Projetos de Pesquisa

 

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David Santos Fonseca

Ciências Sociais Aplicadas

Direito
  • variação subnacional e a persistência do autoritarismo punitivo: efeitos insuspeitos na política prisional brasileira
  • O projeto de pesquisa se destina a analisar as dinâmicas atuais de privação de liberdade no país, com enfoque às variações entre seus entes federativos. Pretende utilizar as bases de dados nacionais para compilar informações sobre a evolução histórica das populações prisionais estaduais e permitir a identificação dos elementos de variação existentes na esfera subnacional. A democracia brasileira tem passado por um agudo momento de crise nos últimos anos. A dinâmica de controle do crime e punição no Brasil, por sua vez, têm passado por transformações desde o advento dessa crise política e econômica que se instalou no país a partir de 2015. A racionalidade de desenvolvimento de políticas públicas de segurança, presente nas iniciativas do governo federal desde a retomada democrática, passa a ser substituída por uma retórica e prática caracterizada pelo voluntarismo de instituições de segurança, o protagonismo das instituições policiais, a presença das Forças Armadas na gestão da segurança pública e o fomento do armamento civil como suposta forma de autodefesa. A retórica que se estabelece é abertamente beligerante, com ênfase em um modelo robusto de controle da criminalidade. Essa nova postura na segurança pública apresenta desafios para um sistema penal já marcado por seus altos níveis de violência e exclusão. Com discursos calcados na punitividade, a expectativa residiria em um ainda maior crescimento da população e das taxas prisionais. Com base em um recorte sobre alinhamento político dos governos estaduais, responsáveis pela maior parte do policiamento, administração da justiça e execução penal no país, a pesquisa busca entender como orientações políticas poderiam impactar o desenvolvimento da população e das taxas prisionais. A permanência e influência de estruturas autoritárias no interior dos aparatos penais estaduais consistiria ainda em um elemento de especial atenção, de modo a compreender sua premência na elaboração de políticas públicas na área.
  • Universidade Federal do Sul da Bahia - BA - Brasil
  • 16/02/2022-28/02/2025
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Dayana Bastos Costa

Engenharias

Engenharia Civil
  • modelos e métodos para gêmeo digital visando gestão da produção e segurança de obras integrando tecnologias digitais como vant, iot, ia e bim
  • Acompanhando a tendência de digitalização, a indústria da construção espera solucionar problemas como o da produtividade, que cresceu menos de 1% nos últimos 20 anos. Esta tendência, a Construção 4.0, consiste no emprego de tecnologias integradas entre si para assistir o trabalho dos diferentes profissionais envolvidos. Na fase de execução, a tecnologia dos gêmeos digitais cria uma ponte entre o espaço físico e o espaço virtual, destacando as informações necessárias para tomada de decisão rápida no controle físico das atividades e recursos da construção frente ao planejado. Para viabilizar o gêmeo digital, os dados do canteiro de obra são: adquiridos com sensores em soluções da Internet das Coisas (IoT) e de Computação em Nuvem; processados com algoritmos de Inteligência Artificial (IA); registrados com Blockchain; e transformados em informação integrada aos modelos BIM, onde são visualizadas num contexto compreensível à gestão. Entretanto, o entendimento sobre como desenvolver gêmeos digitais e integrar estas tecnologias para criar um ciclo contínuo de avaliação da eficácia do projeto para gestão da produção e segurança ainda possui lacunas, principalmente em nível de aplicações práticas. A questão de pesquisa deste estudo é “Como propor gêmeos digitais efetivos para gestão da produção e segurança com foco no sistema de paredes de concreto integrando tecnologias como VANT, IoT, IA e BIM?” A pesquisa adota a abordagem de Design Science Research envolvendo revisão da literatura, seleção de parceiros, estudo exploratório para caracterizar atividades e requisitos para os modelos e métodos, e o desenvolvimento, implementação e avaliação do gêmeo digital para gestão da produção e segurança a partir de dados adquiridos com as tecnologias integradas em estudos empíricos. Múltiplas fontes de evidência serão usadas, como dados coletados nas obras, análise de documentos, observação direta e participante, questionários e entrevistas e desenvolvimento de modelos e mapeamentos.
  • Universidade Federal da Bahia - BA - Brasil
  • 17/03/2022-31/03/2025
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Dayse Carvalho da Silva Martins

