Projetos de Pesquisa

 

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Roner Ferreira da Costa

Ciências Biológicas

Biofísica
  • simulações computacionais de nanosistemas, biomoléculas e moléculas
  • O projeto Simulações Computacionais de Nanosistemas, Biomoléculas e Moléculas tem como objetivo a investigação/desenvolvimento de nanoestruturas, biomoléculas e moléculas com atividade biológica por meio de simulações computacionais. Assim, tendo como metas: (i) simulações computacionais de como estas moléculas são ligadas aos nanosistemas, e consequentemente melhor poder sugerir como controlar de forma mais eficiente a sua entrega através dos nanosistemas; (ii) desenvolvimento de protocolos para estudar o funcionamento em nível molecular de moléculas/fármacos com a meta da descoberta de derivativos mais efetivos, o que será realizado através do estudo por bioquímica quântica das interações das diferentes moléculas/fármacos com os sítios ativos das respectivas proteínas alvo; (iii) estudo da relação entre o pH do meio e o estado de protonação e conformação estrutural de proteínas, biomoléculas e moléculas. O principal objetivo desta proposta é a preparação de uma série de protótipos nanopartícula-molécula para entrega seletiva de moléculas com atividade biológica usados no tratamento do câncer, infecções, etc., utilizando simulações computacionais em diversos níveis (docking, clássico, semiempírico, quântico), para a compreensão e o desenvolvimento de sistemas nanométricos conjugados. As principais linhas da proposta são: (1) simulações das propriedades estruturais, eletrônicas e ópticas de nanosistemas, nanopartículas e moléculas individuais utilizadas ou em desenvolvimento para o tratamento do câncer e doenças infecciosas, suas interações e a interação com as proteínas alvo; (2) simulação das propriedades estruturais, ópticas e vibracionais de biomoléculas e moléculas com a variação do pH. O projeto visa o desenvolvimento da atividade de pesquisa num contexto de integração de várias ramos científicos (física, química, bioquímica, farmácia, farmacologia, medicina) envolvendo técnicas e ferramentas no estado da arte na área de simulações computacionais, com grande potencial de inovação e formação de recursos humanos com competência multidisciplinar para aplicações nanotecnológicas na área do tratamento de diversas doenças, além de contribuir para o aperfeiçoamento e a consolidação dos grupos de pesquisa envolvidos.
  • Universidade Federal Rural do Semi-Árido - RN - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rones de Deus Paranhos

Ciências Humanas

Educação
  • a pesquisa sobre o ensino de ciências da natureza na educação de jovens e adultos: análise da produção científica brasileira e socialização de suas tendências
  • O projeto propõe realizar uma pesquisa do tipo Estado da Arte cujo o objeto de investigação é a produção científica brasileira (artigos, dissertações e teses) sobre o ensino de ciências da natureza (biologia, física e química) na educação de jovens e adultos (ensino fundamental e médio), publicada entre os anos de 1997 e 2018. A pesquisa será desenvolvida a partir dos seguintes questionamentos: a) Quais são os aspectos que caracterizam a produção científica brasileira sobre o ensino de ciências da natureza na EJA? b) Que concepções sobre EJA, educação escolar, público da modalidade e ensino de ciências da natureza são explicitadas pela produção científica brasileira? Além de integrar pesquisadores de diferentes instituições (UnB, IFGoiás, UFG, UFT – Campus de Araguaína) e áreas (Biologia, Física, Química, Ciências e Pedagogia) o projeto propõe a criação de um banco de dados com todas as produções científicas levantadas e a publicação de um E-book com as análises da investigação. Esses materiais serão disponibilizados gratuitamente no site da Rede de Pesquisa em Ensino de Ciências para EJA a ser construído para este fim. Espera-se que o projeto possa aprimorar a discussão teórico-metodológica da pesquisa em torno do objeto; inserir nas licenciaturas o debate sobre a EJA como elemento formativo e contribuir com a compreensão do processo de ensino-aprendizagem dos conceitos científicos, bem como, seus aspectos didático-pedagógicos.
  • Universidade Federal de Goiás - GO - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Roniberto Morato do Amaral

