Projetos de Pesquisa

 

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Adalene Moreira Silva

Ciências Exatas e da Terra

Geociências
  • pesquisa e inovação na industria mineral brasileira: proposta de revolução 4.0 na província mineral de carajás
  • Depósitos de óxido de ferro, cobre-ouro (IOCG) têm sido descritos como depósitos de classe mundial em diferentes ambientes tectônicos, apresentando volumes expressivos de alteração hidrotermal que podem ser mapeados em múltiplas escalas. Os depósitos IOCG são controlados por estruturas transcrustais e ocorrem associados a altas concentrações de magnetita e/ou hematita. Estas concentrações são usualmente mapeadas através de anomalias magnéticas e/ou gravimétricas e representam vetores que funcionam como guias exploratórios chaves para o mapeamento de novos depósitos do tipo IOCG. A ideia do presente projeto é utilizar dados multifonte para mapear a arquitetura do sistema mineral tipo IOCG da Província Mineral de Carajás e caracterizar a assinatura (footprint) das mineralizações associadas, a partir de uma abordagem assistida por Inteligência Artificial. Ao mapear uma região potencial para hospedar mineralizações de cobre, em várias escalas, é possível discriminar os vetores exploratórios e compreender os fatores críticos através dos diferentes tipos de assinaturas. A caracterização do footprint permite o mapeamento de novos alvos que afloram parcialmente ou mesmo alvos que não possuem expressão em superfície. O projeto proposto possui várias vertentes tais como: mapeamento na escala da litosfera, utilizando dados gravimétricos que recobrem Carajás; mapeamento em escala regional através de dados multifonte e caracterização do sistema mineral na escala de distrito através de dados geofísicos, geoquímicos, geológicos, isotópicos, hiperespectrais e petrofísicos. A partir deste enfoque multi-metodológico e inovador pretende-se integrar os dados utilizando técnicas de machine learning e contribuir para a geração de novas aplicações para a indústria mineral 4.0. Os produtos gerados poderão contribuir para a inovação na indústria do cobre através do aumento da taxa de sucesso na prospecção de corpos profundos e nas taxas de recuperação do cobre nos ensaios geometalúrgicos.
  • Universidade de Brasília - DF - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025
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Adebaro Alves dos Reis

Ciências Humanas

História
  • v feira de ciência, tecnologia e inovação social da amazônia paraense (v fecitis): valorizando saberes e sabores amazônicos
  • A V FEIRA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SOCIAL DA AMAZÔNIA PARAENSE (V FECITIS): Valorizando Saberes e SaboresAmazônicos temo objetivo de Promover a V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social da Amazônia Paraense (V FECITIS): valorizando saberes e sabores amazônicos, visando a popularização da ciência, como instrumento de contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do estado do Pará. A V FECITIS terá abrangência estadual, mobilizando participantes dos territórios do Estado do Pará, envolvendo escolas de rede pública de ensino médio e técnico, assim como, os campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. O público alvo serão os pesquisadores e professores da educação profissional e tecnológica dos Campi do IFPA, professores da educação básica do ensino fundamental, médio e técnico de escolas públicas, alunos da educação básica (ensino fundamental, médio e técnico das escolas públicas), do ensino profissionalizante/técnico, do ensino superior, da rede pública ou particular de ensino, bem como todos aqueles que tenham interesse em ciência e tecnologia. A comunidade em geral e segmentos socialmente vulneráveis, tais como: agricultores familiares, quilombolas, ribeirinhos, indígenas, aquicultores, pescadores, meninas e mulheres rurais, deficientes físicos, dentre outras. A V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social da Amazônia Paraense (V FECITIS): Valorizando Saberes e Sabores Amazônicos será realizada junto com o XIV Seminário Internacional em Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária (XIV SICOOPES), a partir de metodologias participativas e interdisciplinar. Além disso, a V FECITIS irá utilizar metodologias criativas, valorizando a experimentação, a inovação e a utilização do método científico, incentivando trabalhos interdisciplinares e a atitude investigativa, a fim de estimular o trabalho colaborativo e as atividades de iniciação científica na educação básica.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - PA - Brasil
  • 12/01/2021-31/01/2023
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Adebaro Alves dos Reis

