleculares e aspectos sócio-comportamentais de risco para a infecção em populações humanas das regiões norte e centro-oeste do brasil
  • Os vírus T-linfotrópico humano 1 e 2 (HTLV-1 e HTLV-2) pertencem à família Retroviridae, subfamília Oncovirinae, gênero Deltaretrovirus apresentando tropismo preferencial por células T CD4+ e células T CD8+, respectivamente. O HTLV-1 foi, inicialmente, descrito como o agente etiológico da leucemia/linfoma de células T do adulto (ATLL) e, posteriormente, como o agente de uma doença neurodegenerativa crônica conhecida como paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao HTLV-1 (TSP/HAM). Estudos epidemiológicos em regiões de alta prevalência mostraram que os modos de transmissão do HTLV-1 e do HTLV-2 são semelhantes. Portanto, as principais vias de transmissão desses vírus incluem transfusão de sangue, compartilhamento de seringas e de agulhas contaminadas, contato sexual e aleitamento materno. A despeito dos quase 40 anos passados desde o isolamento do HTLV-1 e do HTLV-2, a infecção e as doenças associadas são negligenciada, sem haver, até o presente, um tratamento efetivo aos portadores do vírus e dos que se apresentam com doenças associadas e, muito menos, uma vacina protetora. Não há, também, uma descrição precisa da real prevalência da infecção pelos HTLV-1/2 no Brasil e, em particular nos diversos estratos populacionais dos estados do Norte e do Centro-Oeste do país. Até o presente, os estudos de prevalência não utilizaram amostragens adequadas e nem estratificadas de maneira adequada que permitam uma afirmação da prevalência do HTLV no Brasil e em outros países. O momento atual justifica o fomento de investigações epidemiológicas para esclarecer o perfil epidemiológico da infecção por esses retrovírus por meio de estudo de base populacional das populações tri-híbridas brasileiras e dos inúmeros estratos como quilombolas, indígenas e outros habitantes das regiões Norte e Centro-Oeste. As informações serão utilizadas dentre outros benefícios para os futuros estudos de eficácia de vacinas candidatas que estão, atualmente, em desenvolvimento por pelo menos dois grupos como os dos doutores Genoveffa Franchini (NIH, USA) e Glen N. Barber (Miami University, USA). O combate às doenças endêmicas é um desafio constante no Brasil, principalmente em populações rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas, porque a atenção primária à saúde é deficiente. Por fim, as regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, ainda, representam uma grande lacuna no que diz respeito ao conhecimento da epidemiologia do HTLV e sua implicação para a saúde pública. Desta forma, o conhecimento da prevalência da infecção pelo HTLV e os fatores de risco associados (vulnerabilidade) são ferramentas essenciais para a elaboração de estratégias de políticas públicas de saúde para o combate mais à ocorrência e à disseminação da infecção nessas regiões. Assim sendo, o presente projeto visa descrever a ocorrência e a epidemiologia molecular da infecção pelos HTLV-1/2, os aspectos epidemiológicos e comportamentais de risco para a exposição em comunidades de diferentes estratos populacionais localizados nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil.
  • Universidade Federal do Pará - PA - Brasil
  • 02/03/2020-31/03/2023