Projetos de Pesquisa

 

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Alicia Juliana Kowaltowski

Ciências Biológicas

Bioquímica
  • dietas, metabolismo energético e cálcio mitocondrial
  • Recentemente, descrevemos o achado inédito de que há mudanças de transporte de cálcio em mitocôndrias de cérebro e fígado em resposta à limitação diárias na ingestão calórica (restrição calórica) quando comparada a uma dieta ad libitum. Trata-se da primeira evidência de que sinalização por cálcio mitocondrial, um fator central na regulação metabólica, é modificado pelo status nutricional do animal. Esse projeto visa explorar a relação entre intervenções dietéticas e homeostase de cálcio mitocondrial, verificando seus mecanismos, consequências fisiológicas e patológicas, bem como possíveis especificidades teciduais.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Alicia Matijasevich Manitto

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • depressão materna e competências socioemocionais no início da adolescência: coorte de nascimentos de pelotas do ano de 2004, brasil
  • Pesquisas conduzidas nas últimas décadas revelam que as competências socioemocionais são tão importantes quanto às habilidades cognitivas para a obtenção de bons resultados em diversas esferas do bem-estar individual e coletivo. Integram as competências socioemocionais, entre outras, a autonomia, sociabilidade, responsabilização, esforço, disciplina, abertura a novas experiências, extroversão, amabilidade, estabilidade emocional, autoestima/autoconceito e motivação, atributos importantes para o relacionamento saudável entre as pessoas e para a execução adequada de projetos de vida. O desenvolvimento das competências socioemocionais é um processo dinâmico e continuo que ocorre ao longo da vida do indivíduo. Dentre os fatores que podem afetar o desenvolvimento dessas competências destaca-se a saúde mental dos pais. A depressão materna exerce uma potente influência ambiental na vida familiar e afeta negativamente as relações familiares. Estudos de países de renda alta relataram que filhos de mães deprimidas apresentaram com maior frequência pobre controle emocional, menor autoconceito, maiores problemas para manter interações sociais amigáveis com colegas e grande dificuldade para modular impulsos hostis, resultando numa maior frequência de episódios de agressão aos colegas e às pessoas adultas. O projeto tem como objetivo geral investigar a associação entre depressão materna ao longo da vida do adolescente e competências socioemocionais (autoestima, controle emocional e lócus de controle) aos 12 anos. Será avaliada uma amostra de aproximadamente1300 adolescentes pertencentes a uma coorte brasileira de base populacional e que vêm sendo acompanhados, sempre com altas taxas de resposta, em intervalos regulares desde o nascimento (Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004). Os resultados do presente projeto permitirão delinear recomendações e descobrir janelas de oportunidades onde desenvolver estratégias preventivas e de intervenção para atuar sobre a depressão materna, diminuir suas consequências nos filhos e promover o desenvolvimento das competências socioemocionais, o que contribuirá a melhorar a qualidade de vida e o futuro dos adolescentes brasileiros.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 01/06/2017-31/01/2021
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Aline Alvim Scianni