Outra

Divulgação Científica
  • vi feira de ciência, tecnologia e inovação social da amazônia paraense (vi fecitis): valorizando saberes e sabores amazônicos
  • A VI FEIRA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SOCIAL DA AMAZÔNIA PARAENSE (VI FECITIS): Valorizando Saberes e SaboresAmazônicos temo objetivo de valorizar os saberes e sabores amazônicos, visando contribuir significativamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovação do País, como instrumento de produção, difusão e popularização da ciência e melhoria dos ensinos médio e técnico, possibilitando a identificação de jovens talentosos que possam ser estimulados a seguir carreiras técnico-científicas e docente, para o uso do conhecimento científico como mecanismo de empoderamento, inclusão e transformação social, no estado do Pará. O objetivo geral é de realizar a VI Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social da Amazônia Paraense (VI FECITIS): valorizando saberes e sabores amazônicos, visando a divulgação do conhecimento científico e tecnológico e a popularização da ciência que estimulem a curiosidade científica e o pensamento crítico, que contribuam para desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida da população do estado do Pará. A VI FECITIS terá abrangência estadual, mobilizando participantes de quatro territórios do Estado do Pará, envolvendo escolas de rede pública de ensino médio e técnico, assim como, os campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. O público alvo da VI FECITIS serão os pesquisadores e professores da educação profissional e tecnológica dos Campi do IFPA, professores da educação básica do ensino fundamental, médio e técnico de escolas públicas, alunos da educação básica (ensino fundamental, médio e técnico das escolas públicas), do ensino profissionalizante/técnico, do ensino superior, da rede pública ou particular de ensino, bem como todos aqueles que tenham interesse em ciência e tecnologia. A comunidade em geral e segmentos socialmente vulneráveis, tais como: agricultores familiares, quilombolas, ribeirinhos, indígenas, aquicultores, pescadores, meninas e mulheres rurais.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - PA - Brasil
  • 05/01/2022-31/01/2024
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Ademar Benévolo Lugão

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • laboratório nacional de nanotecnologia aplicada às áreas nuclear e correlatas
  • A CNEN tem atuação em todo território Brasileiro. Suas 14 unidades, dentre institutos de pesquisa, laboratórios, agências distritais e escritórios regionais, estão distribuídas por nove estados brasileiros e sua sede localiza-se no Rio de Janeiro e ainda no Rio estão o Instituto de Radioproteção e Dosimetria - IRD; o Distrito de Angra dos Reis - DIANG (RJ), o Instituto de Engenharia Nuclear - IEN e o Escritório de Resende (ESRES). As demais unidades espalhadas por todas as regiões do país são: - Distrito de Caetité - DICAE (BA) - Distrito de Fortaleza - DIFOR (CE) - Escritório de Porto Alegre (ESPOA) - Escritório de Brasilia - ESBRA (DF) - Laboratório de Poços de Caldas - LAPOC (MG) - Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste - CRCN-CO, em Goiânia (GO) - Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste - CRCN-NE, em Recife (PE) - Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear - CDTN, em Belo Horizonte (MG) - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - IPEN, em São Paulo (SP) O IPEN, que produz atualmente 38 diferentes radiofármacos, incluindo o flúor FDG-18F, além de ser o único produtor de Geradores de Tecnécio-99m no país. O IEN, localizado no Rio de Janeiro, produz o FDG-18F, iodo-123 ultra-puro e metaiodobenzilguanidina marcada com iodo-123; o CDTN, em Belo Horizonte, produz o FDG-18F e Na18F; e o CRCN-NE, em Recife, produz somente o FDG-18F. Além desses, o IPEN fornece fios de irídio-192 e sementes de iodo-125, ambos utilizados em tratamentos oncológicos, por meio de procedimentos de braquiterapia. A atuação da CNEN em nanotecnologia é evidente nos avanços nas áreas de atuação seguintes: •medicina nuclear (fortemente ligado à nanotecnologia, pois comercializamos radioisótopos conjugados com moléculas ou nanopartículas com afinidade tumoral); •aplicações na indústria, agricultura e meio ambiente (fortemente ligado à nanotecnologia, pois a aplicação de radiação ionizante gera alterações na nano/microestrutura dos materiais); •pesquisa e ensino relacionados a tecnologias aplicadas (nossos cursos de posgraduação oferecem várias disciplinas em nanotecnologia); A CNEN está formando o laboratório nacional de nanotecnologia aplicada às áreas nuclear e correlatas – NuclearNANO, considerando a integração das suas 14 unidade distribuídas por todo o país. Porém, o laborabório nuclearnano, nesse momento, se consolida por uma atuação em rede das várias instalações e laboratórios do IPEN em SP, do CDTN em MG e do CRCN-NE em Pernanbuco. A nanotecnologia aplicada às áreas nucleares e correlatas atendem de forma intensa, as áreas a seguir: •Saúde: - por meio dos radiofármacos nanoestruturados e desen-volvimento de nanopartículas com aplicações teranósticas ou para o carreamento de fármacos e curativos avançados com nanopartículas de prata etc.; •Agropecuária: - desenvolvimento de sistemas de liberação controlada de defensivos agrícolas (agrotóxicos); reaproveita-mento de celulose por meio da síntese de nanocelulose, uso de radionuclídeos nanoestruturados como traçadores para estudo do desenvolvimento de novas variedades e também diagnostico e tratamento de doenças. •Automobilística: o uso de polímeros nanoestruturados por meio da radiação ionizante já é uma prática comum na indústria automobilística. Por exemplo, os pneus são produzidos por meio da pré-reticulação e oxidação seletiva induzidas por radiação ionizante de camadas de borracha reforçadas por mantas de poliéster e ou aço. Outro exemplo, os fios e cabos elétricos usados debaixo do capô de um automóvel são nanoestruturado por meio da reticulação induzida por radiação. Espumas e compósitos na industria automobilística também são processados por radiação para melhoras de propriedades. •Eletro-eletrônica – dopagem de semicondutores em reator nuclear, fios e cabos elétricos usados em quase todos os dispositivos eletrônicos, computadores celulares, televisão, sistemas militares etc. são nanoestruturado por meio da reticulação induzida por radiação. •Mineração: indução de centros de cor para valorização de gemas e pedras preciosas; •Alimentos: embalagens termoencolhíveis e inteligentes nanoestruturadas por meio da reticulação induzida por radiação; •Farmacêutica e cosmética e conservação de objetos de arte: demandam a esterilização por radiação dos seus produtos e nossos laboratórios precisam apoiar o desenvolvimento das formulações para resistirem ao processo ou minimizar os danos; ETC.
  • Comissão Nacional de Energia Nuclear - RJ - Brasil
  • 18/12/2019-31/12/2023
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Ademar Benévolo Lugão

