Projetos de Pesquisa

 

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Vanessa de Oliveira Martins-Reis

Ciências da Saúde

Fonoaudiologia
  • proposta e análise de eficácia de dois programas para o modelo de resposta à intervenção (rti) em escolares do ensino fundamental no contexto pós pandemia e fatores associados
  • De acordo com a UNESCO, os efeitos da pandemia da COVID-19 na vida das crianças não são limitados à saúde e bem-estar, mas estendem-se a muitas dimensões da vida da criança como educação, segurança e pobreza. Estudo americano aponta que o ganho em leitura de crianças no início da alfabetização se reduzirá pelo menos 66% com o fechamento das escolas durante a pandemia. Sendo a leitura fundamental para o desenvolvimento do indivíduo, as alterações de leitura podem configurar uma iniquidade em saúde. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo verificar a associação entre leitura, processamento auditivo, respiração oral, higiene do sono, qualidade de vida, nível socioeconômico, saúde geral, saúde mental e recursos do ambiente familiar em crianças em processo de alfabetização. Além disso, pretende-se propor dois programas para a 1ª camada do Modelo de Resposta à Intervenção (RTI), um em processamento fonológico e o outro em processamento auditivo, e verificar qual dos dois traz mais ganhos para o desempenho em leitura das crianças. Acredita-se que o RTI é fundamental para recuperação do aprendizado das crianças nessa fase de reabertura das escolas. O RTI já se consagrou nos EUA e Europa como política de educação, tendo disponível muitos programas para serem usados pelas equipes de saúde e educação. No Brasil ainda existem poucos estudos com o RTI e apenas três programas para a 1ª camada, todos com foco na consciência fonológica e correspondência fonema-grafema, sem estimulação das outras habilidades do processamento fonológico (nomeação rápida e memória operacional fonológica) e do processamento auditivo. Serão selecionadas 100 crianças matriculadas no 2º ano do Ensino Fundamental, 50 crianças participarão da intervenção em processamento fonológico e 50 em processamento auditivo. Antes e ao final da intervenção as crianças serão avaliadas quanto à leitura, processamento auditivo e aplicação de questionários para levantamento das demais variáveis do estudo.
  • Universidade de Brasília - DF - Brasil
  • 07/02/2022-28/02/2025
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Vanessa de Souza Mello

Ciências da Saúde

Nutrição
  • determinantes da obesidade e aspectos relacionados ao seu tratamento: abordagens epidemiológica e experimental
  • A obesidade é uma doença de caráter pandêmico e etiologia multifatorial, representando um problema de saúde pública e atuando como fator agravante de outras doenças, como a COVID-19. Fatores ambientais e uso de medicamentos participam da gênese da obesidade. Alterações na microbiota intestinal (disbiose) precedem a obesidade, sendo alvo para o seu tratamento. O presente projeto consiste em três subprojetos, tendo como objetivos: avaliar o papel da gordura Interesterificada (presente em alimentos ultraprocessados) na gênese da obesidade em modelo experimental (subprojeto 1), avaliar a associação entre e obesidade e coocorrência de utilização de medicamentos para tratamento de comorbidades associadas usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019 (subprojeto 2), e avaliar o controle da obesidade a partir da modulação filogenética da microbiota intestinal pela ativação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPARs) em modelo experimental (subprojeto 3). Sendo assim, a hipótese do subprojeto 1 é de que o consumo de gordura interesterificada promova alterações metabólicas levando ao desenvolvimento da obesidade; a hipótese do subprojeto 2 é que a obesidade está relacionada a um padrão de utilização de medicamentos diferente daquele observado entre indivíduos com eutrofia; A hipótese do subprojeto 3 é de que a ativação dos PPARs atenue a obesidade pela melhora da disbiose intestinal, com redução da esteatose hepática, inflamação, e aumento da termogênese. Os subprojetos integram diferentes nuances da obesidade (gênese, epidemiologia e tratamento) e enquadram-se em linhas de pesquisa bem estabelecidas pelos pesquisadores envolvidos. A metodologia envolve técnicas já desempenhadas pela equipe e a participação de todos os membros, cada um utilizando suas expertises na análise dos dados epidemiológicos secundários ou na condução do estudo experimental e técnicas de biologia molecular, microscopia de luz, eletrônica, confocal e análises bioquímicas.
  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 03/02/2022-28/02/2025
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Vanessa Fabiana Alves de Freitas

