Projetos de Pesquisa

 

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Aline Bertolosi Bombo

Ciências Biológicas

Botânica
  • depois do fogo, de onde rebrotam as plantas? banco de gemas e órgãos subterrâneos do cerrado
  • O fogo é um dos principais fatores que garante a manutenção de fisionomias abertas em ecossistemas inflamáveis, controlando as espécies dominantes e atuando na hierarquia de competição em comunidades vegetais. A vegetação do Cerrado tem sido influenciada pela presença do fogo há pelo menos 4 milhões de anos e sua flora, principalmente a do estrato herbáceo-subarbstivo, é tipicamente pirofítica e adaptada à perda frequente de biomassa aérea; além disso, as plantas possuem atributos que aumentam suas chances de sobrevivência após eventos de fogo, como a alocação da biomassa para órgãos subterrâneos juntamente com acúmulo de reservas, e a capacidade de rebrota através de gemas aéreas ou subterrâneas. A determinação do tipo de órgão subterrâneo em ecossistemas inflamáveis é importante para se entender os padrões de regeneração da vegetação pós-fogo, uma vez que tipos morfológicos diferentes podem possuir estratégias distintas. Dada à importância do Cerrado no Brasil, pois este ocupa 22% do território nacional, e a rápida degradação deste ambiente devido a pressões antrópicas, o entendimento das estratégias adaptativas relacionadas à sobrevivência e persistência das populações nesses ambientes é de suma importância, uma vez que tais estudos podem subsidiar os planos de manejo e conservação em áreas protegidas. Assim sendo, pretende-se avaliar o banco de gemas e a diversidade de órgãos subterrâneos em comunidades vegetais em áreas de Cerrado, sob diferentes regimes de fogo, com a finalidade de levantar atributos funcionais e relacioná-los com as respostas da vegetação após eventos de fogo.
  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Aline Capella de Oliveira

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • formação de intermetálicos à base de ti-al por deposição direta de metal a laser de alumínio sobre ti-6al-4v
  • Intermetálicos à base de Ti-Al apresentam propriedades como resistências à oxidação e à corrosão elevadas, além de dureza e resistência mecânica adequadas para aplicações que exijam bom comportamento mecânico do componente A deposição direta de metal a laser (Laser direct metal deposition – LDMD) é um processamento que desperta grande interesse industrial, uma vez que é capaz de modificar a superfície de materiais sólidos, promovendo melhorias de propriedades na região tratada, sem alteração de suas as propriedades macroscópicas. A capacidade da tecnologia laser em concentrar elevada intensidade de energia em áreas reduzidas permite a modificação seletiva das propriedades do material, a partir do controle preciso dos parâmetros de processo. Além disso, a deposição direta de metal a laser apresenta outras vantagens como: velocidade de processo elevada, modificação da superfície de componentes com geometrias complexas e a possibilidade de se obter gradientes de composição e, consequentemente, um gradiente funcional no produto. Neste contexto, o presente projeto tem como objetivo promover a formação de intermetálicos à base de Ti-Al por deposição direta de metal a laser de pó de alumínio sobre o substrato de liga de titânio, Ti-6Al-4V, visando melhorias na resistência à oxidação da superfície do material. Adicionalmente, e, a partir da obtenção da camada de intermetálicos sobre o substrato, nitretos serão gerados, via implantação iônica por imersão em plasma (3IP), para análise dos efeitos de proteção adicional contra oxidação da superfície metálica. Os resultados obtidos nas diferentes condições analisadas, em relação aos efeitos sobre a oxidação da superfície do material, serão comparados ao desempenho do material base.
  • Universidade Federal de São Paulo - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Aline Chaves Intorne

Ciências Humanas

Educação
  • transversalidade no ensino para uma educação humanitária
  • A popularização da ciência e da tecnologia (C&T) se faz com o uso de recursos e processos técnicos para a comunicação da informação científica e tecnológica para o público em geral. Com isso em mente, apresenta-se a proposta de incluir uma pauta que seja capaz de abordar, no geral, esses aspectos tão relevantes para nossa sociedade, lembrando sempre do contexto no qual estamos inseridos: a pandemia. Este que levou múltiplas vertentes sejam da educação, pesquisa e tecnologia a se reorganizarem e se reestruturarem para atenderem à demanda exigida por esse momento. Com isso foi idealizado o projeto: Transversalidade no Ensino para uma Educação Humanitária que visa realizar divulgação científica através da página “Ciência Pra Gente” em diversas plataformas digitais como YouTubeⓇ, FacebookⓇ e InstagramⓇ para o público não cientista de forma concisa e clara. Neste sentido, aproveitamos o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação 2021, sob a temática: “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta” e a sua relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, para possibilitar um ambiente de ações similares e integradas sobre um tema comum em que o público leigo possa entender informações científicas antes exclusivas em revistas científicas e no meio acadêmico, de forma a se integrar das inovações tecnológicas e descobertas que ocorrem diariamente. Com isso, esperamos proporcionar uma comunicação bidirecional entre a comunidade científica e a sociedade, além de implementar ações concretas para a divulgação e popularização da CT&I no âmbito da transversalidade, especialmente, nas regiões Norte, Noroeste e Sul Fluminense, capazes de estabelecer um valioso intercâmbio de saberes e experiências entre as Instituições de Ensino Superior (IES) e a Sociedade, trazendo o Ensino Básico como o pilar para o nosso desenvolvimento futuro. Com base nas premissas expostas, as Instituições parceiras nessa proposta são: o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro campus Volta Redonda (IFRJ), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Fluminense campus Volta Redonda (UFF), a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), a Universidade Estácio de Sá (UNESA) e o Consórcio de Ensino a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ). Juntas essas instituições irão trabalhar as modalidades: “Eventos de Comunicação Científica em Rádio, TV E Outras Mídias”, “Ciclo de Palestras”, “Publicação de Cards” e “Realização de Lives”. Somado a isso, após a realização do Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação serão realizadas atividades satélites, que vão complementar a proposta. Dessa forma, esperamos mostrar que a popularização da ciência deve ser entendida como um movimento que acontece das mais diferentes formas, envolvendo os mais diferentes atores. No entanto, as IES devem assumir a responsabilidade e criar mecanismos que estimulem a curiosidade científica, o caráter inquiridor e o pensamento crítico dos cidadãos.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 11/10/2021-31/10/2023