Projetos de Pesquisa

 

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Alexandre Fernandez Vaz

Ciências Humanas

Educação
  • teoria críticas, racionalidades e educação (v)
  • Com a presente proposta pretendemos avançar com o programa de pesquisa em que temos procurado a reflexão sobre o legado e o potencial da Teoria Crítica da Sociedade em sua dimensão educacional. Esse processo se coloca no duplo movimento que simultaneamente consolida e ultrapassa o plano disciplinar: o da investigação conceitual dessa tradição; o da iluminação de desafios contemporâneos para o campo da Educação, procurando colaborar para a consecução de uma Teoria Crítica do Presente para este campo. Para tal dedica-se a pesquisa de conceitos de Theodor W. Adorno e de Walter Benjamin, assim como de outras abordagens teóricas e empíricas que conformam coletivamente o Programa. Metodologicamente, interessa-nos o movimento dos conceitos no interior dos projetos de cada autor, em seus desdobramentos e labirintos dialéticos.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Alexandre Ferreira Marques

Ciências Biológicas

Parasitologia
  • diagnóstico e potencial de vacinas de carboidratos alpha-gal e raminose (qb-alpha-gal/rha), acoplados a partículas virais (bacteriófago modificado, qbeta-vlp) na doença de chagas.
  • Abordagem do Problema e Objetivo Global: Doença de Chagas (DC), causada pelo hemoflagelado protozoário parasito Trypanosoma cruzi, é uma das doenças mais endêmicas e infecciosas na América Latina. Cerca de 8 milhões de pessoas atualmente estão infectadas e milhares irão a óbito a cada ano devido a complicações clínicas importantes, particularmente a cardiomiopatia. Devido ao aumento da mobilidade da população global, DC tornou-se uma infecção emergente nos EUA e Europa, onde estima-se que milhares de indivíduos estão infectados com o parasito. Até o momento, apenas o medicamento benznidazol está disponível comercialmente para o tratamento da doença. Este medicamento apresenta eficácia relativamente baixa na fase crônica da infecção, e apresenta acentuada toxicidade durante o tratamento. Além disso, não há nenhuma vacina humana para prevenir e/ou tratar DC, apesar de numerosos estudos de vacinas experimentais. Embora os trabalhos recentes tenham apresentado resultados muito promissores com proteína/peptídeos recombinantes, e vacinas de DNA, tendo como alvos alguns epitopos imunodominantes de células T CD8+ na superfície do parasito, determinar o quanto estes epitopos são imunodominantes entre diferentes isolados de T. cruzi ainda se faz necessário. Uma vacina ideal deve promover proteção universal contra parasitos isolados de diferentes regiões e genótipos. Isto é, de longe, o maior desafio no desenvolvimento de vacinas humanas contra parasitos e, talvez, a principal razão para que, até o momento, não haja uma única vacina em uso clínico para prevenção e/ou tratamento de infecções parasitárias humanas. Antígenos de glicano, por outro lado, permanecem muito mal explorados como alvos vacinais, ou mesmo para diagnóstico, apesar do fato que glicoconjugados (glicoproteínas e glicolipídios) são as principais moléculas presentes na superfície de tripomastigotas de T. cruzi e contenham epitopos altamente imunogênicos, não comumente encontrados em seres humanos. A este respeito, por exemplo, níveis muito elevados de anticorpos líticos, protetores anti-α-galactosil (Anticorpos anti-αGal) são elicidados contra epitopos deste trissacarídeo presente em glicoproteínas do parasito, tanto na fase aguda como crônica da doença de Chagas humana. Mucinas altamente glicosiladas também já foram relatadas como um marcador durante o acompanhamento no tratamento de pacientes chagásicos, com diminuição de níveis de seus anticorpos, de acordo com a melhora da doença. Além disso, o desaparecimento dos anticorpos líticos protetores do soro de pacientes com doença de Chagas pode ser considerado como um indicador confiável de cura parasitológica. Portanto, com estas informações e também por dados preliminares obtidos em nosso laboratório, formulamos a hipótese que o trissacarídeo terminal contendo αGal, assim como a ramnose, podem funcionar efetivamente como antígenos vacinais na doença de Chagas experimental e humana e também serem explorados como potenciais alvos para diagnóstico. Para testarmos nossa hipótese, utilizaremos imunógenos de glicanos, alpha-Gal e/ou rhamnose, confirmados por glycoarray contra soro chagásico (Emory, Georgia, USA) acoplados a uma plataforma viral, denominado de Qb-alpha-Gal/rha (virus like particle, Departamento de Química e Bioquímica, GeorgiaTech, Georgia, USA) na imunização de camundongos Knockout para enzima alpha-1,3-galactosiltransferase (alpha-GalT-KO). A partícula sintética Qb-alpha-Gal/rha, tem a capacidade de expor o epitopo alpha-Gal/rha com maior eficiência e possui uma aderência otimizada em placas de ELISA devido ao carreador bacteriófago (Qbeta) modificado. Sua antigenicidade será testada com soro de pacientes infectados tratados e não tratados. Nosso modelo animal alpha-GalT-KO mimetiza de maneira muito próxima a resposta imune humoral humana contra o T. cruzi. Estes animais, assim como macacos do velho mundo e humanos, não expressam o epítopo alpha-Gal na superfície de suas células e tecidos, sendo excelentes produtores de anticorpos líticos anti-alpha-Gal. Estes animais αGalT-KO foram generosamente doados pelo Prof. Peter Cowan, Diretor do Sant Vincent Hospital, Melbourne, Austrália. Portanto, o objetivo geral desta proposta será avaliar a eficácia de vacinas constituídas por carboidratos presentes na superfície de formas infectivas de T. cruzi, como alpha-Gal e ramnose, acopladas ao bacteriófago modificado Qbeta; “virus like particle”, em animais alpha-1,3-galactosiltransferase Knockout (alpha-GalT-KO), assim como avaliar a antigenicidade desta partícula frente a soros de pacientes chagásicos.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Alexandre Fortes

Ciências Agrárias

Ciência e Tecnologia de Alimentos
  • obtenção, identificação, separação e efeito do processamento sobre compostos bioativos em alimentos: uma estratégia para o fortalecimento do ppgcta-ufrrj.
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 04/02/2020-03/02/2025