Ciências da Saúde

Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • promoção de atividade física em indivíduos pós-ave por meio de programa de exercícios físicos autogerenciados: um ensaio controlado aleatorizado
  • Introdução: Mesmo diante dos resultados reportados na literatura em favor da prática de atividade física, muitos sobreviventes de Acidente Vascular Encefálico (AVE) permanecem fisicamente inativos. Estudos têm investigado se orientações para prática de atividade física são capazes de aumentar o nível de atividade nesta condição de saúde. Objetivos: Investigar a viabilidade e os efeitos de um programa de educação em saúde sobre exercícios físicos autogerenciados para aumentar a prática de atividade física no nível de atividade física, no condicionamento cardiorrespiratório, capacidade para a marcha, qualidade de vida e sintomas depressivos em indivíduos após AVE agudo, considerando as atividades físicas preferenciais destes indivíduos. Métodos: O estudo será realizado em três fases: Fase I - Piloto (estudo de viabilidade), Fase II – Ensaio não controlado (estudo da efetividade e segurança- determinação do tamanho de efeito) e Fase III - Ensaio Controlado Aleatorizado (ECA). Fase I de protocolo para ensaio controlado aleatorizado, com amostra de conveniência na região de Belo Horizonte- MG. Critérios de inclusão: AVE há menos de 6 meses, velocidade de marcha ≥ 0,8 m/s, ausência de outras deficiências neurológicas ou ortopédicas não relacionadas ao AVE e liberação médica para prática de atividade física. Critérios de exclusão: alterações cognitivas e afasia. Os participantes serão avaliados quanto o nível de atividade através do uso de acelerômetros durante 7 dias, velocidade de marcha auto selecionada, desempenho de marcha no teste de caminhada de 6 minutos, qualidade de vida (Euroqol) e sintomas depressivos (GDS). As orientações serão organizadas em seis visitas domiciliares de até 60 minutos cada. Todos os participantes serão avaliados duas vezes, antes de receberem as orientações e ao término das visitas (3 meses depois). Para o cálculo amostral, serão consideradas as recomendações da literatura para cada fase do estudo. Fase I: 20 participantes. Fase II – através da comparação intragrupo (pré-intervenção e pós-intervenção) será estimado o tamanho do efeito da intervenção de educação em saúde através de medidas de autogerenciamento, dessa forma se faz necessário entre 10-20 indivíduos hemiparéticos pós-AVE para compor esta fase. Fase III – será realizado o cálculo amostral baseado no nível de atividade (número de passos/dia) como medida de desfecho primária deste estudo. O tamanho da amostra será calculado para se detectar uma diferença entre os grupos de passos/dia de atividade física moderada (poder estatístico de 80%, em nível de significância de 0,05) e taxa de desistência de 15%. O tamanho do efeito será calculado a partir da população de hemiparéticos que participarão do estudo de viabilidade - fase I. O processo de aleatorização dos participantes para Fase III do estudo levará em conta a distribuição em dois grupos: grupo intervenção e grupo controle. A alocação será através de programa Random Allocation Software. O grupo intervenção participará do programa de educação em saúde sobre exercícios físicos auto gerenciados para aumentar a prática de atividade física realizado em cinco sessões. O grupo controle receberá as orientações apenas da sessão 1, que incluirá questões de educação sobre importância da atividade física, a conclusão de uma atividade física, levantamento das preferências e geração de uma lista de objetivos e barreiras. Para análise dos dados antropométricos, clínicos e demográficos, será utilizada estatística descritiva, como medidas de tendência central e dispersão. A viabilidade do estudo envolverá a análise do recrutamento, da intervenção (participantes que completaram o protocolo, que aceitaram participar e satisfação). As diferenças intragrupo e entre grupos de estudo, respectivamente, na fase II e fase III serão exploradas através testes paramétricos ou não paramétricos correspondentes e resumidas através de media/mediana, desvios-padrão, quartis e amplitude (intervalos de confiança de 95%). As medidas serão realizadas nas semanas -2, 12 e 26. Análise de variância two-way com medidas repetidas será utilizada para determinar se existe um efeito do programa de autogerenciamento nos déficits de estrutura e função, limitação de atividade, e restrição de participação imediatamente após a intervenção (i.e, entre pré e pós-teste) e 12 semanas após o término da intervenção (follow-up). A descrição dos grupos será apresentada como média e desvio padrão e o tamanho do efeito e o intervalo de confiança de 95% (IC) serão reportados. Será utilizada a análise de intenção para tratar. A análise estatística será realizada por um avaliador mascarado na fase III. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAAE: 65672517.6.0000.5149) e registrado no REBEC número RBR-6bdmsk.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Aline Bernardes de Souza

Ciências da Saúde

Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • rastreamento de sinais de alerta do transtorno do espectro autista (tea)
  • O transtorno do espectro autista é caracterizado por promover um comprometimento no neurodesenvolvimento que afeta a comunicação social e, frequentemente, desenvolve comportamentos e interesses restritivos e repetitivos nos indivíduos envolvidos. Estas alterações dificultam a interação do indivíduo com o meio em que vive e seu desenvolvimento global. A identificação precoce deste transtorno possibilita a prática de uma intervenção prévia e específica para as suas necessidades. Portanto, o objetivo deste estudo é identificar alterações no desenvolvimento infantil, no comportamento e no desempenho funcional em crianças de 2 a 3,5 anos, no município de Brusque, que indiquem sinais do transtorno do espectro autista apresentadas pelos familiares ou pelas instituições de atendimento especializado à pessoa com deficiência. Para tal, contará com a participação de 10 crianças, com idades entre 2 a 3,5 anos, que apresentam suspeita de transtorno do espectro autista e que estejam vinculadas a instituições de atendimento especializado a pessoa com deficiência. Utilizar-se-á o Protocolo de Avaliação Comportamental para Crianças com Suspeita de Transtorno do Espectro Autista (Protea ‑R), o SON-R 2 ½ 7, o Inventário da Avaliação Pediátrica da Incapacidade e a Escala de Desenvolvimento Infantil Bayley.
  • Centro Universitário de Brusque - SC - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022