Projetos de Pesquisa

 

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Andreia Mendes dos Santos

Ciências Humanas

Educação
  • laboratório das infâncias, promovendo elos entre o protagonismo das crianças e educação continuada de jovens universitários
  • Desde o ano de 2020 a educação opera pela reinvenção de recursos pedagógicos, físicos e psíquicos para minimizar problemas e desigualdades agudizadas pela pandemia da COVID-19. O afastamento da rotina da escola, entre outros fatores, apresentaram às crianças restrições no desenvolvimento, aprendizagens, relações e experiências. No ensino superior, os processos formativos também foram afetados, exigindo o planejamento de novas estratégias de ensino e de aprendizagem. Este projeto toma como ponto de inflexão a importância da experiência das crianças na infância, bem como, a formação de futuros profissionais para atuarem nesta área do conhecimento. O principal problema situa-se na produção de experiências infantis e nos processos formativos no ensino superior, com vistas ao trabalho junto às crianças. A hipótese é de que na educação práticas pedagógicas de experiências e vínculos com conhecimento podem promover e potencializar um trabalho colaborativo na formação de universitários, impactando também nas experiências das crianças, tomando referenciais epistemológicos da Psicologia e da Educação. O pressuposto metodológico é a de pesquisa-ação qualitativa, realizada por meio de pesquisa documental, observação e entrevistas com crianças, familiares, docentes e universitários em práticas no Laboratório das Infâncias da PUCRS entre 2022 e 2025. Como campo de estágios a Psicologia e licenciaturas, no LabInf serão desenvolvidas atividades e ações sobre questões que envolvam sofrimento psíquico e dificuldades na vida escolar durante o isolamento social e/ou o retorno à presencialidade nas escolas. Após análise de conteúdo, pretende-se que os resultados deste projeto colaborem com a área, promovendo conhecimento acerca da educação mediada pelo trabalho colaborativo para produzir protagonismo infantil e formar novos profissionais apropriados de uma concepção que os responsabiliza como agentes ativos no desenvolvimento, aprendizagens, vínculos e experiências infantis.
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - RS - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025
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Andreia Morales Cascaes

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • condições de saúde bucal e determinantes sociodemográficos, psicossociais, comportamentais, de acesso e utilização de serviços das pessoas transgênero em florianópolis-sc
  • A saúde bucal das pessoas transgênero apresenta diversos desafios para a saúde pública, tais como mudanças no complexo craniofacial decorrentes do uso de terapia hormonal, maior consumo de produtos de tabaco, traumas na face associados a eventos de violência, problemas com autoimagem dos dentes e dificuldades no acesso aos cuidados odontológicos. A ausência de informações epidemiológicas sobre saúde bucal dessas pessoas aliada à insuficiência de políticas, serviços e ações voltados para prevenção, controle e tratamento dos problemas de saúde bucal as colocam em situação ainda maior de discriminação e opressão social. Com o objetivo central de conhecer as condições de saúde bucal das pessoas transgênero e relacioná-las com fatores sociodemográficos, psicossociais, comportamentais, e de acesso e utilização de serviços de saúde, propõe-se o primeiro estudo epidemiológico a ser realizado no Brasil. O recorte dessa pesquisa ocorrerá em Florianópolis-SC e incluirá toda população transgênero adulta cadastrada na Atenção Primária à Saúde (APS) e que vem sendo acompanhada pelo serviço de atenção à saúde especializada da pessoa transgênero, totalizando 520 pessoas (setembro/2021). O inquérito será de base domiciliar e incluirá uma entrevista face a face por meio de questões sociodemográficas, psicossociais, comportamentais e de acesso e uso de serviços de saúde, além de um exame abrangente para avaliação das condições de saúde bucal. Os resultados contribuirão com o avanço do conhecimento científico da área e irão auxiliar a gestão local com o planejamento e a organização de serviços odontológicos na APS e na atenção de média e alta complexidade. As evidências geradas poderão servir de referencial teórico para futuras pesquisas, sendo de interesse para comunidade, profissionais de saúde e gestores, além de contribuir com a avaliação da Política Nacional Integral de Saúde para LBGT+ assim como melhorar o alcance da Política Nacional de Saúde Bucal.
  • Universidade Federal de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 11/04/2022-30/04/2025
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Andreia Pelegrini

Ciências da Saúde

Educação Física
  • parâmetros de densidade e geometria óssea em atletas adolescentes: um estudo de seguimento
  • A saúde óssea é influenciada por fatores genéticos, hormonais e comportamentais (exposição ao sol, alimentação, atividade física e/ou participação em exercícios físicos/esportes). A participação em esportes, especialmente, durante o crescimento tem favorecido o acúmulo de minerais na estrutura óssea, contribuindo para a manutenção desse perfil na idade adulta. Entretanto, nem todos os tipos de exercícios físicos/esportes parecem favorecer o desenvolvimento ósseo, e o conhecimento acerca de qual modalidade pode agregar à saúde óssea é uma lacuna que suscita ser preenchida. Os exercícios físicos, principalmente os esportes de impacto (osteogênicos), podem aumentar a resistência óssea se incorporados na vida diária. Assim, pressupõe-se que os esportes podem se constituir como um meio importante para promover a saúde óssea quando praticados na adolescência. O acompanhamento das alterações nos parâmetros ósseos é necessário e poucos estudos foram conduzidos nessa perspectiva, de modo que ainda permanece desconhecido o efeito de quais práticas podem melhor contribuir com essas propriedades ósseas. Diante do exposto, questiona-se: Os atletas engajados em modalidades esportivas osteogênicas apresentam níveis melhores de densidade, conteúdo mineral ósseo e geometria óssea quando comparados aos de modalidades esportivas não-osteogênicas e aos do grupo controle? Será conduzido um estudo longitudinal (24 meses), com adolescentes atletas (11-18 anos), de ambos os sexos, estratificados em três grupos: controle, osteogênico (atletismo, handebol, voleibol, basquete e judô) e não osteogênico (ciclismo e natação). Serão coletadas informações relativas à densidade mineral óssea, conteúdo mineral ósseo, geometria óssea, massa magra, massa de gordura, força estática, força isocinética, osteocalcina, CTx, interleucina-6, TNF-alfa, testosterona, estradiol, GH e IGF-1, frequência alimentar, atividade física e informações sobre o engajamento no esporte.
  • Universidade do Estado de Santa Catarina - SC - Brasil
  • 16/03/2022-31/03/2025