Ciências Sociais Aplicadas

Ciência da Informação
  • colaboração científica nacional e internacional dos programas de pós-graduação em ciência da informação
  • Há um crescente interesse em estudos métricos sobre a colaboração científica na pós-graduação brasileira, visando compreender o processo de internacionalização das pesquisas científicas. Porém, parte significativa desses estudos é realizada a partir de bases de dados bibliográficas internacionais em nível macro, enquanto outros estudos limitam-se a um determinado Programa de Pós-Graduação (PPG), impossibilitando análises comparativas e o mapeamento das colaborações científicas nacionais e internacionais. O desenvolvimento de metodologias capazes de avaliar a colaboração científica institucional é um dos desafios dos pesquisadores nesse assunto. Além disso, também é desafiador o ato de verificar o seu impacto para o desenvolvimento da ciência e o grau do envolvimento dos pesquisadores nessas colaborações. Visando contribuir para os estudos métricos da ciência e para o avanço da Ciência da Informação no Brasil, o objetivo geral desta pesquisa compreende investigar a colaboração científica nacional e internacional dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu da Área de Ciências Sociais Aplicadas 1 – Ciência da Informação do Brasil. Será utilizada uma abordagem quantitativa de natureza exploratória. A bibliometria e a análise de redes sociais serão utilizadas como técnicas de análise de informações. A Plataforma Lattes e a Base de dados Web of Science serão as fontes de informações. A amostra analisada compreenderá os currículos Lattes, em especial a produção científica, de docentes vinculados aos PPG da Ciência da Informação, no período de 2013 a 2016. Para a extração dos dados, análise e elaboração dos indicadores serão utilizadas as seguintes ferramentas computacionais: 1] o SyncLattes, ferramenta para a extração da produção científica dos docentes registrada na PL; 2] o VantagePoint, ferramenta para o tratamento das informações e análise bibliométrica; e 3] os Softwares UCINET, GEPHI e VOSviewer para a análise e representação das redes de colaboração científica. A análise dos indicadores será baseada em artigos científicos que versam sobre estudos métricos, colaboração científica nacional e internacional e política de ciência tecnologia e inovação. Espera-se contribuir para o aperfeiçoamento dos PPG e do Sistema Nacional de Pós-Graduação, ao maximizar a compreensão da colaboração científica e suas implicações para a internacionalização das pesquisas científicas da Área de Ciências Sociais Aplicadas 1 – Ciência da Informação. Essa contribuição esta baseada nos seguintes resultados esperados: a)Indicadores comparativos entre os Programas de Pós-graduação em Ciência da Informação para as seguintes dimensões: 1] experiencia internacional, envolvendo o mapeamento da formação dos docentes no exterior; e 2] produção científica, indicadores de produtividade e de ligação ou cooperação científica nacional e internacional; b) Analise dos indicadores no contexto das políticas públicas de ciência e tecnologia e inovação; c) Consolidação de um conjunto de indicadores úteis e reprodutíveis sobre colaboração para o Sistema Nacional de Pós-graduação, em especial da Área de Ciências Sociais Aplicadas 1 – Ciência da Informação; d) Publicações para divulgação dos indicadores elaborados e das metodologias empregadas; e) Dissertações de mestrado e trabalhos de conclusão de curso de graduação sobre a produção e colaboração científica nacional e internacional.
  • Universidade Federal de São Carlos - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Ronie Silva Juvanhol

