Projetos de Pesquisa

 

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Ana Claudia dos Santos da Silva

Ciências Sociais Aplicadas

Museologia
  • o museu paraense emilio goeldi: a transversalidade da ciência para a preservação e sustentabilidade na amazônia paraense
  • O Museu Paraense Emílio Goeldi, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Brasil, é a instituição, do seu gênero, mais antiga do norte do país, completando 155 anos em outubro de 2021, é a segunda mais antiga do Brasil. Este Museu é pioneiro em diversas áreas e tem ao longo dos anos se destacado no campo das Ciências Humanas e das Ciências Naturais. Sua missão é de realizar pesquisas, promover a inovação científica, formar recursos humanos, conservar acervos e comunicar conhecimentos nas áreas de ciências naturais e humanas relacionadas à Amazônia. Na atualidade desenvolve quase 200 projetos de pesquisa e é referência também na formação de capital humano especializado através de seus programas de pós-graduação com mais de três décadas de atuação na região. Suas pesquisas geram conhecimentos sobre padrões históricos, socioambientais, ecológicos e evolutivos que condicionaram a Amazônia de hoje, e que determinam sua dinâmica atual. Os estudos subsidiam o estabelecimento de políticas adequadas à proteção do patrimônio natural e sociocultural amazônico e à promoção do desenvolvimento sustentável. Objetivo desta proposta é apresentar atividades educativas de divulgação da Ciência produzida no Museu Paraense Emílio Goeldi, na Semana Nacional de Ciência & Tecnologia e Inovação de 2021, que em decorrência do atual cenário, frente a pandemia, serão em sua maioria em formato online. Terão como objeto a comunicação da ciência, por meio de ações educativas, oficinas especializadas, lives, passeios virtuais e disponibilização de materiais didáticos em formato digital.
  • Museu Paraense Emílio Goeldi - PA - Brasil
  • 13/10/2021-31/10/2023
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Ana Claudia Fernandes Amaral

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • seleção de protótipos antileishmania a partir de plantas nativas do brasil
  • As leishmanioses fazem parte do grupo das doenças tropicais negligenciadas com grande ocorrência nas populações mais vulneráveis economicamente, sendo a leishmaniose tegumentar a mais frequente nas Américas e endêmica no Brasil. Embora apresente grande impacto social, os poucos medicamentos atualmente disponíveis para o seu tratamento são considerados tóxicos e de baixa eficácia, além do custo elevado. Neste contexto, as plantas medicinais representam uma fonte promissora, com destaque para as substâncias das classes dos terpenoides, e fenólicos, possivelmente menos tóxicas, de novos agentes terapêuticos com efeitos contra leishmaniose. Além disso, a combinação de substâncias provenientes de espécies vegetais diferentes pode apresentar efeitos sinérgicos que contribuem para reduzir a toxicidade, aumentar a atividade biológica e driblar a quimiorresistência do protozoário. Sendo assim, o presente projeto propõe viabilizar protótipos com atividade antileishmania a partir de estudos promissores estabelecidos no grupo de pesquisa de dois gêneros botânicos nativos do Brasil, Endlicheria e Marlierea. Este assunto vem sendo explorado por nós nos últimos anos e estudos preliminares indicaram que frações ativas e substâncias presentes nessas espécies possuem atividade contra o protozoário, ação esta que também pode ser potencializada com a estratégia de elaboração de nanoformulação empregada como carreadora. Além disso, o projeto tem potencial para elencar novos protótipos ativos que podem ser usados como base para elevar o arsenal de alvos químicos no combate a este grave problema de saúde pública.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 01/07/2022-31/07/2024