Projetos de Pesquisa

 

Foto de perfil

Anderson Rodrigues Lima Caires

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • tecnologias ópticas e fotônicas associadas à inteligência artificial para soluções ambientais, energéticas e ao agronegócio
  • O Laboratório de Óptica e Fotônica (LOFt) da UFMS é um laboratório associado ao “Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Óptica Básica e Aplicada às Ciências da Vida” e se consolidou na última década como um laboratório de pesquisa e inovação na Região Centro-Oeste que desenvolve materiais e métodos inovadores para aplicações fotônicas em diferentes áreas de atuações, com parcerias com instituições nacionais e internacionais de pesquisa, bem como com instituições do setor produtivo e governamentais. O LOFt tem desenvolvido diversos estudos abrangendo ciência básica e aplicada, promovendo a formação de recursos humanos qualificados para atender a comunidade acadêmica e o setor produtivo da região. Dentre os estudos desenvolvidos destacam-se os trabalhos envolvendo biofotônica com aplicações em saúde e meio ambiente, óptica analítica e inteligência artificial na área de saúde animal, agricultura e biocombustíveis, e fotônica aplicada a processos de fotoconversão de energia. Nesta proposta, objetiva-se inserir a Região Centro-Oeste no Sistema Nacional de Laboratórios de Fotônica (Sisfóton-MCTI), fundamentada no “know-how” instalado no LOFt e as potenciais demandas regionais em tecnológicas fotônicas, de forma a contribuir para alavancar a industrialização e o desenvolvimento de processos inovadores nas áreas de agricultura e pecuária de precisão por meio do uso das técnicas de biofotônica associada a inteligência artificial. Ademais, associada a esse processo de inovação, objetiva-se desenvolver novas tecnológicas que sejam compatíveis com um desenvolvimento ambientalmente sustentável, pactuando o compromisso do desenvolvimento de novas tecnologias fotônicas que sejam ambientalmente amigáveis.
  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - MS - Brasil
  • 16/07/2021-31/07/2024
Foto de perfil

Anderson Roges Teixeira Góes

Ciências Humanas

Educação
  • tecnologias assistivas educacionais na perspectiva do desenho universal e na abordagem do desenho universal para aprendizagem
  • A Educação Inclusiva proporciona desafio, tanto para aquele que ensina, quanto para aquele que aprende, visto que existem barreiras físicas e atitudinais ocasionadas, em sua maioria, pela carência de tecnologias que contemplem a diversidade dos estudantes no ambiente natural da sala de aula. Na tentativa de reverter tal fato, são desenvolvidas Tecnologias Assistivas (TA), também denominada de ajuda técnica na lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), que consistem em artefatos, metodologias, serviços, entre outros, promovendo a autonomia, qualidade de vida, independência e inclusão social das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, permanente ou temporária. Apesar das TA cumprirem seu papel ao serem utilizadas pelo usuário alvo, no ambiente escolar é possível verificar que nem sempre proporcionam a socialização com os demais estudantes ou são desenvolvidas e utilizadas em metodologias que consideram a utopia do “ser humano ideal”. Diante deste contexto, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo analisar o processo que envolve o desenvolvimento, a fabricação e a avaliação do uso de tecnologias assistivas educacionais, sob a perspectiva do Desenho Universal e na abordagem do Desenho Universal para Aprendizagem, no ambiente natural da sala de aula. Na busca por proporcionar a Educação Inclusiva, tais tecnologias serão validadas em metodologias com abordagem do Desenho Universal para Aprendizagem. A pesquisa possui abordagem qualitativa, do tipo estudo de caso, apoiada no conceito de Design Science. As etapas a serem realizadas são: Identificação de demandas de TA; Verificação se já existe TA; Fabricação de TA; Validação das TA; Elaboração de práticas docentes com uso das TA; Aplicação, análise e validação das práticas docentes com uso das TA; e Socialização das TA desenvolvidas. Assim, espera-se proporcionar oportunidades flexíveis de uso e de aprendizagem para todos os estudantes, bem como, de ensino por professores da Educação Básica.
  • Universidade Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 03/03/2022-31/03/2025
Foto de perfil