Ciências Agrárias

Recursos Florestais e Engenharia Florestal
  • integração de modelos de probabilidade e tendências de ocorrência de incêndios florestais como instrumento de auxílio à gestão em uma área protegida do bioma cerrado
  • O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de cerca de 24% do território brasileiro. É considerado um dos hotspots mundiais de biodiversidade, pois apresenta abundância de espécies endêmicas e sofre uma enorme perda de habitat. A Estação Ecológica de Uruçuí-Una (ESECUUNA) faz parte das unidades de conservação pertencentes ao bioma cerrado, no Sudoeste Piauiense, mais especificamente na sub-região dos altos platôs piauienses. Esta Unidade de Conservação tem experimentado constantes pressões antrópicas devido à sua localização geográfica, em uma região de grande fronteira agrícola, e às atividades de subsistência das comunidades do entorno. A problemática dos incêndios florestais é de enfrentamento constante pelos gestores ambientais, em especial devido à extensão da ESECUUNA, de cerca de 135.000 ha. Diante do exposto, torna-se importante delimitar alternativas de apoio a gestão desta unidade de conservação, no que diz respeito aos incêndios florestais. Para este processo, é importante contar com a colaboração da sociedade envolvida, da comunidade científica e dos gestores da ESECUUNA. Este projeto propõe desenvolver modelos de risco de incêndio florestal em função de variáveis explicativas e conhecer os padrões de comportamento da vegetação e sua relação com a ocorrência de incêndios florestais, para o clima atual e futuro, na ESECUUNA. Ao final, é proposto a elaboração do zoneamento da área quanto a diferentes zonas para gestão de incêndios florestais. Para alcançar estes objetivos, o projeto encontra-se estruturado em três etapas principais. Em todas as etapas metodológicas priorizou-se a utilização de dados de sensoriamento remoto orbital, devido a sua conhecida capacidade de fornecer informação de forma sinóptica, que abrange áreas extensas e alta frequência de aquisição. Isso permite o monitoramento de ecossistemas terrestres por meio de sensores com elevada qualidade na obtenção de dados, como a exemplo do sensor MODIS. A primeira etapa será a modelagem da probabilidade de ocorrência de incêndios florestais; a segunda etapa, estudo das tendências da vegetação à ocorrência de fogo; e a terceira etapa, a delimitação de zonas para gestão de incêndios florestais. Na primeira etapa serão utilizados dados de focos ativos de fogo e variáveis preditoras: variáveis topográficas, variáveis climáticas, variáveis de atividade humana, variáveis de vegetação como entrada para a modelagem da ocorrência de incêndios florestais. O método utilizado será o MaxEnt, que considera as configurações espaciais de ocorrência versus não ocorrência. Por este método, os resultados podem ser usados para prever a probabilidade de ocorrência e o ranking de importância da variável pode ser usada para identificar os fatores relevantes na gestão do incêndio. Serão realizados testes de omissão binomial unicaudal para avaliar se o modelo prevê a ocorrência de pixels de fogo significativamente melhor que aleatório. Além disso, será calculado a sensibilidade do modelo e a taxa de falsos positivos para esses mesmos valores de limiar usando a ocorrência real de pixels de fogo no mês simulado. Na segunda etapa, serão utilizados os resultados obtidos na primeira etapa e dados de vegetação obtidos por meio do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) do produto MOD13Q1, sensor MODIS, dados de queima do produto MCD45 A1, sensor MODIS, dados climáticos e de uso do solo. Nesta etapa serão geradas as tendências de ocorrência de fogo e de vigor da vegetação pelos métodos de correlação linear de Pearson, regressão linear simples e o método não paramétrico de Mann-Kendall. Será gerada a modelagem da correlação entre os dados de vegetação e ocorrência de incêndios florestais e, ao final, as tendências futuras de alterações na paisagem a partir dos incêndios florestais. Para esta última fase da etapa 2, serão consideradas: Análise de Mudança, Modelagem de Potencial de Transição e Previsão de Mudança; em que serão consideradas as alterações climáticas previstas pelo Intergovernamental Painel of Climate Change (IPCC), as informações de tendências observadas e de probabilidade de ocorrência de incêndios obtida na etapa 1. A etapa 3 consiste na elaboração de um zoneamento ambiental voltado à gestão dos incêndios florestais na ESECUUNA. Para tanto, as etapas anteriores (1 e 2) fornecerão o diagnóstico ambiental necessário para delimitação de diferentes zonas de gestão. Serão consideradas também, as informações das tipologias florestais encontradas na área. Serão organizadas palestras e reuniões públicas, em que a sociedade e gestores ambientais envolvidos, serão convidados à participar e contribuir nos processos de tomada de decisão. Com isso, são esperados os seguintes resultados: Mapa de probabilidade de fogo em diferentes estações de incêndios florestais; Ranking de importância da variável para identificar os fatores relevantes na gestão do incêndio; Tendências espaço-temporais do vigor da vegetação entre 2000 e 2018; Tendências futuras de alteração da paisagem; Mapas de uso e ocupação do solo de acordo com previsões futuras; Mapa de zoneamento da ESECUUNA, indicando zonas de gestão de incêndios florestais e um documento técnico/ cartilha sobre a importância da gestão de incêndios florestais na ESECUUNA.
  • Universidade Federal do Piauí - PI - Brasil
  • 30/11/2018-30/11/2021
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Ronilson Freitas de Souza

