Projetos de Pesquisa

 

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Adriana Maria Meneghetti

Tecnologias

Tecnologia da Informação e Comunicação
  • ii integra ciência – feira de ciências e mostra científica
  • Este projeto atende a Chamada CNPq/MCTIC Nº11/2019 e tem como título: II Integra Ciência – Feira de Ciências e Mostra Científica, e busca a elaboração e realização de uma Feira de Ciências e Mostra Científica, na cidade de Santa Helena, PR. O II Integra Ciência - Feira de Ciências e Mostra Científica ocorrerá em duas etapas, denominadas etapa escolar e etapa universidade. Inicialmente para que ocorra a etapa escolar, os professores das escolas participantes, da educação básica (fundamental e médio) receberão formação, objetivando aporte teórico e prático, pois serão além de disseminadores da ideia os multiplicadores, juntamente com a equipe da universidade, para que seus alunos possam desenvolver atividades científicas relacionadas ao conteúdo ensinado, e os melhores trabalhos escolhidos pelos professores e coordenadores do projeto, participarão da Feira de Ciências e Mostra Científica, que será a chamada etapa universidade. A etapa universidade consiste na realização da feira, na UTFPR Campus Santa Helena, na qual os melhores trabalhos escolhidos nas escolas serão apresentados na forma de à comunidade, podendo ser na modalidade Experimental e Mostra Científica. Os nove melhores trabalhos, dos três níveis de ensino receberão premiação específica. O projeto visa integrar o conhecimento científico, aquele desenvolvido nas escolas e universidade, com o conhecimento popular, e divulgar a ciência e tecnologia para a comunidade. Também busca chamar a atenção para projetos desenvolvidos na área de Ciências Exatas, Engenharias e Computação e que seja desenvolvido somente por meninas como forma de incentivo para inserir mulheres na ciência. Espera-se a visibilidade juntos aos professores, alunos, bem como dos visitantes, e a oportunidade de construção de conhecimento de forma interdisciplinar, contextualizada e integrada com a comunidade local, que não possuía eventos dessa natureza e a oportunidade de transformá-lo em evento que entre no calendário escolar do município e também integrá-lo a universidade por meio da exposição de cursos da mesma.
  • Universidade Tecnológica Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 07/01/2020-31/01/2021
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Adriana Marotti de Mello

Ciências Sociais Aplicadas

Administração
  • redução de incerteza no fornecimento em cadeias de suprimento fechadas
  • Cadeias de suprimento diretas são aquelas que envolvem a movimentação de matérias primas e produtos desde os produtores até os consumidores finais. Já as cadeias reversas são aquelas que são iniciadas nos consumidores finais com fluxos de materiais em direção aos produtores, através do reprocessamento (reuso e/ou reparo, reforma, remanufatura e reciclagem) de produtos em final de vida útil, transformando-os em produtos novamente usáveis. Quando as cadeias diretas e reversas são integradas, elas formam a cadeia de suprimento de ciclo fechado (CSCF). O fechamento do ciclo produtivo pode trazer impactos positivos para o meio ambiente, através da redução da geração de resíduos e do consumo de matérias primas e energia. (Quariguasi Frota Neto, Walther, Bloemhof, Van Nunen, & Spengler, 2010; Zhao, Cao, Li, Wang, Liu, Li & Zhang,2018). Ainda que o tema esteja atraindo cada vez mais a atenção da academia, das empresas e do poder público nos últimos anos (e.g., Govindan, Soleimani & Kannan, 2015; Rudrajeet, 2017 ; Sandberg, Rudrajeet & Jukka, 2018), ainda não há um total entendimento sobre como implementar e gerenciar efetivamente esse tipo de cadeia de suprimentos. Tanto nas cadeias de suprimento diretas quanto nas fechadas, a estabilidade e previsibilidade no fornecimento de materiais são fundamentais para a sincronia e o funcionamento eficiente da cadeia. Nesse sentido, o presente projeto procura abordar esse relevante problema empírico – as ineficiências sistêmicas que ocorrem nas cadeias de suprimentos fechadas. Pretende-se estudar cadeias de suprimento fechadas, entendendo quais as causas de incertezas e instabilidades na demanda de resíduos e de produtos remanufaturados/reciclados, buscando discutir como as práticas de gestão de cadeia de suprimentos podem contribuir para a redução dessa incerteza e instabilidade. Ao estudar iniciativas de gestão em cadeias de suprimento fechadas em diferentes indústrias, tanto na Europa quanto no Brasil, pretende-se entender quais fatores podem ter impacto na transição para cadeias de suprimento fechadas e como diferentes atores podem auxiliar (ou prejudicar) essa transição. Os resultados pretendem contribuir para a teoria, e em especial para a teoria relacionada a Gestão de cadeias de suprimentos fechadas e economia circular (Govindan & Hasanagic, 2018, Braz et al, 2018, Homrich , Galvão , Abadia & Carvalho, 2018, Merli, Preziosi & Acampora, 2017) , para o desenvolvimento de metodologias de pesquisa na área e para a gestão de empresas do setor e para a proposição de políticas públicas.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Adriana Martini Martins

