Projetos de Pesquisa

 

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Wonder Alexandre Luz Alves

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • métodos de análise de imagens baseados em últimos levelings
  • Geralmente, um problema tipico de análise de imagens consiste de cinco etapas básicas, sendo elas: aquisição; pré-processamento; segmentação; representação e descrição; reconhecimento e interpretação. Dentre estas, destaca-se a segmentação de imagens, uma etapa que consiste particionar o domínio da imagem de forma a demarcar os objetos de interesse na imagem. Por isso, temos que ter em mente que uma segmentação imprecisa pode comprometer os resultados da análise, além do mais, a complexidade da cena analisada e as características particulares de cada objeto tornam a tarefa de segmentação extremamente complexa, tendo em vista que esses objetos representam na pratica órgãos, pessoas, células, caracteres, veículos e outros. Na maiorias dos problemas práticos de análise de imagens é conhecido à priori a forma dos objetos de interesse. Por isso, é altamente desejável incorporar tal conhecimento nos modelos e algoritmos mas isso não é uma tarefa trivial. Neste contexto, pretende-se explorar um framework baseado em operadores residuais definido no âmbito da Morfologia Matemática para resolver problemas de análises de imagens. Assim, em continuidade ao projeto regular Análise de formas por meio dos últimos levelings, financiado pela FAPESP (processo nº 2016/02547-5), o presente projeto tem como objetivo dar prosseguimento aos estudos sobre métodos de análise de imagens baseados em últimos levelings.
  • Universidade Nove de Julho - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Xênia de Castro Barbosa

Outra

Multidisciplinar
  • a transversalidade da ciência e da tecnologia para a efetivação dos objetivos do desenvolvimento sustentável
  • O tempo presente é marcado por desafios que colocam em risco a própria continuidade da vida no planeta (BOFF, 2015). Ações antrópicas têm contribuído cada vez mais para a ocorrência de fenômenos extremos, como o aquecimento global, as ondas de calor e de frio, a crise hídrica e energética e a emergência de novas doenças. A hiperconexão dos espaços e da economia, própria do mundo globalizado, faz com que problemas que seriam locais transponham essa escala e ocasionem efeito em cadeia, comprometendo as condições de vida e desenvolvimento socioeconômico em múltiplos espaços (BARCELOS et al., 2009). Se de um lado, nos últimos 70 anos pudemos observar maior estabilidade na política internacional, avanços da democracia, dos direitos humanos, da ciência, da tecnologia, do consumo e do bem-estar, a face reversa do processo de desenvolvimento desigual e combinado em curso (HARVEY, 2004) é a pobreza, a marginalização social e a degradação ambiental. Diante desse cenário de assimetrias profundas, a pressão sobre o meio ambiente tem se intensificado, resultando em um quadro complexo de insustentabilidade, riscos, vulnerabilidades e injustiças, que pesam de maneira distinta sobre ricos e pobres, impondo maiores ônus sobre as populações e segmentos sociais mais vulneráveis: as mulheres e meninas, as minorias étnicas e religiosas, as ex-colônias (SANTOS; MENESES, 2010; ONU, 2019). Ciente de tal cenário e da necessidade de enfrentar suas principais adversidades, a Organização das Nações Unidas traçou para a Agenda 2030 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), a saber: (1) Erradicação da pobreza, (2) Fome zero e agricultura sustentável, (3) Saúde e bem-estar, (4) Educação de qualidade, (5) Igualdade de gênero, (6) Água potável e saneamento, (7) Energia acessível e limpa, (8) Trabalho decente e crescimento econômico, (9) Indústria, inovação e infraestrutura, (10) Redução das desigualdades, (11) Cidades e comunidades sustentáveis, (12) Consumo e produção responsáveis, (13) Ação contra a mudança global do clima, (14) Vida na água (15) Vida terrestre, (16) Paz, justiça e instituições eficazes, (17) Parcerias e meios de implementação. O alcance desses objetivos demanda ações convergentes e integradas e abordagens técnico-científicas transversais e dialógicas, que promovam novos conhecimentos, soluções tecnológicas sustentáveis e que conduza para uma nova cultura. Para o alcance desses objetivos, entende-se pertinente investir em duas frentes: 1- a de conexão de pesquisadores para o desenvolvimento de parcerias, com foco em projetos conjuntos, que considerem a transversalidade da ciência, da tecnologia e das inovações e sua aplicação na resolução dos problemas que estão na ordem do dia; 2- a de promoção da literacia científica junto a crianças, adolescentes e jovens, com vistas a educá-los para a compreensão dos elementos básicos da ciência, para a busca de informações em fontes fidedignas e a refutação de notícias e argumentos falsos, de modo a fortalecer a democracia e ampliar os horizontes da cidadania. O projeto em tela direciona seus esforços para as duas áreas. Com base no método de Paulo Freire (FREIRE, 1980) será planejado e ofertado um conjunto de oficinas, mostra de filmes e ciência móvel. As atividades terão como público-alvo estudantes e professores do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e do Ensino Médio Integrado ao Técnico, contudo serão abertas ao público em geral. O diferencial desta proposta é seu compromisso em estender as atividades tradicionalmente concentradas no espaço urbano, para comunidades ribeirinhas, por meio do Barco da Ciência, e para três aldeias indígenas, de modo a fomentar o diálogo e planejamento de ações de médio e longo prazo com professores e estudantes das etnias Surui, Karitiana e Wari’.
  • Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia - RO - Brasil
  • 05/10/2021-31/10/2023