Ciências Humanas

Educação
  • ensino de ciências naturais: articulando saberes por meio de projetos interdisciplinares
  • Vide projeto anexo
  • Universidade do Estado do Pará - PA - Brasil
  • 12/08/2019-30/11/2021
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Ronney Arismel Mancebo Boloy

Engenharias

Engenharia de Energia
  • misturas biogás-biodiesel utilizadas em sistemas de injeção dual-fuel dos motores de combustão interna a compressão
  • Atualmente, com o crescimento da população mundial, geram-se grandes quantidades de resíduos em vários sectores; indústria, agropecuário, urbano e florestais. No sector urbano, existem dois resíduos que geram um impacto tecnológico, econômico, ambiental e social bem considerável devido ao inadequado gerenciamento, são estes: 1- Resíduos Sólidos Urbanos – RSU e 2- Óleo Vegetal Residual – OVR. No ano 2016, no Brasil gerou-se 78,3 milhões de tonelada de RSU, sendo que 91% foram coletados, significando que 9% dos RSU tiveram destino inapropriado.Já no segundo caso, no Brasil 2,5% do óleo vegetal residual produzido é reutilizado de forma apropriada, sendo que o restante é descartado inadequadamente em corpos de água, redes de esgoto, solos, inclusive incinerados.Por tanto, gerenciar adequadamente os RSU e os OVR através da agregação de valor energético é o caminho para minimizar os impactos ambientais, bem como melhorando o saneamento básico proporcionando melhor qualidade de vida à sociedade e permitindo maior inclusão social com geração de emprego e renda. Assim sendo, pretende-se estudar a viabilidade energética, econômica e ambiental da utilização de misturas de biogás-biodiesel em sistema de injeção dual-fuel dos Motores de Combustão Interna de Ignição a Compressão – MCIIC, com o intuito de diminuir a poluição ambiental produzida pelas emissões de gases poluentes no setor de transporte urbano e de carga, que atualmente utiliza o diesel como combustível principal no Brasil, também almeja-se descentralizar a matriz energética brasileira com a inclusão de biocombustíveis produzidos a partir de Resíduos Sólidos Urbanos-RSU, no caso do biogás e a partir de Óleo Vegetal Residual-OVR, para o caso do biodiesel, dessa forma consegue-se melhorar o saneamento básico agregando valor energético aos RSU e ao OVR gerenciados inadequadamente. O biogás é produzido a partir de RSU em Aterro Sanitário através de um processo de digestão anaeróbica, e o biodiesel produzido a partir do OVR, utilizando processo de duas etapas, esterificação com catálise ácida homogênea (H2SO4) e transesterificação com catálise básica homogênea (NaOH). O MCIIC recebe as misturas de biogás/biodiesel em diferentes proporções, ou seja, biogás 25%-BG25, BG50 e BG75 visando estudar o impacto das proporções dessas misturas nos parâmetros de desempenho do motor e emissões de poluentes, procurando aumentar a eficiência de conversão das misturas e minimização das emissões de poluentes ao meio ambiente. A combustão das misturas biogás-biodiesel será estuda através de simulação computacional fluidodinâmica (CFD), onde serão analisados o atraso, e avanço da ignição, início da combustão, propagação da chama, razão volumétrica de compressão e as temperaturas dos gases de exaustão. Após esta análise serão realizados cálculos de parâmetros associados com o desempenho no MCIIC, tais como: consumo específico de combustível, eficiência térmica, de combustão e conversão das misturas biogás-biodiesel, todas em base exergética. Numa próxima etapa são determinados os custos de transporte urbano e de carga em US$/km utilizando MCIIC alimentado com misturas biogás-biodiesel. No projeto também espera-se determinar as emissões de Óxidos de Nitrogênio - NO, Hidrocarbonetos – HC, Monóxido de Carbono – CO, Dióxido de Carbono Equivalente - CO2e, indicador de poluição e eficiência ecológica como forma de avaliar o impacto ambiental do MCIIC. Além do aspecto científico da pesquisa, este projeto também tem como meta a formação de recursos humanos, o desenvolvimento e a divulgação da pesquisa através de artigos relacionados com análises técnicas, econômicas e ambientais dos motores de ignição a compressão alimentados com misturas biogás-biodiesel.
  • Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Roque Ismael da Costa Güllich