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • porfirinas imobilizadas em nanopartículas de tio2 para aplicação em processos (foto)catalíticos ambientalmente amigáveis
  • A busca por novas maneiras de se obter produtos de alto valor agregado a partir de matérias-primas baratas, abundantes e renováveis, em substituição às fontes fósseis e finitas, é um campo de pesquisa bastante importante e promissor. Além disso, a possibilidade de diminuir qualquer tipo de poluição decorrente da produção e/ou utilização dos produtos da cadeia química global é uma necessidade. Neste sentido, a utilização de CO2, O2 e luz visível são imprescindíveis na busca por processos sustentáveis. Entretanto, as altas energias necessárias para ativar o CO2 ou a baixa conversão e seletividade utilizando oxigênio diretamente do ar são obstáculos frequentes ao se utilizar esses reagentes. Para tornar esses processos viáveis, o uso de catalisadores torna-se essencial. Assim, este projeto propõe a síntese de uma classe de porfirinas imobilizadas em TiO2 para uso como (foto)catalisadores em reações de conversão química do CO2, na difuncionalização de estireno e na degradação de poluentes ambientais. Estes complexos, em geral, apresentam boa interação com a luz, propriedade que será explorada para a reação fotocatalítica de difuncionalização do estireno e a degradação dos poluentes. A cicloadição de CO2 em epóxidos é uma reação com 100% de eficiência atômica para formação de carbonatos cíclicos, compostos com amplas aplicações industriais. As reações fotocatalíticas para difuncionalização do estireno serão realizas em um sistema aberto, na presença de estireno, O2 (ar) e LEDs, formando compostos utilizados como monômeros para polímeros, química fina e indústria farmacêutica. A síntese assistida por micro-ondas tem se configurado como uma tecnologia em consonância com a Química Verde e que tem permitido o desenvolvimento de nanocatalisadores de TiO2 com propriedades de superfície moduláveis propiciando o aprimoramento da sensibilização destes por porfirinas e a aplicação na fotodegradação de poluentes, empregando-se luz e/ou oxidantes ambientalmente amigáveis.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 03/03/2022-31/03/2025
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Deane de Mesquita Roehl

Engenharias

Engenharia Civil
  • investigação experimental e modelagem matemática dos efeitos da injeção e estocagem de co2 em reservatórios carbonáticos do pré-sal
  • A nova tendência de exploração de óleo e gás no Brasil inclui campos promissores com reservatórios carbonáticos do pré-sal e, o maior desafio a ser enfrentado pelos operadores é o de equilibrar a redução de custos e aumento da produtividade dos poços, com a segurança operacional e ambiental. Geralmente, a produção dos reservatórios do pré-sal brasileiro lida com hidrocarbonetos de alta proporção gás-óleo (GOR), com elevadas proporções de dióxido de carbono (CO2). Por questões ambientais, o CO2 precisa ser estocado. Alternativamente, ele pode ser injetado de forma a aumentar a recuperação do óleo. O emprego de métodos de reinjeção de CO2 em reservatórios carbonáticos depletados é uma alternativa operacional que prorroga a produção do campo e promove o armazenamento seguro de CO2 de modo a não poluir o meio ambiente. No entanto, a reinjeção de CO2 pode promover a sobrepressurização do reservatório, além de resultar em processos de dissolução e/ou precipitação, incrementando ou reduzindo a permeabilidade do reservatório, afetando tanto o fluxo de óleo quanto a geomecânica do campo. Neste contexto, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo a melhor compreensão dos efeitos da reinjeção de CO2 em reservatórios carbonáticos do pré-sal brasileiro. Para tal, propomos uma investigação experimental dos efeitos da interação entre rochas carbonáticas e soluções de CO2- água ou CO2 -salmoura. A partir dos ensaios e das imagens de microtomografia, modelos de rocha digital serão construídos. Os processos de interação rocha fluido assim como os seus efeitos nas propriedades petroelásticas, petroacústicas e porosidade das rochas carbonáticas serão estudados por meio de modelagem matemática e modelos de física de rocha. Por fim, os resultados e observações obtidas pelos modelos de física de rocha adaptados à interação rocha-fluido serão utilizados para uma interpretação mais apropriada de monitoramento sísmico 4D.
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 07/02/2022-28/02/2025
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Debora Barauna