Outra

Divulgação Científica
  • 1ª mostra acreana de teatro: não é festa, é revolução!! a história de um povo que lutou para ser brasileiro.
  • 1ª Mostra Acreana de Teatro: Não é festa, é REVOLUÇÃO!! A história de um povo que lutou para ser brasileiro. Evento que reunirá apresentações teatrais em formato de Musical, que envolvem diálogos e danças, apresentada por artistas, com interação com o público, historias e experiências com caráter cientifico e histórico. Contribuem como ferramenta educativa para a comunidade para a vivência e divulgação científica, mostrando para o público jovem do Estado do Acre, experiências de novas tecnologias e a realidade da comunidade acreana e brasileira, com foco em apresentação de trabalhos tecnológicos e científicos aproximando a comunidade do conhecimento cientifico. Que tem como objetivo Realizar a 1ª Mostra Acreana de Teatro, com a narrativa: Não é festa, é REVOLUÇÃO!! A história de um povo que lutou para ser brasileiro, durante a SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – SNCT 2022. Como justificativa, o Acre era, até a segunda metade do século XIX, habitado pelas populações indígenas e ainda fazia parte dos territórios boliviano e peruano. A partir de 1877, motivados pela exploração do latéx (borracha), os primeiros migrantes da Região Nordeste do país chegaram ao território acreano. Entre 1899 e 1909, disputas pelo domínio da área foram travadas entre os bolivianos, peruanos e os brasileiros que ali estavam. A ocupação efetiva do Acre pelos seringueiros brasileiros, durante a corrida à borracha amazónica no século XIX, depois de vários incidentes, levou à elaboração do Tratado de Petrópolis a 17 de novembro de 1903, assinado entre a Bolívia e o Brasil, passando a soberania da região a pertencer a este último. Sabendo que, existe uma grande carência de eventos científicos que congreguem as instituições de ensino, pesquisa e desenvolvimento, nesse contexto, a SNCT 2022, que trata a ciência e tecnologia de forma prática tem como foco central mostrar aspectos da ciência com o uso de apresentações teatrais como ferramenta educativa para a comunidade.
  • Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Acre - AC - Brasil
  • 15/09/2022-31/03/2023
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Vanessa Fernandes Guimarães