Outra

Divulgação Científica
  • cientistas formosas
  • As mulheres são sub representadas em carreiras científicas, e este fenômeno tem origens complexas e interdependentes. Este projeto tem como objetivo desenvolver atividades acadêmicas com meninas estudantes de um Colégio Estadual de Formosa (GO) a partir das séries finais do Ensino Fundamental. As atividades propostas consistem em ciclo de palestras com docentes do IFG-Formosa, para apresentação de suas pesquisas científicas e troca de experiências; exibição de filmes e posterior discussão da importância de mulheres cientistas; participação em eventos científicos promovidos pelo IFG e por Instituições da região de Formosa; atividades experimentais nos laboratórios do IFG, abordando conteúdos da Educação Básica e mulheres cientistas que contribuíram com estas temáticas; visitas técnicas a laboratórios de ciências em Instituições na região; aulas de reforço em disciplinas científicas, visando a participação das estudantes em Olimpíadas; oficinas de astronomia; oficinas de Informática Básica no laboratório do próprio Colégio. Pretende-se, com estas atividades, despertar o interesse das estudantes por carreiras científicas e integrar a comunidade escolar ao ambiente do IFG-Formosa.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - GO - Brasil
  • 01/12/2018-31/05/2020
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Adriana Nunes Correia

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • materiais nanoestruturados a partir de eletrólitos não aquosos baseados em cloreto de colina
  • Um dos maiores desafios para o desenvolvimento de materiais nanoestruturados para produção de dispositivos fotovoltaicos, bem como para redução de CO2, é a formação de filmes finos com certo ordenamento estrutural. Diferentes metodologias de produção/obtenção têm sido recentemente desenvolvidas. Uma das estratégias utilizadas nesta área é a utilização do processo de eletrodeposição, principalmente em função da possibilidade de obtenção de filmes finos em proporções estequiométricas com estrutura cristalina definida. Porém, este processo exige o controle de diferentes parâmetros, tais como pH do meio, proporção das espécies eletroativas a serem depositadas e, por vezes, a adição de aditivos. Apesar de diferentes metodologias já existentes, não há sequência metodológica eficaz para produção de filmes finos que preserve todas as propriedades físicas e químicas necessárias para aplicação em células solares e para redução de CO2. Na última década, diferentes procedimentos experimentais foram desenvolvidos, dentre eles a influência do substrato eletródico, a adição de aditivos, alteração do método de eletrodeposição, o que possibilitou a obtenção de filmes com propriedades até então desconhecidas. Recentemente, diferentes sistemas não aquosos constituídos por líquidos iônicos e/ou solventes eutéticos vêm sendo utilizados para obtenção de filmes finos estruturalmente ordenados que possibilitem o aumento da eficiência dos processos, porém há ausência na literatura de estudo sistemático com tal objetivo. Sendo assim, surge o desafio de estudar os processos de modificação e de caracterização superficial de materiais nanoestruturados obtidos a partir de revestimentos metálicos condutores, tais como Cu-In, Sn-Cu e Sn-In, empregando líquidos iônicos e/ou solventes eutéticos e tendo em mente os controles microestrutural e morfológico dos filmes finos formados, como catalisadores em processos de conversão de energia.
  • Universidade Federal do Ceará - CE - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Adriana Oliveira Medeiros

Ciências Biológicas

Ecologia
  • decomposição de detritos foliares, mediada por hifomicetos aquáticos, em riachos de águas pretas situados na chapada diamantina, bahia, brasil
  • Um dos principais processos ecológicos ocorrentes em zonas ripárias, especialmente em córregos de cabeceiras, é a decomposição de matéria orgânica. A vegetação ripária que margeia estes córregos de baixa ordem apresenta um dossel fechado que limita a luminosidade que chega ao corpo d´água resultando em baixa capacidade de produtividade autotrófica nesse ecossistema. No entanto, ao mesmo tempo, a vegetação ripária fornece recurso energético essencial para a produtividade heterotrófica através do aporte de matéria orgânica direta e indiretamente. Essa matéria orgânica é representada pelas diversas partes da planta (como frutos, flores, galhos e folhas) e, geralmente, as folhas representam a fração mais abundante e, consequentemente, tornam-se a fonte nutricional principal para os córregos de cabeceira. Ao entrar no ecossistema aquático, as folhas são decompostas pela dissolução dos compostos solúveis em água e ação de micro-organismos e invertebrados decompositores. Dessa forma, os nutrientes foliares são mineralizados e disponibilizados para a cadeia trófica local e também transportados unidirecionalmente à jusante do corpo aquático, através da corrente da água e conectividade hidrológica fornecendo energia também para rios de maiores ordens. Dentre os organismos decompositores, os micro-organismos, representados principalmente por fungos e bactérias, são especialmente importantes para o processo de decomposição foliar por possuírem capacidade para decompor polissacarídeos e compostos polimétricos de difícil degradação além de participar do incremento nutricional e palatabilidade do material orgânico favorecendo a ação dos invertebrados decompositores. Dentre os fungos decompositores, o grupo dos hifomicetos aquáticos apresenta maior destaque pela alta frequência e abundância nas superfícies foliares que estão em processo de decomposição em córregos de baixa ordem. A atividade desses organismos pode ser influenciada por fatores abióticos refletindo na atuação durante o processamento do material foliar. Alguns estudos levando em consideração a decomposição foliar, em riachos de água preta, no Brasil mostraram que a taxa de decomposição é baixa e a comunidade de hifomicetos é pobre comparada com estudos realizados em riachos de águas claras. Os riachos de água preta apresentam pH baixo e baixas concentrações de nutrientes e, estas características são conhecidas por influenciarem a atividade dos hifomicetos. Assim, não sabemos se as baixas taxas de decomposição nestes sistemas são causadas por ação direta dos ácidos húmicos, o valor baixo do pH ou a falta de nutrientes. Esta é a pergunta a que pretendemos responder com este projeto. Este projeto enquadra-se na necessidade de conhecer vias de fluxo de energia nos ecossistemas aquáticos e que tem relevância para (a) o avanço nos nossos conhecimentos sobre funcionamento de ecossistemas e (b) a necessidade de produzir conhecimento base sobre o qual podem ser tomadas medidas de gestão ambiental.
  • Universidade Federal da Bahia - BA - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2020