Ciências Biológicas

Biologia Geral
  • formação e docência em ciências com foco no ensino por investigação
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal da Fronteira Sul - SC - Brasil
  • 12/08/2019-30/11/2021
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Rosa Elisabete Militz Wypyczynski Martins

Ciências Humanas

Geografia
  • saberes e fazeres da geografia na construção da cidadania: brasil, um país que envelhece
  • RESUMO: O projeto tem como objetivo geral: Desenvolver uma metodologia para o ensino-aprendizagem de Geografia utilizando conjuntamente pesquisa-ação , as TICs, a cartografia colaborativa e a cartografia escolar para abordar o tema do envelhecimento da população brasileira no espaço urbano. Também pretende-se investigar como Vencer o desafio de integrar a Tecnologia da Comunicação e Informação (TICs), a Cartografia Escolar e a Cartografia Colaborativa à metodologia de ensino pesquisa-ação para trabalhar conteúdos Geografia; Promover a inclusão digital e potencializar o uso das TICs na construção de práticas pedagógicas colaborativas para construção do conhecimento nas aulas de geografia escolar; Motivar os estudantes a perceber a cidade considerando a qualidade de vida e a cidadania dos idosos; Criar uma consciência cidadã nos adolescentes de forma a vencer estereótipos e preconceitos nocivos em relação às pessoas idosas; Revelar que a população idosa é importante para a transmissão de experiência e conhecimentos úteis para os mais jovens. Temos como metas: Criar uma metodologia dinâmica de ensino-aprendizagem de geografia que instiga a busca e compartilhamento do conhecimento pelos alunos; Utilizar as TICs para os fazeres da Geografia escolar recortados na temática do envelhecimento da população; Proporcionar a inclusão digital na escola e potencializar o uso das TICs; Trabalhar com a Cartografia Colaborativa sob o enfoque da população idosa, para conhecer a realidade dos diferentes bairros das escolas; Proporcionar o debate dos adolescentes sobre o aumento da população idosa no Brasil e as implicações que isto trás para a sociedade atual; Ampliar o conhecimento de mundo do estudante, através da comunicação da informação levantada com seus pares em outras cidades, utilizando para tanto a tecnologia da informação e comunicação; Desenvolver habilidades espaciais para construir um mapeador consciente e leitor crítico de mapas e do mundo; Criar um endereço eletrônico para iniciar a Cartografia Colaborativa da situação do idoso no Brasil.
  • Universidade do Estado de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Rosa Maria Esteves Arantes