Outra

Divulgação Científica
  • museus e centros de ciência em tempos de pandemia: a mudança no paradigma de público em três instituições do rio de janeiro.
  • As importantes transformações impostas pela pandemia de Covid-19 afetaram extraordinariamente as dinâmicas social, econômica e cultural de centenas de milhões de pessoas, levando ao fechamento ou controle da capacidade de todos os espaços de reunião e concentração de pessoas em diferentes partes do mundo. A área da cultura foi particularmente afetada já que a maioria das atrações e manifestações foi cancelada ou fechada para o público por tempo indeterminado. Os museus não foram a exceção: a partir do início de 2020, a maioria dos museus fechou as portas para visitas presenciais e buscou, desde então, não perder contato com diferentes públicos por meio de iniciativas direcionadas ao ambiente digital. Várias ações de divulgação científica dos museus e centros de ciência (MCCT) migraram do presencial para o virtual e novas ações foram criadas e aprimoradas visando atender e mantê-los conectados com seus públicos e divulgando informações confiáveis e fidedignas. No entanto, a ampliação da presença dos MCCT no ambiente virtual enfrenta dificuldades que não estão apenas restritas ao acesso a uma boa infraestrutura de internet. Outros fatores como o expertise sobre o funcionamento das mídias digitais e na produção de conteúdo, acesso a softwares adequados e disponibilidade de pessoal qualificado para a tarefa são também limitantes, por requererem um nível de investimento que é, por vezes, incompatível com o orçamento dessas instituições. A desigualdade de acesso aos meios digitais, por parte do público, também é um fator preocupante, seja pela falta internet ou de infraestrutura, ou pela falta de recursos de acessibilidade nas plataformas, ou até mesmo por inexperiência das instituições em realizar ações capazes de engajar públicos diversos, a exclusão é uma realidade inegável. Então, mesmo para os MCCT que conseguiram manter contato com o público e são mais ativos nos ambientes digitais, tais circunstâncias colocam algumas questões fundamentais relativas ao impacto deste cenário sobre a constituição dos públicos dos museus e do seu processo de comunicação com eles. Alguns exemplos destas questões são: quem é esse público virtual do museu durante a pandemia? Qual é o seu perfil sociodemográfico e de quais maneiras se afasta ou se aproxima daquele do público presencial? Qual a sua relação com o MCCT? Como o conteúdo disponibilizado da rede é recebido por esse público? E, finalmente, como transformar esse público virtual em público presencial após a reabertura dos MCCT? As respostas a essas perguntas precisam partir de uma base prévia de conhecimentos dos MCCT sobre os seus públicos visitantes. Neste sentido, selecionamos três MCCT participantes do Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia (OMCCT), que dispunham dessa base de conhecimentos e que se mantiveram ativos nas mídias digitais durante a pandemia de Covid-19 - o Museu da Vida da COC/Fiocruz, o Museu Ciência e Vida da Fundação Cecierj e o Espaço Ciência Viva - a fim de realizar um estudo de público visando responder a essas questões.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 29/10/2021-31/10/2024
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Vanessa Salete de Paula

Ciências da Saúde

Medicina
  • o impacto pós-covid-19 em pacientes cirróticos e portadores de hepatite
  • A síndrome pós-COVID-19 inclue o aumento das enzimas hepáticas e manifestações neuropsicológicas, principalmente em pacientes cirróticos e/ou com carcinoma hepatocelular (CHC) e infectados pelos vírus da hepatite B (HBV) e hepatite C (HCV). A infecção pelos vírus das hepatites está emergindo como causa de distúrbios do sistema nervoso central e periférico. Como causas principais (i) a tempestade de citocinas, interleucina (IL) -2, IL-6, IL-7, IL-10 e fator de necrose tumoral α (TNFα), (ii) a infecção dos hepatócitos, colangiócitos e células do sistema nervoso central, (iii) medicamentos, (iv) hipóxia. Polimorfismos nos genes ABCB1 e ABCB11 que codificam a glicoproteína P (Pgp) e a bomba exportadora de sais biliares (BSEP) estão relacionados com resistência e com a hepatotoxicidade a medicamentos. Hipótese: portadores de hepatite B ou C com o polimorfismo genético no transportador ABCB1 e ABCB11 desenvolvem da síndrome pós-COVID-19 e tem alterações nos níveis de citocinas e enzimas hepáticas. Para confirmar a hipótese pretendemos (1) realizar o monitoramento clínico hepáticas e neurológico de portadores de hepatite virais que tiveram COVID-19 (2) verificar a associação da gravidade pós-COVID- 19 e mutações nos genes ABCB1 e ABCB11, com o perfil de citocinas e com as variantes de SARS CoV-2. Coortes de pacientes do ambulatório de doenças do fígado Hospital Universitário Gaffrée Guinle (HUGG/UNIRIO) e do ambulatório de referência nacional de hepatites virais da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/FIOCRUZ) serão monitoradas clinicamente e laboratorialmente por análises bioquímicas, hemograma, enzimas hepáticas, citocinas (IL-2, IL-6, IL-7, IL-10 e TNFα), mutações (ABCB1 e ABCB11). Espera-se verificar se a variabilidade genética viral e as mutações genéticas podem influenciar na síndrome pós-COVID- 19, dado útil para o monitoramento e prognostico dos pacientes.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 23/03/2022-31/03/2025