Anderson Stevens Leonidas Gomes

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • instituto nacional de ciência e tecnologia de fotônica - info
  • A Fotônica, que trata das propriedades e aplicações de fótons, é uma área que se desenvolveu nas últimas décadas do Séc. XX, após a invenção do laser em 1960. A Fotônica está associada à Óptica Não Linear (ONL), que identifica e estuda fenômenos resultantes da interação da radiação com a matéria no regime de altas intensidades ópticas, e forma a base científica e tecnológica de várias subáreas como a biofotônica, a nanofotônica, e a neurofotônica. A Fotônica tem um importante impacto tecnológico e econômico global nas áreas de comunicações ópticas, tecnologias médicas (desde diagnóstico por imagens até tratamentos com lasers) e displays. O impacto econômico do mercado mundial de fotônica em 2011 foi de 350 bilhões de Euros, e é previsto crescer para 615 bilhões de Euros em 2020 (http://www.photonics21.org/download/Photonics_industry_report_2013/photonics_industry_report_2013.pdf). Criado em 2008, a partir da primeira edição dos programas de INCTs, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fotônica – INFO, vem atuando até 2014 no estudo de materiais fotônicos, dispositivos fotônicos, biofotônica, spintrônica e magneto-óptica. No período 2008-2013, foram formados no âmbito do INFO, 102 doutores e 52 mestres, que juntamente com os 33 pesquisadores principais do INFO-2008, além de pós-docs e estudantes de iniciação científica, foram responsáveis pela publicação de 495 artigos em revistas de circulação internacional, 44 capítulos de livros, 03 livros didáticos, apresentação de 754 trabalhos em conferência nacionais e internacionais. Do ponto de vista de inovação, foram solicitadas 14 patentes e elaborados 15 novos produtos tecnológicos e 4 softwares. Uma das áreas importantes, a disseminação científica, contou com 8 programas de rádio e TV, publicação de 16 textos em jornais e revistas e preparação de dois conjuntos de materiais didáticos. A partir de uma avaliação interna e uma visão para novos problemas, o INFO apresenta neste projeto um novo programa científico, no qual mantém a fotônica como principal área, e abordará problemas e desafios nos seguintes temas (a) Fotônica Não Linear, Dispositivos e Aplicações; (b) Biofotônica e (c) Optomicrofluídica. Neste três temas destacam-se os seguintes problemas globais e estratégicos para o País que serão pesquisados usando a fotônica com aplicações nas áreas de nanotecnologia e saúde: (a) fabricação, caracterização e aplicações de materiais fotônicos nanoestruturados; (b) estudos de efeitos não lineares transversais; (c) novos tipos de lasers (lasers aleatórios); (d) geração e aplicação de radiação no ultravioleta extremo usando altos harmônicos; (e) inovações em células fotovoltaicas; (f) novos materiais orgânicos para LEDs; (g) desenvolvimento e aplicações de técnicas de imagens (OCT, fotoacústica, luz polarizada) para diagnóstico na cavidade bucal (tecidos moles e tecidos duros); (h) desenvolvimento e aplicações de nanobiossensores; (i) estudos em terapia fotodinâmica com materiais nanoestruturados; (j) novas aplicações de pinças ópticas, (k) desenvolvimento de métodos diagnósticos tumorais por imagem espectral e um conjunto de atividades na área de optomicrofluídica, desde a determinação de limiares de ablação de materiais de interesse, produção e integração de componentes óticos e dispositivos microfluídicos até a simulação de fluxo microvascular. O programa de pesquisa do INFO nestes temas irá continuar contribuindo para o avanço do desenvolvimento científico e formação de RH altamente qualificados, cujos resultados são e pretendem continuar sendo reconhecidos na comunidade internacional. Este programa está em alinhamento com o avanço global das pesquisas nas áreas propostas, e certamente proporcionará, de forma inequívoca, uma maior inserção do INFO no cenário internacional, abrindo portas para que os estudantes formados através do Instituto possam interagir com pesquisadores em outros grandes centros de pesquisa no mundo, além de estarem preparados para assumir posições em instituições brasileiras. A formação destes estudantes trará, com certeza, importante retorno ao País em áreas estratégicas e portadoras de futuro para seu desenvolvimento. O grupo proponente do INFO nesta nova proposta é constituído de três subgrupos: um subgrupo de instituições consolidadas com 26 pesquisadores, um subgrupo de instituições emergentes com 15 pesquisadores e um subgrupo de instituições com grupos associados com 22 pesquisadores. O comitê gestor do INFO é formado por pesquisadores permanentes de instituições com importantes contribuições para a pesquisa científica e formação de estudantes no País, sendo coordenado por um pesquisador sênior do Departamento de Física da Universidade Federal de Pernambuco, pesquisador IA do CNPq com larga experiência científica na formação de estudantes de mestrado e doutorado, publicações relevantes na área e com impacto internacional (índice H - 26), e com experiência em gestão de projetos (foi responsável pela captação de cerca de R$ 12 milhões de reais em projetos individuais e em rede nos últimos 14 anos, incluindo projetos com a iniciativa privada – Ericsson do Brasil), gestão acadêmico-científica (foi Coordenador da área de Física e Astronomia da CAPES) e gestão pública (foi secretário de estado de Ciência e Tecnologia e também de Educação no estado de Pernambuco). Nesta nova etapa, o INFO pretende ampliar seus indicadores científicos e tecnológicos, continuar a ênfase na formação de recursos humanos altamente qualificados no uso da fotônica e suas aplicações, gerar novos resultados científicos e tecnológicos nas áreas propostas para atuação (em conjunto com empresas indicadas), estimular entre seus participantes a inovação através da exploração dos resultados tecnológicos de forma empreendedora e contribuir fortemente na área de educação e difusão científica, aumentar o letramento científico da sociedade e a formação inicial e continuada de licenciandos e professores de física.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 28/11/2016-30/11/2024
Foto de perfil