Ciências Biológicas

Morfologia
  • medicina, fisiologia e antropologia antártica - sobrevivendo no limite : da fisiologia de extremos à gestão da saúde na antártica
  • Sendo este projeto continuidade daquele encaminhado pelo Grupo Mediantar no edital 64/2013 é importante indicar os principais produtos do projeto que contabiliza trabalho publicado em revista cientifica internacional indexada, QUALIS A1 na área polar especifica (Moraes et al, J of Circump Health, 2018) e outros trabalhos trabalho submetidos a revistas com bom impacto Qualis. A lista dos produtos está no Quadro 1 do Projeto Detalhado anexo. Destaca-se nossa curadoria da exposição Expedição Antártica que foi exibida com sucesso de público no Espaço do conhecimento da UFMG (mais de 40.000 visitantes). Enquanto os demais projetos brasileiros no Proantar se ocupam dos eixos temáticos dentro das linhas indicadas no Plano de Ação 2013-202, nosso projeto se ocupa de estudar aspectos fisiológicos, neurobiológicos e sociais, (Eixos Temáticos emergentes G e H deste edital) relacionados a pesquisadores e militares das Operações. Nosso foco é na compreensão de vários aspectos da interação do homem nos ambientes antárticos. A vida na Antártica envolve desafios para a fisiologia humana devido ao clima extremamente frio e às situações de isolamentos e confinamentos. Ao longo de uma expedição para a Antártica podem ser experimentados baixa a sensação térmica, o isolamento e a sensação de monotonia sensorial da paisagem, a situação de confinamento, a elevada incidência de raios UVA e as condições de luz específicas dos polos (24h de luz no verão e 24h de escuro no inverno) (PALINKAS e SUEDFELD, 2008; OLSON, 2002). Somado a isto, o estresse associado ao esforço físico em campo pode estar associado a alterações das respostas fisiológicas e funcionais, tais como alterações hormonais e no sistema nervoso central, alterações no ritmo circadiano, mudanças na microbiota intestinal, sendo, inclusive, considerado o ambiente terrestre que mais se aproxima das experiências espaciais (SHEPANEK; LUGG, 1999), já que uma jornada extraterrena inclui a preparação de astronautas para o isolamento, confinamento e o ambiente extremo - identificado pelo acrônimo ICE (EDWARDS, LLOYD, 2017). Assim, uma das melhores maneiras de estudar o ICE na Terra é observando outras pessoas que também passam vários meses nestas condições – o que ocorre com os expedicionários (pesquisadores e militares) que se deslocam para Antártica. Sendo a Antártica o ambiente mais desafiador do ponto de vista fisiológico; tendo o frio, o isolamento e o confinamento como estímulos estressores, e a aclimatização e o exercício físico como atenuantes da ativação simpática e da supressão imunológica causadas pelo frio -, nossa hipótese é que os indivíduos que realizam pesquisas de campo na Antártica adaptem-se de forma diferente dependendo de sua capacidade aeróbica e da realização de exercícios físicos. O objetivo principal deste estudo é avaliar as respostas neurobiológicas e comportamentais ao confinamento, à aclimatização ao frio em indivíduos na antártica. Este projeto de pesquisa científica é multi e interdisciplinar nas áreas de Medicina polar, Biologia e Fisiologia, Neuropsicologia e Ciências Humanas (Antropologia da Saúde e do Gênero, e Ciências Políticas) e visa contribuir para geração de conhecimentos e inovação científica na área da saúde humana em ambientes ICE. O grupo de pesquisas Mediantar é bem estruturado e produtivo, com colaboração internacional efetiva (um laboratório em Punta Arenas (UMagalhaes) e com dois laboratórios na UFMG (NIPE e LAFISE) que proporcionam incremento à infraestrutura portátil para pesquisa em campo antártico (navios, acampamentos, refúgios) que será potenciada pela criação e manutenção de um laboratório na nova Estação Antártica Brasileira equipado para operar nas invernagens, quando as variáveis ambientais (ciclo luz, dia-noite, frio, paisagem, isolamento, desamparo) atingem seu ápice. No projeto detalhado anexo estão desenvolvidas as nossas hipóteses de trabalho, e delineados os campos de investigação que compreendem também aspectos oftalmológicos, hormonais, psicológicos e médicos afim de investigar o adoecimento físico e psíquico em campo. Além disto, aspectos da gestão dos programas antárticos e suas agendas de investimento em saúde e pesquisas médicas serão estudados pois a saúde nestes ambientes perpassa questões de gênero, poder, hábitos comportamentais demandando pesquisas sociológicas em assédio sexual, feminismo, masculinidade, uso de drogas prescritos ou não, álcool, e cigarro na Antártica. Estas abordagens visam caracterizar os problemas e desenvolver estratégias para conhecer os fatores humanos, organizacionais e ambientais que podem ser acessados para melhoria da qualidade de vida e da saúde nestes ambientes. Em termos de Divulgação da Ciência, teremos a Exposição Itinerante agendada em conjunto com O museu do Ponto da UFMG para disseminar a experiência sensorial da Antártica, como continuidade à experiência da Exposição Expedição Antártica realizada em Belo Horizonte. A itinerância das Cápsulas Portáteis que serão construídas permitirá disseminar entre o público das diversas localidades visitadas pelo Museu de Ciência, que funciona em um ônibus, e é uma atividade de grande repercussão na sociedade.As atividades do Museu do Ponto já estão institucionalizadas e são financiadas com verba da UFMG e projetos pontuais. Haverá uma Semana de "Corpo e Antártica" no Espaço do Conhecimento da UFMG, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Esta atividade permite divulgar os resultados de nossa pesquisa em um enfoque integrado entre as ciências humanas (antropologia da saúde, antropologia do Corpo) e a biologia humana (fisiologia dos extremos). Um catálogo impresso, memória da bem-sucedida exposição Expedição Antártica realizada em 2017/2018 será impresso. A rede pública de ensino dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, e Pernambuco serão visitadas em um programa de divulgação sobre A Antártica, com adaptação do conteúdo para as diversas faixas etárias. Espera-Formação de recursos humanos pós graduados
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 25/12/2018-31/12/2022
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Rosa Maria Formiga Johnsson