Ciências Sociais Aplicadas

Desenho Industrial
  • huná: design de biotêxtil com incorporação de resíduos de cascas de guaraná para a inovação e sustentabilidade na moda
  • HUNÁ é um projeto que explora práticas de experimentação e de futuro na moda, considerando a economia criativa e circular, operando por ações simultâneas de PD&I orientadas pelo Design. Em específico, esta é uma proposta que valoriza a biodiversidade brasileira, com o design de um biotêxtil derivado de cascas de guaraná, um resíduo agroindustrial inexplorado para inovação e sustentabilidade na moda. A indústria têxtil e de vestuário (ITV) é um dos setores mais nocivos ao meio ambiente. Mas, como promover uma moda sustentável? O “Biodesign para Moda Sustentável” é um movimento interdisciplinar crescente entre designers e pesquisadores, que por meio de projetos experimentais têm criado materiais, processos e produtos novos, possibilitando o surgimento de um novo segmento, a Biomoda. Assim, este é um projeto que considera as biodisciplinas e opera na união entre design e engenharia. Para tanto, move-se em quatro direções: 1 – Conhecimento, pesquisas bibliográficas e documentais e produção de conhecimento; 2 – Conservação, testes de conservação das cascas de guaraná, fornecidas pela COOPAFBASUL em Termo de Parceria; 3 – Experimentação, práticas experimentais do design e da engenharia para concepção e desenvolvimento do biotêxtil, seguidas de testes de caracterização físico-química mecânica, de biodegradação, de tingimento e de fabricação na moda bem como avaliação de ciclo de vida do material. 4 – Concretização, validação de um MVP (minimum viable product), em dois níveis, aplicando o biotêxtil no desenvolvimento de uma coleção de moda conceitual e outra comercial. Esta direção também se refere à modelagem da HUNÁ como um negócio de impacto socioambiental, com a obtenção de uma possível patente. Tal ideia já foi provocada em um evento de inovação e empreendedorismo promovido pelo 9º Prêmio Roser em 2020. A HUNÁ obteve o 3º Lugar e recebeu em 2021 uma pré-incubação, junto à Unidade de Inovação e Tecnologia - UNITEC, situada no parque tecnológico Tecnosinos, UNISINOS.
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos - RS - Brasil
  • 22/04/2022-30/04/2025
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Debora da Silva Motta Matos