Anderson Stevens Leonidas Gomes

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • rede de laboratórios de fotônica da ufpe – fotonnetufpe
  • As principais linhas de pesquisa do FotonNetUFPE são nas áreas de Óptica Não Linear, Fotônica Não Linear, Dispositivos Fotônicos, Técnicas de Diagnóstico por Imagem, Sensores ópticos e sistemas de redes e comunicações ópticas. Os laboratórios integrantes (e seus pesquisadores) atuam também em materiais avançados para fotônica, nanofotônica e plasmônica, óptica quântica e espectroscopia atômica e não linear. Os temas acima indicados formam uma base na interface entre a ciência e a tecnologia para aplicações multidisciplinares que vão da indústria automobilística até as áreas de saúde. Exemplos da relevância das linhas de pesquisa podem ser contemplados através de dispositivos tecnológicos amplamente utilizados pela sociedade, como os lasers, lâmpadas LEDs, fibras ópticas, câmeras CCD, etc. Diversos tipos de sensores ópticos, inclusive miniaturizados e usados em aparelhos celulares, usam algumas das tecnologias e conhecimentos indicados acima. O uso de fibras e dispositivos ópticos em sistemas de comunicações ópticos são essenciais e conhecidos da sociedade. O Brasil não dispõe de grande número de indústrias ou empresas de alta tecnologia que atuem diretamente nos temas acima. As poucas que existem, boa parte multinacionais, usam os laboratórios de pesquisa de seus países de origem. Algumas empresas de pequeno e médio porte, particularmente no sudeste do País, atuam nos temas acima. O impacto econômico destas linhas de pesquisa para o País poderia ser enorme, como ocorre em outros países, mas devido à falta ou pequena quantidade destas empresas atualmente o impacto é pequeno. A existência do SISFOTON e seus laboratórios associados pode contribuir para alertar a indústria brasileira do potencial existente no País. O impacto social associado às linhas de pesquisa explicitadas acima pode ser enorme, com especial atenção no momento para a área de saúde, indo desde sensores ópticos até sistemas de telemedicina com base em comunicações ópticas. O FotonNetUFPE é formado por uma rede de laboratórios multiusuários dos Departamentos de Física, de Química Fundamental e de Engenharia Eletrônica e Sistemas da UFPE, com suporte indireto de laboratórios de pesquisa em óptica e fotônica dos mesmos departamentos. No Departamento de Física, os laboratórios indicados abaixo farão parte da rede: Nanofemtolab - Laboratório Multiusuário para aplicações de lasers de femtosegundos de alta potência Biofotônica - Laboratório multiusuário com facilidades para diagnóstico por imagens aplicadas a materiais biológicos e não biológicos, além de estudos pré-clínicos e clínicos. Oficina de Óptica - Oficina de apoio com facilidades na área de corte e polimento de cristais e vidros especiais. Caracterização óptica por luminescência. Medidas de índice de refração. Fornos para preparação de vidros fotônicos. Laboratório multiusuário