Projetos de Pesquisa

 

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Adriana de Abreu Corrêa

Ciências Agrárias

Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca
  • monitoramento de virus de animais marinhos em fazendas de cultivo de nodipecten nodosus (linnaeus, 1758), (mollusca: pectinidae), na baía de ilha grande, rio de janeiro
  • A maricultura é um ramo específico da aquicultura e engloba a produção de uma ampla variedade de organismos aquáticos marinhos e estuarinos, desde vegetais como as algas, invertebrados como crustáceos e moluscos, até vertebrados como peixes e répteis. No Brasil, o cultivo de moluscos se desenvolveu a partir de 1990, primeiro em Santa Catarina e depois em outras regiões. Hoje em dia, praticamente todos os estados litorâneos apresentam alguma atividade de pesquisa e/ou produção de moluscos. O Estado do Rio de Janeiro é geograficamente privilegiado possuindo o terceiro maior litoral do Brasil, recortado por baías, enseadas, lagoas costeiras, estuários e manguezais, que criam ecossistemas propícios à maricultura, sendo as regiões de Niterói e Baía da Ilha Grande importantes produtores. Na Baía de Ilha Grande encontram-se as principais fazendas de cultivo de vieiras Nodipecten nodosus do Brasil e o Laboratório de Larvicultura de Moluscos Bivalves do Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía de Ilha Grande, responsável por fornecer as sementes para os produtores nacionais. No entanto, nos últimos três anos vem ocorrendo uma elevada mortalidade destes moluscos nessa região, para a qual ainda não foi atribuída uma causa. Os pectinídeos podem ser infectados por diferentes patógenos virais membros das famílias Herpesviridae, Iridoviridae e Birnaviridae. Outros vírus das famílias Papovaviridae, Togaviridae, Retroviridae, Reoviridae e Picornaviridae são também descritos associados a doenças nesses animais. Estes vírus replicam nos tecidos dos moluscos e causam uma grande taxa de mortalidade, ameaçando, assim, toda a produção. Tendo em vista a importância da maricultura, especialmente o cultivo das vieiras, na região da baía da Ilha Grande, este projeto tem como objetivo detectar e quantificar vírus de animais marinhos em amostras de água e de vieiras (Nodipecten nodosus) coletadas na região e no laboratório de larvicultura em Angra dos Reis. A pesquisa de vírus em regiões de grande produção pode auxiliar no estabelecimento de medidas que visem à prevenção e ao controle das infecções virais que acometem a saúde humana e a cadeia de produção do animal.
  • Universidade Federal Fluminense - RJ - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Adriana de Souza Medeiros Batista

Engenharias

Engenharia Nuclear
  • produção de micropartículas magnéticas de poliestireno-co-divinilbenzeno/magnetita para aplicação na captura de contaminantes radioativos
  • Muitos processos de separação de misturas e retirada de poluentes orgânicos em matrizes ambientais são baseados no fenômeno de adsorção em adsorventes poliméricos. As microbolas adsorventes poliméricas são amplamente empregadas como resinas de troca iônica, colunas cromatográficas, suportes catalíticos, em síntese orgânica em fase sólida e extração em fase sólida, entre outros. Os adsorventes poliméricos devem ter boa estabilidade mecânica e química, devem permitir um rápido processo cinético para se desenvolver, e elevada capacidade de adsorção. Materiais adsorventes poliméricos magnéticos têm algumas vantagens sobre os outros já existentes, tais como, os problemas associados com a presença de poros longos e estreitos são diminuídos, isso porque uma cinética de transferência de massa mais rápida pode ser conseguida em decorrência da camada polimérica muito fina só permitir que pequenos poros sejam criados. Além disso, a possibilidade de manuseio seletivo com uso de campo magnético. A presente proposta de trabalho prevê a preparação de micropartículas poliméricas magnéticas de poliestireno-co-divinilbenzeno e carga de magnetita com diferentes funcionalizações e sua caracterização para uso na captura de contaminantes em meio ambiental, em especial, contaminantes radioativos naturais, como urânio, chumbo, polônio e rádio. Pretende contribuir na remediação de ambientes contaminados por radiação, considerando a abundância destes minerais no Brasil, seu potencial de comercialização e uso, os problemas ambientais da desativação de minas e controle da mina ativa em Caetité, Bahia. Observa a necessidade de extração dos radionuclídeos em consideração às diferentes especiações presentes em função do processo de lixiviação e drenagem ácida.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Adriana Duarte Leon

Ciências Humanas

Educação
  • a difusão de uma educação técnico profissional
  • O presente trabalho pretende analisar as estratégias de atuação estabelecidas por meio da imprensa dos Círculos Operários em prol da consolidação de um ideário de educação técnico-profissional na região sul do Rio Grande do Sul, na década de 1930. A pesquisa discute este tema no contexto do Getulismo, quando se constituiu o Estado Novo, que estabeleceu importantes relações com a Igreja e promoveu o ensino técnico-profissional para a classe trabalhadora. Este estudo se localiza no campo da História da Educação e problematiza questões referentes à consolidação de uma identidade para a educação Técnico-profissional em diálogo com a educação católica e com a educação municipal de Pelotas. A investigação será realizada a partir da análise do jornal O Trabalho, publicado em Pelotas, cuja fonte já está identificada e será digitalizada para pesquisa.
  • Instituto Federal Sul-Rio-Grandense - RS - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Adriana Flach

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • composição química e atividade biológicas de própolis
  • Própolis é um material resinoso elaborado pelas abelhas a partir de resinas coletadas de plantas e é utilizada na colônia para proteger o ninho. Sua constituição química é bastante variada e depende entre outros fatores da espécie de abelha e da flora da região o que a torna uma fonte diversificada para exploração de perfil químico e atividade biológica. Por esse motivo o presente trabalho tem como objetivo caracterizar e isolar marcadores, além de determinar do potencial biológico de própolis produzida no extremo norte do Brasil. Para essa finalidade, inicialmente serão selecionadas abelhas produtoras de própolis, coletadas amostras que serão extraídas para obter voláteis, assim como serão extraídas com diferentes solventes extratores. Os extratos e voláteis serão submetidos à atividade antioxidante e antimicrobiana para determinar os extratos mais ativos. Os extratos ativos serão fracionados e caracterizados quimicamente buscando identificar moléculas bioativas.
  • Universidade Federal de Roraima - RR - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022