Ciências Humanas

Educação
  • 6ª olimpíada nacional de aplicativos
  • As Olimpíadas Científicas são uma prática para difusão da ciência e tecnologia junto a jovens estudantes da educação básica, utilizadas em vários países. Concomitantemente, disseminam o conhecimento entre os jovens, estimulam professores e escolas a buscarem condições adequadas para que os alunos possam participar e se destacar em diferentes áreas de estudo. O objetivo da Olimpíada Nacional de Aplicativos (ONDA) é unir a tecnologia, a partir do uso de aplicativos, para a obtenção de soluções dentro da temática definida na competição. Nesta 6ª edição da ONDA, proporemos como tema um dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU ainda não abordado em edições anteriores. Nos últimos anos e, agravado pela pandemia, alguns temas se tornaram ainda mais urgentes de serem tratados, tais como, saúde e bem-estar e educação de qualidade. É premente a necessidade de criação e adequação das políticas afirmativas que possibilitem pensar, refletir e dialogar um mundo mais sustentável. Assim, é extremamente importante aliar o conhecimento da tecnologia a soluções para estas necessidades, pois, desta forma, oportuniza-se que as equipes estudem sobre esses importantes assuntos, proponham soluções e construam um projeto de aplicativo. A Olimpíada conterá 4 fases: na primeira fase os estudantes do ensino médio realizam a sua inscrição, indicando a equipe e a escola; na 2ª etapa, estas equipes constroem um projeto de aplicativo. Neste projeto, a proposta deve estar contextualizada e justificada, evidenciando o problema em questão para a solução apresentada. As equipes com projetos aprovados estarão aptas a desenvolverem a sua proposta de aplicativo e, posteriormente, precisarão submeter um vídeo sobre o mesmo. Após essa etapa, as equipes serão avaliadas por um júri externo. A ONDA estimula os estudantes a aprenderem sobre diferentes assuntos, a refletirem sobre os problemas da sua comunidade e a proporem soluções em formato de um aplicativo.
  • Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - RS - Brasil
  • 08/12/2021-31/12/2023
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Debora da Silva Motta Matos

Ciências Agrárias

Zootecnia
  • 5ª olimpíada nacional de aplicativos: soluções para fome zero e agricultura sustentável
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - RS - Brasil
  • 22/12/2020-31/12/2022
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Debora DAvila Reis

Outra

Divulgação Científica
  • xxiii ufmg jovem
  • A UFMG Jovem é um Programa da Universidade Federal de Minas Gerais que visa promover a aproximação entre a Universidade e profissionais e estudantes da Educação Básica por meio de ações diversas. Em sua concepção, estruturação e prática, as ações no âmbito da UFMG Jovem se pautam pelas diretrizes da recém lançada Política de Divulgação Científica da Universidade, sendo elas: 1) a reflexão ética quanto aos processos de produção da ciência e tecnologia, seus benefícios e riscos; 2) a valorização da escuta e da abordagem interdisciplinar; 3) o diálogo entre saberes na perspectiva da construção de processos participativos de produção de conhecimento e de tecnologias; 4) a equidade na valorização das diversas ciências; 5) a articulação com a política de direitos humanos da UFMG e com as políticas públicas da educação básica. A Feira de Ciências da Educação Básica é a principal ação do Programa UFMG Jovem. De alcance estadual e com edições anuais desde 1999, a Feira conta com a participação de estudantes e profissionais de escolas públicas e privadas e projetos de cursos de Licenciatura da UFMG, incluindo Licenciatura Indígena e Licenciatura do Campo. Em 2022, além da Feira da Educação Básica, propõe-se realizar diversos encontros e oficinas virtuais entre as comunidades acadêmica e escolar ao longo do primeiro semestre, culminando no grande evento que acontecerá em setembro, de forma virtual, dada a instabilidade das condições sanitárias do país. A UFMG Jovem constitui-se assim como espaço socializador que contribui para a formação cidadã e humana de estudantes da educação básica, familiares, gestores escolares, docentes e discentes da Graduação, da Pós-Graduação e visitantes em geral. A coordenação pedagógica ficará a cargo da professora Ana Cristina Ribeiro Vaz e a organização será de responsabilidade da Diretoria de Divulgação Científica da Pró Reitoria de Extensão, com a colaboração de diversos setores internos e externos à UFMG.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 17/02/2022-29/02/2024
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Debora de Mello Goncales Sant Ana