FIB (Focusing Ion Beam) - MEV, AFM, RX - Laboratórios multiusuários com capacidade de caracterização por microscopia eletrônica, microscopia de força atômica e raios-X. Os laboratórios Nanofemtolab e Biofotônica estão localizados em ala destinada à interação com empresas, construída com apoio da FINEP (CT-INFRA). No Departamento de Química Fundamental, onde o Laboratório de Polímeros está localizado, contamos com a infra-estrutura de apoio à pesquisa da Central Analítica, que, entre outros equipamentos, possui dois espectrômetros de RMN, difratômetro de raios-X, espectrômetros diversos (FT-IR, UV-Vis, massas). A Central Analítica tem há vários anos prestado serviços para o público externo, incluindo diversas empresas. O Laboratório de Polímeros desenvolve ainda pesquisas em colaboração com diversos grupos, como o grupo de Terras Raras (BSTR), que aloca a Central Multiusuário de Espectroscopia do Nordeste (CEMENE) que é uma central de análises espectroscópicas compostas por equipamentos voltados para a caracterização de sistemas complexos no estado sólido e líquido, e o grupo de Química do Estado Sólido (LQES), que gerencia o sistema de ablação laser e AFM do DQF. Atualmente, a estrutura do CEMENE, que inclui diversos equipamentos de medidas espectroscópicas e de caracterização de materiais, apoia trabalhos de grupos de pesquisa de diversas universidades, principalmente em Pernambuco, Sergipe e Paraíba. Tanto CEMENE como o BSTR mantêm colaborações com pesquisadores em outros estados do Brasil e parcerias internacionais. O Programa de Pós-graduação em Ciência de Materiais tem diversos equipamentos voltados para a síntese e caracterização de materiais. Na linha de preparação de materiais, destacam-se uma prensa térmica - para a preparação de materiais sob pressão/atmosfera/temperatura controlada - e um reômetro de torque - para a preparação e estudo de amostras poliméricas. O laboratório de microscopia conta atualmente com um microscópio eletrônico de varredura (FEG) TESCAN, com capacidade para STEM e modo ambiental, e detector de EDS para análise elementar semi-quantitativa. No Departamento de Engenharia Eletrônica e Sistemas os seguintes laboratórios fazem parte do Grupo de Fotônica, grupo de pesquisa que foi instituído em 1997 e tem atuado em ensino (graduação e pós-graduação), pesquisa e inovação na área de fotônica: Laboratório de Redes Ópticas - laboratório dedicado à pesquisa e inovação em temas e tecnologias para sistemas de comunicações ópticas e redes de comunicação por fibra óptica. Laboratório de Sensores e Instrumentação - laboratório de pesquisa e inovação em dispositivos e sistemas sensores ópticos, envolvendo fibras especiais, plasmônica, fibras poliméricas (POFs) e outros. Laboratório de Óptica Biomédica e Imagens - laboratório para a pesquisa em biofotônica, técnicas avançadas de microscopia, OCT e tratamento de imagens, sensores biofotônicos.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 17/07/2021-31/07/2024