Engenharias

Engenharia Sanitária
  • gestão adaptativa do risco de seca como estratégia de segurança hídrica na bacia paraíba do sul
  • Este projeto de pesquisa tem dois objetivos principais: i) avaliar a capacidade atual dos usuários de água e instituições gestoras dos recursos hídricos da Bacia para lidar com o risco climático de seca; ii) propor estratégias de gestão adaptativa como mecanismo de aumentar a segurança hídrica atual e futura dos usos e usuários de água, em cenários de intensificação das variabilidades e mudanças do clima. A Bacia do rio Paraíba do Sul é compartilhada por três estados (SP, MG e RJ), mas é manancial estratégico para os Estados de São Paulo e sobretudo Rio de Janeiro cujas águas abastecem 75% da população fluminense, incluindo sua Região Metropolitana, além de indústrias e atividades agrícolas de grande parte do Estado. Por outro lado, a Bacia retrata também os problemas associados às mudanças ambientais globais: de um lado, o aumento de incertezas em relação ao clima pode ser ilustrado pelo megadesastre causado por inundações e enxurradas na Região Serrana (RJ), em 2011, e pelas duas estiagens severas ocorridas em 2003 e sobretudo em 2014-2015, a pior do registro histórico. A Bacia reflete também a pressão crescente sobre as suas águas, a exemplo de uma nova transposição para abastecer a metrópole de São Paulo, o que provocou um dos mais acirrados conflitos federativos do país. É nesse contexto que esta pesquisa se insere, propondo desenvolver um tema ainda novo na agenda política e na academia do sudeste brasileiro.
  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022