Engenharias

Engenharia Nuclear
  • sintese de nanoaparticulas de albumina para deteção de linfonodo sentinela
  • Introdução: O linfonodo sentinela (SLN) é definido como o primeiro linfonodo para o qual as células cancerígenas possuem maior probabilidade de se espalhar a partir de um tumor primário. A disseminação de alguns tipos de câncer geralmente segue uma progressão ordenada, espalhando-se primeiramente para os linfonodos regionais próximos ao tumor. Foco: Para serem captados pelo SLN, grandes moléculas ou coloides devem percorrer o espaço intersticial, atravessar a membrana dos capilares linfáticos, fluir livremente dentro dos vasos linfáticos e, finalmente, serem endocitados pelos fagócitos do linfonodo sentinela. As características relacionadas ao tamanho, forma e carga das partículas são geralmente mencionadas como as mais relevantes para o sucesso do procedimento. Problema: No Brasil usamos a dextrana e o ácido fítico, sistemas já superados com sérios problemas de toxicidade e alergenicidade. Portanto o problema em pauta é a falta de um sistema eficaz, de baixo custo e não tóxico. O objetivo desse projeto é o desenvolvimento de nanopartículas não tóxicas de Albumina para a deteção mais eficaz e sem efeitos colaterais das metástases. Especioficamente visamos o desenvolvimento de técnicas de sintese de nanopartículas de albumina sérica humana (HSA) a partir da reticulação induzida por radiação. Estado da arte (evidência): A radiação ionizante em sistemas aquosos cria especies oxidantes e redutoras que induzem a reticulação de proteínas permitindo a obtenção de nanoparticulas com tamanho controlado e em condições estéreis. Nosso grupo ja publicou cerca de 5 ou 6 artigos internacionais e duas patentes realcionadas ao assunto. Metodologia: 1. Sintetizar nanopartículas na faixa de concentração de 1 mg.mL-1 a 100 mg.mL-1. Homogeneizar, irradiar, liofilizar e caracterizar por DLS, MET, MEV, DSC 2. Radiomarcação: O sistema nanopartículas de HSA será conjugado ao tecnécio-99m. Seguido de avaliação radioquímica, estabilidade radioquímica e citotoxicidade
  • Comissão Nacional de Energia Nuclear - RJ - Brasil
  • 03/02/2022-28/02/2025