Outra

Divulgação Científica
  • paraná na semana nacional de ciência e tecnologia 2021
  • As ações propostas envolvem as Universidades do Estado do Paraná lideradas pela Superintendência de Ciência e Tecnologia do Estado. Objetivam desenvolver ações de divulgação da ciência, tecnologia e inovação em todas as regiões do Paraná visando ampliar o engajamento da população em geral com temas científicos e tecnológicos voltados para a sustentabilidade do planeta. Ações voltadas ao debate do papel da mulher na ciência e o interesse de meninas em C,T & I. 1 – Lançamento do e-book “Manual de Experimentos para jovens cientistas em ação”. O manual foi produzido nos últimos meses pelo WIE_UEM (Women in engennering), mulheres na engenharia visando incentivar meninas e mulheres nas áreas de ciências exatas e tecnologia. O livro tem 89 páginas coloridas e será disponibilizado para download gratuito para os interessados. Será lançado na forma de live procurando atrais estudantes de escolas públicas de diferentes regiões do Paraná. A live será transmitida via os seguintes canais do youtube de forma simultânea: Amigos do Museu Dinâmico da UEM; Mannateam; Conexão Ciência e NEAD-UEM. 2 – Mulheres Cientistas Paranenses: diversidade em Ação. Esta ação envolverá a publicação de perfis de mulheres paranaenses cientistas que atuem em diferentes áreas da ciência nas universidades do estado do Paraná. Serão selecionadas mulheres que representem todas as área de conhecimento e de forma a valorizar a diversidade, incluindo mulheres de diferentes etnias, idades, origens, condições em geral e identidade sexual. Será garantida a representatividade de pelo menos uma mulher de cada uma das categorias: pesquisadora paranaense negra, pesquisadora oriunda da zona rural, pesquisadora indígena, de origem asiática, imigrante, lésbica, transgênero, mãe de filhos pequenos, mãe de filhos adultos, com menos de 35 anos e com mais de 55 anos de idade. Serão realizadas entrevistas com estas mulheres visando a elaboração de posts para as redes sociais, vídeos curtos para comunicação em geral e textos com seu perfil e histórica de desenvolvimento humano, superação de dificuldades e atuação em C,T e I. O objetivo é motivar meninas e jovens a seguir carreiras científicas, superar preconceitos, acreditar que é possível ser mulher e cientista e possibilitar que se encontrem virtualmente e troquem informações. Será lançado na forma de live procurando atrair estudantes de escolas públicas de diferentes regiões do Paraná. A live será transmitida via os seguintes canais do youtube de forma simultânea: Amigos do Museu Dinâmico da UEM; Mannateam; Conexão Ciência e NEAD-UEM. Ações voltadas a divulgação de espaços de educação não formal existentes no Paraná 3 – Exposição de CT&I - Visita Virtual a Centros e Museus de Ciências do Paraná. Os estudos de percepção pública da ciência indicam a baixa procura por espaços de educação não formal pelos jovens em geral no Brasil. Possivelmente isso se dá pelo restrito número de espaços desta natureza existentes no interior dos estados, como por exemplo, os espaços listados abaixo no estado do Paraná. Conhecer espaços de divulgação da ciência e de educação não formal amplia a vinculação do cidadão com temas científicos, servindo como reflexão e aprendizado nestas áreas. Diante da dificuldade de visitas a centros e museus de ciências de forma presencial serão realizadas visitas virtuais a estes espaços por meio da gravação de imagens, explicação com mediadores e realização de experimentos nos espaços envolvidos. Os Centros e Museus de Ciências abertos de forma virtual serão: - Museu Dinâmico Interdisciplinar da UEM – MUDI (www.mudi.uem.br); - Herbário da Universidade Estadual de Maringá; - Museu de Ciência e tecnologia da UEL; Laboratório de etnohistoriografia indígena da UEM; - Horto de Plantas Medicinais da UEM; - Hotel de abelhas da Fazenda Experimental de Iguatemi – UEM; - Fablab da UEM, campus de Cianorte; - Museu da Bacia do Paraná – UEM; - Museu dos Campos Gerais – Ponta Grossa; - Museu de Ciências Naturais da UEPG; - Museu de Ciências Morfológicas da UEL. Ações voltadas a divulgação de C, T e I para públicos específicos 4 – Ciência Intergeracional: cientista não tem idade! Serão desenvolvidas sessões interativas via meeting com estudantes da terceira idade matriculados nas Universidades Abertas da Terceira Idade das Universidades Paranaenses. As sessões serão temáticas e abordarão reflexões sobre temas transversais. Temas transversais a serem abordados nas ações de ciência intergeracional: - Ciência antivírus: abordagem da pandemia utilizando-se ferramentas de diferentes áreas da ciência como história, geografia, computação, saúde, biologia entre outras; - Dinheiro também é questão de ciência: ações de educação financeira visando discutir de forma comparativa o uso de moeda no passado e na atualidade, o valor do dinheiro em diferentes épocas, planejamento e realização entre outros. Serão desenvolvidas ações que envolvam matemática, sociologia, história, economia, computação, psicologia entre outros. - Mudanças Climáticas: o ambiente ontem, hoje e amanhã, o que a Ciência tem a dizer. Objetivos desta ação: Integrar diferentes gerações em debates de temas atuais e transversais da ciência como pandemia, educação financeira e mudanças climáticas. O debate em cada tema será mediado por professores das Universidades Estaduais vinculados a Universidades da Terceira Idade e Estudantes Universitários. Serão apresentadas as diferentes formas de ver o mundo, o impacto do desenvolvimento ao longo do tempo e a diferenciação das visões de ciência como forma de levar a percepção da evolução da C, T e I. 5 – Ciência nas Redes (sociais) Visando ampliar a interação com o público adolescente será desenvolvido um concurso de divulgação científica por meio do tiktok. O objetivo é mostrar que ciência também pode ser divertida e que e utilizar diferentes linguagens. Todas as ações envolverão de forma direta 41 municípios.
  • Universidade Estadual de Maringá - PR - Brasil
  • 05/10/2021-31/10/2023
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Debora Machado Fracalossi

Ciências Agrárias

Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca
  • enfrentando o inverno com a tilápia: suplementação de aditivo alimentar para melhorar o desempenho zootécnico e a qualidade do filé.
  • A tilápia-do-nilo é a espécie mais importante da aquicultura brasileira e, apesar de ser uma espécie tropical, os principais estados produtores estão localizados em região de clima subtropical, cuja temperatura baixa no inverno compromete o crescimento, causando perdas consideráveis. Assim, é necessário estudar alternativas que promovam o crescimento nestas condições. A equipe do Laboratório de Nutrição de Espécies Aquícolas (LABNUTRI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) trabalha no tema desde 2012 e identificou um aditivo alimentar que promove até 16% de aumento no ganho em peso, quando a tilápia é criada a 22°C, em condições de laboratório. Este aditivo é rico no ácido graxo ômega 3 docosahexaenoico (DHA), que é depositado no filé e pode agregar valor ao preço de mercado do pescado. Entretanto, o aditivo não foi testado a campo, onde há oscilações diárias na temperatura e mesmo temperaturas inferiores a 22°C. Propõe-se testar uma dieta controle, simulando a composição de uma ração comercial e uma dieta teste, suplementada com o aditivo. No primeiro estudo, a campo, os peixes (1 g) serão alimentados durante o período de inverno até 500 g. No segundo, em laboratório, será avaliado o tempo necessário de suplementação para que haja acúmulo adequado de DHA no filé em peixes maiores (400 g), a 22°C. Amostras de filé serão coletadas no início e após 15 e 30 dias de alimentação para avaliação da composição proximal e perfil de ácidos graxos, além da análise sensorial e de tempo de vida de prateleira. Também será avaliada a viabilidade econômica da suplementação. A proposta prevê a colaboração de pesquisadores da UFSC, EPAGRI, IFC e da empresa Alltech, produtora do aditivo. Desta forma, além da formação de recursos humanos e publicações científicas e técnicas, esta proposta também contemplará a difusão de tecnologia para o setor produtivo do estado de Santa Catarina, por meio da realização de um dia de campo no intuito de mitigar este entrave da tilapicultura.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 04/02/2022-28/02/2025